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"Festa em Coimbra"

Velentina


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No dia 19 de novembro, no ano de 1462, Coimbra se enfeita para
"A festa do ano" e o céu caprichoso com o seu brilho, parece em
chamas, com quem convida a todos para essa grande noite...




Salão de Festa


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Celinha_


Celinha que estava hospedada na casa de sua amiga Velentina, depois de ajudar ela cuidar dos ultimos preparativos, vai ate seus aposentos para se arrumar para a festa da city.... muito entusiasmada se arruma colocando um vestido longo vermelho.... aproveita que Vel estar a sair de casa e vai junto...... chegando percebe que ainda falta alguns convidados, então fica a porta com Vel para ajudar a recepcionar os convidados.....

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Nahian


Nahian fica sabendo da festa e fica animada. São em tempos difíceis como estes que precisamos aproveitar das distrações, pensou ela.

Ela está especialmente feliz por sua tia ter deixado que vá a festa montada no Desheret, o mais novo cavalo da sua tia. Lembrava ainda da primeira vez que o viu, sua pelagem marrom avermelhado, seus cabelos longos e brilhosos, realmente um um sangue puro árabe kehilan.

O salão estava quase vazio, haviam os músicos que já tocavam e algumas pessoas recebendo e servindo quem chegava, todos muito elegantes e cordiais. Ao avistar uma mesa quase grande o suficiente para sua família pensa que aquele seria o lugar ideal para todos.

Nahian estava com um vestido branco rendado e que lhe destacava montada em Desheret, usava os cabelos trançados como de costume, penteado que aprendera com sua mãe. Ao chegar ao salão seus olhos brilham com tanta beleza e sofisticação, deslumbrada com tanta beleza ela espera por sua família, lembrando que provavelmente levaria uma bronca por ter ido apressadamente na frente. Olha para trás e pode vê-los chegando, seu coração palpita de emoção e espera que aquela noite seja muito agradável.

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Beatrix_algrave


Beatrix entusiasmou-se com a notícia da festa. Nenhuma das preocupações que assolavam a cidade, poderia ofuscar a necessidade de se celebrar a alegria de viver, e nada poderia abalar os ânimos daqueles que cultivavam um espírito sempre esperançoso, nem mesmo a chegada do inverno, com sua frieza e seus tons mortos. Inverno era também aconchego, calor humano e porque não, esperança.

Beatrix separou o vestido que trouxera para esta viagem. Colocou-o sobre a cama. Era um belo vestido de cetim brocado preto e dourado. Acompanhava-o um cinto com uma linda fivela de ouro que marcava a cintura. Escapava aos olhares menos atentos, o detalhe do seu bolso especial e discreto. Para adornar-se havia o seu colar de ouro e pérolas e um diadema de bronze. Ela penteava os longos cabelos vermelhos, enquanto notava Nahian ansiosa, andando de um lado para outro. A menina arrumara-se cedo, tanta era a ansiedade pela festa.

A sobrinha fizera-a prometer que poderia montar em seu cavalo árabe, Desheret. E depois de muita insistência, Beatrix concordava com isso.

Enquanto arrumava-se, a menina passava constantemente por trás de Beatrix, que a observava pelo espelho. Enquanto ela se abaixara para pegar os sapatos, ao levantar-se, notou que Nahian deixara o quarto.

Beatrix não se alarmou, achando que a sobrinha apenas se retirara para deixa-la mais a vontade.

Somente após arrumar-se, Beatrix foi a sala, logo em seguida, Fitz chegou. Nenhum dos dois viu sinal de Nahian pela casa, e Samuel também não sabia da filha. Desheret havia sumido também.

Não foi difícil conectar os pontos e imaginar o que acontecera.

- Ela foi para a festa. Estava ansiosa. Vamos Fitz, se for com você a cavalo, chegamos mais rápido.

Ela disse e partiu com Fitz, os dois montados no mesmo cavalo. Samuel iria a pé.

