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Funeral de SMR Marih I

Carlos.torre



Carlos Torre Mestre da OMDP chega a acompanhado de uma Escolta de Honra de Dragões.

Silenciosamente dispõem-se em 2 linhas ladeando o féretro Real
silenciosamente sem vozes de Comando a guarda de Honra executa a Ordem Unida que foram treinados para fazer

FIRME
SENTIDO
CONTINÊNCIA
CONTINÊNCIA CESSAR

A escolta retira os elmos da cabeça e coloca-os no braço esquerdo paralelo ao chão
Mantêm-se perfilados em sentido num sinal de respeito

Dom Carlos profere as palavras:

-Jah não desvies teu olhar do nosso irmão.


e mantém-se tambem ele perfilado em sentido à cabeça do caixão

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Damienn
O reino estava de luto, o funeral da rainha Marih iria-se realizar naquele dia. Apesar da relação dele com a dama Vivian ser relativamente recente, a sua amizade com a falecida já durava algum tempo, ambos invadiram o Castelo do Porto e ambos defenderam Coimbra da invasão do presente ano.

Damien sabia que este momento teria de chegar eventualmente, a irmã da Vivian já não era uma jovem e os reis não são eternos. Ele combinara com a loira acompanhá-la ao funeral, mesmo não tendo a mão dela... Com os seus trajes negros viaja até ao Porto, lá vê Vivian num estado de tristeza imenso...
- Não há nada pior do que perder os companheiros, sobretudo família. - Como pensava ele. Ele abraçava-a forte para ela perceber que nunca estaria sozinha nos momentos maus, dispersando a ideia dele só a querer pela sua riqueza.

Numa das carruagens da família Viana, os dois vão até à Capela de Santa Iria onde já se encontravam todos os amigos e familiares. Damien salta da carruagem para o solo para ajudar a sua namorada a descer da mesma e diz, tentando amenizar um pouco o momento:


- Já estamos atrasados, decerto que toda a gente já previa dado ao seu historial e nem devem ter começado a cerimónia.

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Beatrix_algrave


Novamente ela uniu-se ao coro proclamando em sincera oração.

-Jah não desvies teu olhar da nossa irmã.

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Yochanan


Desde um dos assentos mais adiante o patriarca dos Viana e irmão da falecida observa como de repente um grupo de soldados entra na capela de Santa Iria e rodeia ao féretro de Marih.

Imediatamente Yochanan se levanta, e apesar da idade mantinha ainda o porte militar de anos passados em guerras já esquecidas e desconhecidas. Adiantou-se o punho cerrado diante daquela invasão, pois havia sido desejo da falecida que aquela fosse uma cerimônia simples e privada. Ele ainda haveria de descobrir quem era o culpado daquele circo.

Dirigiu-se ao que encabeçava o grupo, Dom Carlos Torre e disse-lhe com voz firme:

- Dom Carlos, apesar de que não posso impedir-lo de oferecer vossas condolências à minha irmã, lhe peço que ordene aos seus homens que ou tomem lugar nos assentos ao fundo onde ainda resta um pouco de espaço ou se retirem desta Capela. Não admitirei algazarra alguma nesta cerimônia. Tal não era o desejo de minha irmã e também não é o meu. Não quero ter que pedir-lhe novamente.

Havendo terminado de dizer o que tinha a dizer, com um aceno de cabeça pediu desculpas ao Bispo pela interrupção, mas só retornaria ao seu assento após a aquiescência do Torre.
Clarie


Clarie a muito tempo tinha chegado na Capela de Santa Iria, mas não queria que ninguém a visse. Então esperou que todo mundo adentra-se na capela, e a cerimônia começasse.
Usando um longo vestido negro, e uma capa com capuz, no qual conseguia esconder seu rosto. Entrou discretamente na Capela.
Já tinha começado o funeral daquela que era a sua mãe. E todos estavam concentrados na cerimônia.

Em toda sua vida, ela viu morrer todos aqueles que ela a amava. Mas a morte de Marih, foi a que mais afetou. Ela estava triste, e sentia-se sozinha. Não tinha perdido só apenas uma mãe, mais também uma amiga, companheira. Mesmo após saber que ela era realmente sua mãe biológica e que a tinha abandonado, mas ela não conseguia odiá-la.

Silenciosamente, caminhou até o canto da Capela, aonde lá ficou em silêncio assistindo a cerimônia.

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Gasppare


O Diácono, observava atentamente a Cerimônia, sem proferir palavra alguma, de fato, não estava tanto fisicamente quanto emocionalmente bem.

Abaixou a Cabeça mais profundamente com a finalidade de centrar-se nas ideias, porém ouviu a Autoritária voz de seu Irmão. Não era comum aquele Tom de voz dele, que apesar de autoritário não levava consigo aquelas palavras.

