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Coroação Condal de Sylarnash Manuel de Albuquerque [Coimbra]

Sylarnash
Sylarnash atentara-se à leitura que a Episcopisa fizera de um episódio da Vida de Aristóteles e no final, ouvindo a questão que lhe fora feita, o Conde de Óbidos responde

- Sim tenho!
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Jane_x


Sylarnash Manuel de Albuquerqre, estais disposto a prestar o juramento de livre vontade?


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Sylarnash
Com convicção Sylarnash responde

- Sim estou!
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Jane_x


-Antes de serdes coroado Conde, deveis jurar que fareis tudo o que estiver ao vosso alcance para governar o Condado de Coimbra, mantendo a paz interna, defendendo-o dos inimigos, obstar a inquietude, e observar a justiça e a misericórdia.
Deveis jurar que ireis manter a sagrada religião de Aristóteles, religião oficial de Portugal, conservar e defender inviolavelmente a doutrina, a devoção, a disciplina bem como os privilégios canónicos do Clero.

-Sylarnash Manuel de Albuquerque, jurais cumprir com este compromisso?



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Sylarnash
- Eu, Monsenhor Sylarnash Manuel de Albuquerque, juro que farei tudo o que estiver ao meu alcance para governar o Condado de Coimbra, como seu Conde, mantendo a paz interna, defendendo-o dos inimigos, obstando a inquietude e observando a justiça e a misericórdia.
Juro que irei defender a sagrada religião de Aristóteles, bem como a sua doutrina, a devoção, a disciplina e os privilégios canónicos do Clero.

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Jane_x


-Na presença de Jah, dos representantes da Igreja, da Nobreza e dos súbditos do Condado aqui presentes, que vos admiram com respeito e obediência, irei aspergir sobre vós a Água Benta, que evoca o Sacramento do Baptismo, perdoa as faltas, afasta o Maligno e convida a saúde.

Monsenhora Jane pega na Caldeirinha com Água Benta e no hissope...

-Que o Senhor te abençoe e te guarde,

...mergulha o hissope na Caldeirinha...

-Que o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e que de ti tenha misericórdia,

...e lança a água sob a cabeça inclinada de Sylarnash Manuel de Albuquerque três vezes...

-Que o Senhor sobre ti levante o seu rosto, e te dê a paz.


Monsenhora Jane pousa o hissope no altar e faz sinal para que a Condessa cessante traga as jóias condais.


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Aka_amber
Amber, a Condessa cessante, aproxima-se de Monsenhora Jane trazendo as jóias numa almofada de veludo vermelha dispondo-as a Monsenhora. A Condessa de Cantanhede caminhava com certa dificuldade, dado seu avançadíssimo estado de gravidez, prestes mesmo a dar a luz. Sua criada Gracinha estava de braços dado consigo para ajudá-la na caminhada e seu Body Guard, Dionisio, que em geral mantinha-se afastado apenas para zelar por sua segurança, caminhava junto aos calcanhares da Comandante-Chefe do Exército Real Português, nave adentro.
Amber de Camões e Flandres alcança o altar e entrega as jóias à Monsenhora, em seguida diz apenas uma frase.

- Um Conde trabalha pelo povo e para o povo. É essa a receita fundamental para fazer um mandato honrado e digno.

Em seguida, com a ajuda de Gracinha, e o acompanhamento de Dionisio retira-se da Igreja, pois dado seu estado de gravidez permanecer numa cerimônia tão longa seria prejudicial a sua saúde.

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Jane_x


Monsenhora Jane pega no ceptro elevando-o frente aos presentes na horizontal e, à medida que o vai dando ao novo Conde diz:



-Com este ceptro, símbolo da justiça, concedo-vos o dever de zelar pela justiça no Condado;

Monsenhora passa o ceptro para a mão direita de Sylarnash Manuel de Albuquerque e volta-se para as restante jóias agarrando no anel, que eleva frente aos presentes e, à medida que o vai dando o anel ao novo Conde diz:



-Com este anel, símbolo da palavra de Jah, concedo-vos o dever de defender a Igreja Aristotélica e Romana e de prestar auxilio a espalhar a palavra de Jah;

Monsenhora coloca o anel na mão esquerda de Sylarnash Manuel de Albuquerque e volta-se para a última jóia, agarrando nela e, à medida que vai colocando a coroa de conde na cabeça de Sylarnash Manuel de Albuquerque diz:



-Com esta coroa concedo-vos a autoridade para governar em todo o Condado de Coimbra, sob o atento olhar de Jah, e com o dever de zelar sempre pelos habitantes do Condado, que em vós depositaram a sua confiança.

Monsenhora Jane coloca a coroa na cabeça de Sylarnash Manuel de Albuquerque e fazendo o sinal da cruz sobre o mesmo diz:

-Assim consagro-vos Conde de Coimbra!
Levantai-vos Dom Sylarnash Manuel de Albuquerque, Conde de Coimbra


E virando-se para os presentes Monsenhora diz:

-Salve o Conde!


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Salgueiro
- Salvé o Conde!
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"O fraco nunca perdoa. O perdão é a característica do forte."
Money_of_poors


Luis Afonso levanta-se e grita.

-Salvé o Conde!
Gwenhwyfar


- SAlve o Conde! -gritou Gwen do seu lugar.

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Monsterguid


-Salve o Conde!

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Mpontes


-Salve o Conde!

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Anokas


- Salve o Conde!

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Aristarco



Naquele acompanhamento de cerimônia, o trovador se atentava a apanhar detalhos de todos os tipos possíveis e inimagináveis quando se ali estava envolto de sons musicais e vozes cantadas, as palavras litúrgicas e todos os incontáveis efeitos que essas cousas faziam ressonar ao íntimo das gentes, em lugar elevado por sua condição e propósito.

A sensação era como se algo sagrado fosse palpável, como se saboreasse uma substância a comportar algo físico e algo espiritual ao mesmo tempo, eis aí questão difícil de explicar; tudo ali era inspirador, o que não seria diferente segundo a singularidade da circunstância, a bela coroação condal que já chegava ao seu final, quando os símbolos contínuos ganhariam novos condutores.
Pois parecem que as cousas são assim mesmo, se as palavras voam e os escritos permanecem daquel’ velho ditado “verba volant, scripta manent”, analogamente as pessoas pareciam cumprir um quesito similar de estar e não mais estar, ganhar e conceder seus lugares, enquanto que as forças simbólicas se perpetuariam.
Perpetuariam? Mas o que do gênero humano perpetuaria de fato? Chegariam dias em que as coroas não mais pousariam nas cabeças dos senhores? Como seria o mundo então?

De nada absurdo havia de temas assim serem especulados, afinal já não existiram “oi póleis helenikaí” ou mesma república dos romanos? E não foram assim tempos reluzentes de aurora e resplendor?
E o que lá se faziam naquelas repúblicas itálicas? (inda que não se convencesse de tamanha afinidade entre elas e o mundo dos antigos...)

Mas eram pensamentos nos quais se dedicaria em momento oportuno, e antes mesmo que pudesse questionar demasiadamente, o ato cerimonial já estava quase findado, quando então se exortou cumprimento que soou fluente pelo grande espaço da catedral em muitas vozes; e Aristarco também proferiu:

- Salve o Conde!


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| Scholar and philosopher: humanist thinker | The minstrel of the al-Gharb al-Ândalus | The flemish-breton of the Iberia: al-Musta'rib |
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