Assim que chegaram, Beatrix notou Desheret preso na cocheira, eles então desceram e olharam o belo salão iluminado. A decoração estava realmente esplendorosa. Havia música agradável e alguns convidados já haviam chegado. Entre eles estava Nahian.

- Olha Fitz, ali está ela.

Beatrix disse e suspirou aliviada, enquanto segurava no braço de Fitz.


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Fitzwilliamdarcy


O Sr. Fitz estava gostando de fato da estadia em Coimbra. Estar em família era sempre animador para ele. O momento era de tranquilidade, uma quietude tão intensa que trazia agonia. A bonança precede o caos. E era esse o sentimento. Contudo o Sr. Fitz estava em paz, a cidade era aconchegante e as pessoas muito hospitaleiras.

Ele animara-se com a festa anunciada pela prefeita. Após aprontar-se dirigiu-se até Beatrix que estava linda, como sempre. A mulher mais charmosa do Reino de Portugal sempre o surpreendia com sua doçura.

Quando perceberam o que aprontara a pequena Nahian, apressaram-se.

- Ora, ainda mais essa. Essa menina é de uma ansiedade sem fim. Por isso eu digo ao tio Kub que não lhe dê doces isso a deixa mais agitada...

Dizia ele subindo no cavalo junto com Beatrix.

Chegando ao local eles viram o cavalo de Beatrix. Fitz após o alívio de saber que a pequena estava bem já pensava na cara de amélia que Nahian faria.

Ao entrarem Beatrix avistou-a e mostrou a Fitz. Lá estava a menina conversando com todos e encantando-os. E claro barganhando alguns doces. A menina não perdia tempo.

Com Beatrix ao seu lado eles se aproximaram e cumprimentavam a todos com uma vênia. Ao trocar olhares com Nahian, Fitz fez cara de desapontado e chateado. Balançando levemente a cabeçando e cerrando os olhos como quem diz: "Estou ciente da tua traquinagem, prepara-te para ficar sem doces...".


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Nahian


Nahian estava tranquila... Perto dos doces e conversando com as pessoas, sorrindo como de costume.

Como que num aviso, sua alma fica gélida e seu olhar paralisa, sente que estava para passar maus bocados. Vai virando-se aos poucos sabendo que iria olhar nos olhos da medusa, quando percebe a presença dos seus tios, sua tia Beatrix com uma cara entre pálida e aliviada e o olhar pungente do seu tio Fitz. Um pouco trêmula e com sorriso entrecortado vai guardando os doces que tem na mão em uma um tolinha especial, com cuidado pra que não amassem.

A cada passo que eles davam, Nahian tentava pensar no que diria, será que qualquer desculpa poderia aplacar aquele sentimento de "desta vez estou perdida"? Não importava, sabia que os doces com seu tio Fitz demorariam a chegar. Rapidamente lhe vem uma ideia à cabeça, poderia dar muito errado, mas é o que ela poderia fazer pelo momento.

Ardilosamente ela se aproxima dos dois e diz:


- Tio Fitz, tia Bea sinto muito. Eu estava tão distraída que saí sem me aperceber do que realmente acontecia, quando me vi estava cá, deixei o Desheret amarrado, com todo cuidado.

Essa era a única arma de que Nahian dispunha, sabia muito bem que fazer olhinhos fofos e encher os tios de beijinhos só irai piorar a situação, então lembrou de algumas lições que seu tio Kub lhe deu e abriu seu coração sinceramente, assumindo o seu erro.

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Rodolfo
Era uma noite contemplativa na capital do Condado de Coimbra. Rodolfo desce de sua carruagem e caminha em direção ao salão onde seria realizada a festa organizada pela prefeita Velentina. A amiga prefeita envidara parte dos seus esforços nas últimas semanas para o sucesso da "festa do ano", como ela mesma se referia ao evento.