Fitou seu Irmão, junto de Dom Carlos e uns homens que seguiam-no quase sem pausa, e em um movimento rápido, pôs-se junto daquele grupo.

- E Então, Caro Irmão .. Parece que algo acontece aqui, e bem no momento mais inoportuno que deveria existir neste Funeral - Disse que uma fraca e calma voz, já colocado do lado de Yoch - E Vossa Pessoa Dom Carlos? O que pensa sobre o que acontece aqui?! Não seria justo, Vossas tão Nobres pessoas, seguidores de Sua Majestade, descumprindo as últimas exigências dela?

Após as Palavras, veio um instante de silêncio, Gaspar encarava Dom Carlos, e estava convicto que sairia dali somente após os homens tomarem outros lugares.
Carlos.torre
Dom Carlos coloca uma coroa de flores aos pés da Urna e ordena à escolta que se Retirem do local

Saem de cabeça erguida ao sair Dom Carlos diz ao ouvido de Dom Yochanan se não quizerem as flores que as deitem fora
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Ines.paulita




Inês Paulita entra na capela, em silencio, faz uma pequena vénia e se benze.

Olha para o seu lado direito e repara que no fundo esta um lugar, sem fazer qualquer tipo de ruído, se senta nele.

A capela é linda e esta cheia.

Ao ouvir o coro Inês Paulita responde também


-Jah não desvies teu olhar da nossa irmã.


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uma guerreira...
Vivian


Durante todo o trajeto até a capela, Vivian veio um pouco mais calada, sem dizer muitas palavras. No entanto, sua cabeça estava agitada, lembrando-se dos vários momentos que havia passado com Marih. Doía-lhe muito ter perdido mais uma irmã e ainda não tinha se conformado com a forma trágica que haviam-lhe tirado a vida. O coração palpitava acelerado e, tentando buscar conforto, segurava firme na mão de Damien. Na outra mão, segurava um lenço que, por vezes, usava para enxugar as lágrimas que insistiam em cair.

Olhava para Maria, que também estava emudecida, e sentia o coração apertar ainda mais. Dava-lhe mais vontade de chorar, mas tentava se conter, pois preocupava-se com a sobrinha e queria mostrar-lhe força e segurança. Tão jovem, já tinha perdido a mãe e não sabia bem como a pequena iria lidar com a situação dali em diante. Quando deu por si, escutou Damien anunciar que deviam estar atrasados para a cerimônia. Embora toda a dor que sentia, a presença dele amenizava um pouco as coisas.

Desceu do coche ainda segurando-lhe a mão e, em seguida, ajudou Maria a descer. De mão dada a ela e apoiada no braço de Damien, enquanto seguiam para a porta da capela, disse:

- É, talvez ainda estejam esperando que mais pessoas cheguem, além de mim... Não sei, não sei... Vamos, meu bem, preciso estar perto dela logo para me despedir...

Contudo, assim que adentrou o recinto, não soube dizer se a cerimônia havia começado ou não. O bispo estava a postos, amigos e familiares presentes, militares em volta do féretro e seu irmão Yochanan de pé ao lado do mestre da Ordem Militar dos Dragões de Portugal.

Apressou-se em tomar um lugar em um dos bancos à frente e, olhando ao irmão, arqueou a sobrancelha e balançou a cabeça uma vez, como quem perguntasse se estava tudo bem. Olhou para Damien e olhou em volta, na esperança de entender o que se passava.

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Vivian
Vivian wrote:


Durante todo o trajeto até a capela, Vivian veio um pouco mais calada, sem dizer muitas palavras. No entanto, sua cabeça estava agitada, lembrando-se dos vários momentos que havia passado com Marih. Doía-lhe muito ter perdido mais uma irmã e ainda não tinha se conformado com a forma trágica que haviam-lhe tirado a vida. O coração palpitava acelerado e, tentando buscar conforto, segurava firme na mão de Damien. Na outra mão, segurava um lenço que, por vezes, usava para enxugar as lágrimas que insistiam em cair.

Olhava para Maria, que também estava emudecida, e sentia o coração apertar ainda mais. Dava-lhe mais vontade de chorar, mas tentava se conter, pois preocupava-se com a sobrinha e queria mostrar-lhe força e segurança. Tão jovem, já tinha perdido a mãe e não sabia bem como a pequena iria lidar com a situação dali em diante. Quando deu por si, escutou Damien anunciar que deviam estar atrasados para a cerimônia. Embora toda a dor que sentia, a presença dele amenizava um pouco as coisas.

Desceu do coche ainda segurando-lhe a mão e, em seguida, ajudou Maria a descer. De mão dada a ela e apoiada no braço de Damien, enquanto seguiam para a porta da capela, disse:

- É, talvez ainda estejam esperando que mais pessoas cheguem, além de mim... Não sei, não sei... Vamos, meu bem, preciso estar perto dela logo para me despedir...

Contudo, assim que adentrou o recinto, não soube dizer se a cerimônia havia começado ou não. O bispo estava a postos, amigos e familiares presentes, militares em volta do féretro e seus irmãos Yochanan e Gasppare de pé ao lado do mestre da Ordem Militar dos Dragões de Portugal.

Apressou-se em tomar um lugar em um dos bancos à frente e, olhando ao irmão, arqueou a sobrancelha e balançou a cabeça uma vez, como quem perguntasse se estava tudo bem. Olhou para Damien e olhou em volta, na esperança de entender o que se passava.

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Lobo82


Lobo apos apresentar as condolencias ouve o pedido para os militares que vieram prestar homenagem se retirarem e sem mais demoras o faz,pois se soldados que prestaram serviço á antiga rainha nao sao bem vindos e sao acusados de ser arruaceiros entao nada tem a fazer ali naquela capela.
Lobo ergue a cabeça e retira-se e indica a alguns soldados que façam o mesmo!


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Ines.paulita




Inês Paulita ao ver tal abandono, presta a sua homenagem a seus antepassados...

Inês Paulita se levanta e sai da capela...


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uma guerreira...
Yochanan


Com um gesto de cabeça o patriarca assente às palavras do irmão Gaspar, mas não se imuta ante as palavras de Dom Carlos, quando este parte junto dos demais militares que haviam cercado o féretro de Marih.

Só então ele retorna ao seu lugar, junto aos demais familiares e observa que Gaspar também retorna ao seu lugar junto do clero. No caminho de volta aproveita para sussurrar à irmã - já está tudo resolvido agora.

Ao sentar-se junto dos familiares acena com a cabeça ao bispo, pedindo para que ele continue a cerimônia. E em voz baixa diz - Jah não desvies teu olhar de nossa irmã.
Raquel_


Raquel cerra os olhos e fica sem acreditar que até no funeral de uma Monarca, esses portugueses chucros insistem em se fazer presentes.
Enquanto a cena acontecia, ela reconheceu que um era um amigo desmiolado do irmão, e o outro....bem. Quem era mesmo? Ouviu falar que tem histórico militar (o que a deixava um pouco surpresa) e se candidatou ao trono, mas só de presenciar involuntariamente aquela cena absurda, notou a intolerância e a deselegância com uma homenagem por quem serviu à Rainha: seu avô. Marih era uma figura proeminentemente pública. O que esses chucros seriam capazes de fazer se impediram uma singela homenagem militar respeitosa: fechariam as portas para o populacho prestar sua homenagens também? Portugal e seus paradoxos...

Enquanto ela pensava, ela bufa e expira longamente aquela impaciência que estava sentindo. Olha para baixo a balança a cabeça para um lado e para o outro.
Ela se levanta calmamente e segue em direção ao corredor central da nave da Capela. Vai caminhando até o féretro coberto pelas flores e, sem se importar com mais absolutamente nada, encosta uma das mãos suavemente naquilo que abrigava a amiga. Percorre ao redor do féretro com a mão, e sente a suavidade das flores. Ela dá um leve sorriso e conclui que fez a despedida que realmente importava.
Ela vai caminhando pelo corredor central até a saída da Capela olhando a paisagem ao fundo, pensando consigo mesma:

"Coitados dos vivos. Jah desviou o olhar deles, e dos seus corações. C'est la vie..."

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Markus_allexander


Markus - apesar de como sempre era - estava de luto - como todo Reino. Após uma longa volta às imediações da capela, observava silenciosamente aqueles que entravam (e aqueles que saíam).

Adentrou à casa do tal Deus dos que muito ali estavam (com o respeito que o merece), dirigindo olhares a alguns ali conhecidos - e por costume, aos desconhecidos também -, sem uma única palavra... sem algum sinal, cumprimentava-os com a frieza e silêncio que suas retinas refletiam daquele lugar. O que a ele era indiferente, não estava ali para fazer amigos.

Aproximando-se do féretro pareceu concentrar e direcionar seu silêncio e seus sentimentos àquelas condolências de ato breve. Terminado retirou debaixo da capa um dos sinais que marcaram o conhecimento da amiga, que o destinho - e a vontade do tal Deus - fez Rainha, depositando junto às homenagens uma pequena rosa amarela.

Logo de seguida encobriu a cabeça com o capuz, baixou a cabeça e se colocou à curta distância do lado de fora da Capela.
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