Rodolfo chega vestido com um certo requinte, mas sem profusão de adornos ou excesso de luxo. O General estava evidentemente mais magro. A iminente ameaça de uma invasão havia tirado o seu sono nos últimos dias. O seu semblante evidenciava todo o seu esgotamento físico e emocional.

O barão percorria todo o espaço com a serenidade que lhe era inerente. Cumprimenta a família Henrique Torres com uma respeitosa vênia.


Saúdo o elegantíssimo casal e vossa sobrinha. É um prazer recebê-los em nossa saudosa cidade. Soube que recentemente adquiriram um novo imóvel em Coimbra, uma residência de verão. Parabéns pela aquisição! E também pelo bom gosto!

Em seguida aproxima-se de Velentina e Celinha. Após oferecer uma respeitosa vênia às duas senhoras, direciona sua fala à anfitriã.

Está tudo muito bonito! Parabéns pelo esforço! A decoração do local é encantadora! E os músicos são formidáveis!

Em seguida, dirige-se a Dama Celinha.

Dama Celinha, é um prazer recebê-la em nossa capital! Como está nossa saudosa Lamego? Aguardo ansiosamente pelo momento em que surgirá uma oportunidade para rever minha cidade natal.
Beatrix_algrave


Enquanto Beatrix escolhia as palavras para dirigir-se a sobrinha após ouvir aquelas desculpas tão esfarrapadas, eis que o senhor Rodolfo se aproximou do trio para cumprimentá-los. Diante daquela interrupção, Beatrix respondeu os cumprimentos com uma vênia, saudando o general.

- Sim, adquirimos uma propriedade. O senhor é convidado a nós visitar, assim que lhe for propício. Mas trata-se de uma cabana bastante simples e rústica.

O homem parecia cansado, mas aquilo era de se esperar. Ela sorriu diante dos cumprimentos e quando ele se afastou, Beatrix olhou para Fitz e em seguida para Nahian.

- Ficamos muito preocupados com essa sua atitude. Já anoiteceu e não é bom uma menina andar sozinha pela cidade. Tínhamos combinado algo e você não cumpriu. Assim não confiaremos mais em você. Queres isso?

Ela perguntou olhando para a sobrinha e em seguida para Fitz. Seu tom de voz era baixo e calmo. Ela esperou que Fitz se manifestasse.

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Vivianix
Nix chega a festa muito animada, encontra sua irmã e lhe dá um grande abraço:

- Naninha como sempre está um encanto a decoração! É realmente uma
ótima ideia essa festa, afinal precisamos de um pouco de distração após
uma boa luta! Obrigada por isso Nana

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Pascoal


Pascoal chegará com seu corcel naquela bela noite à capital. Primeiro foi a moradia de vosso pai, aonde foi informado que este já estava na festa realizada pela prefeita da cidade, então só lhe restou ir até a hospedaria de costume que ficava ali por perto mesmo. Demorou algum tempo para se aprontar, vestiu -se de acordo, por sorte havia trazido sua roupa de gala na sacola. Afinal, não sabia quanto tempo ficaria na Capital. Se informou aonde ficava o salão, e foi acompanhando a música que podia ser percebida por toda cidade. Música boa e que trazia certa tranquilidade, o que era essencial naquela período.

Chegou até o salão de festas, logo na entrada pode perceber alguns amigos, como o Senhor Firz, Dama Beatrix e a sobrinha do casal, Dama Nahian. Porém, não avista o velho pai. Vai adentrando um pouco mais ao salão em passos lentos para ver se o encontra.

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"Ab auditione mala non timebit!"
Caractacus



Caractacus chega à festa maravilhado com o ambiente a decoração e a música, disseram-lhe que eram costumeiros nas festas da anfitriã, e não o tinham enganado.
Entra e cumprimenta primeiro a anfitriã, Dama Velentina Egas Moniz e Baronesa de Pombalinho congratulando-a pela festa.
Cumprimenta depois os convidados, Dama Celinha Miranda de Monte Cristo Carvalho , lindissima no seu vestido vermelho, também Donzela Nahian Medeiros Henriques Torre, que parecia muito animada, Donzela Beatrix Algrave Nunes, num belissimo vestido de cetim e ouro, com acessórios a condizer, muito contente, segurando o braço de Fitz, e Donzela Vivianix Egas Moniz Gonçalves da Silva, muito animada como sempre. Cumprimenta depois as cavalheiros presentes, Cavalheiro Fitzwilliamdarcy Spada Henriques Torre, sempre sereno e com ar de quer por ordem numa moça traquina, como se isso fosse possivel, General Rodolfo, Barão de Matosinhos, que tinha um ar distinto e confiante mas cansado, preocupou-me, acho que precisa de descansar mais, cavalheiro Pascoal Howard Próspero, vestido magnificamente de gala.
Passeia, vagueando depois pelo salão apreciando as suas muitas belezas.
Uma boa festa pensou...

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Hiroshima


- Que noite maravilhosa para uma festa na terra que tanto amo. Diz Hiroshima com gáudio.

Quando entra no salão nobre e vê tantas beleza junta só tem uma palavra

- Que salão sumptuoso! Minha nossa! Que beleza humana tão rica!

Entra e procura os amigos para fazer a festa. Enquanto procura um grupo para beber um copo e rejubilar de alegria, cumprimenta as donzelas na mão e saúda os senhores.

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Bourin


João estava na taverna quando foi informado da festa que ocorria na cidade, a noite era das melhores! Céu estrelado como fogo! Bem propício para a ocasião. Foi até seu formoso corcel do qual carregará sempre sua bolsa do lado, vestiu uma capa de couro de touro negro, com um pregador que trazia o emblema da Ordem dos Dragões de Portugal, que mandará fazer a pouco em um ferreiro. A capa ele mesmo confeccionou.

Ao chegar, vê alguns companheiros de Ordem, como o Irmão Hiroshima, Comendador de Coimbra, e Dom Pascoal, Comendador-Mor e companheiro de longa data. Então vai para cumprimentá-los. Primeiro cumprimenta o irmão Hiroshima:

- Olá Irmão! Prazer revê-lo. - Com um belo sorriso saúda o companheiro.

Depois vê Dom Pascoal um pouco perdido, parecia estar procurando alguém:

- Boa Noite Irmão Pascoal! Estás procurando alguém? - Pergunta e logo estende a mão para cumprimentar o amigo.

De fato, naquela ocasião estavam todos mais descontraídos.
Rodolfo
Rodolfo apercebe que seu filho Pascoal havia chegado ao evento. Observa-o de longe saudandos os presentes, vendo que o seu primogênito não havia lhe encontrado, o barão avança em sua direção. Antes de tudo cumprimenta João Bourin com uma leve inclinação da fronte, em seguida, com um ar de preocupação interroga Pascoal.

Como foi a viagem? Vejo que chegaste bem! Admiro a sua coragem caro filho, o momento não era oportuno para deslocamentos através das estradas. E a família? Está bem? Ficaram em Leiria?
Pascoal


Pascoal reconheceu pela voz que o amigo e companheiro de viagem, Irmão Bourin, o chamava pelo nome, virou-se então e com um aperto de mão cumprimentou o amigo:

- Boas João! Estava mesmo a perguntar aonde se metesse, pois nos dispersamos quando fui até a casa de meu pai, de fato estou procurando por ele. - Terminando de falar, escutou a voz do velho pai e virou-se para responder:

- Olá meu pai! A viagem foi tranquila, viemos em dupla, eu e o João que é Dragão também! Não sei se já o conheceste. A minha noiva e amada Esther ficou em Leiria cuidando do pequeno Arthur, eles entendem que é por uma boa causa, por Jah, fui agraciado em ter uma noiva tão compreensiva. - Neste momento se lembra da noiva e fica um pouco pensativo.

- Mas enfim! Finalmente estamos todos cá!

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"Ab auditione mala non timebit!"
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