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Pomar Doce Pomar

Dinaman


Caminhando pelas lamas que entupiam os caminhos para o pomar e levando uma serapilheira pelas costas , Dinaman começa pelas laranjeiras e apanha uma boa quantidade delas. Umas quantas seriam para oferecer ao convento das carmelitas descalças , para que pudessem fazer tortas e algumas caramelizações e outras seriam para colocar numa banca do mercado da vila.

Tenta encontrar árvores cheias , mas ao que vê por ali é que os vizinhos decidiram todos sair para o pomar e subir ás árvores. Depois do riacho as laranjeiras estavam todas limpinhas e a sul os fruteiros escolhiam as frutas cuidadosamente.

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Dinaman


Pomar de Alcobaça ( 3D ).
Dinaman


Naquele dia os Alcobacenses conviviam alegremente!

Os cestos de verga estavam repletos de frutas apetitosas , as árvores sentiam-se mais leves e os animais agradecem as frutas caídas pelas ervas altas !

O rio que corre tranquilo,por estes dias ,pelo meio do pomar e enche o ar com o som das águas calmas !

Uma mesa encostada a uma árvore ,com uma toalha de quadradinhos, serve a quem quer refrescar-se um cházinho de maçã !

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Vag


Aproveitando a rápida passagem Vag entra no pomar. Rouba algumas frutas e adormece a sombra das árvores. Logo levantaria e seguiria viagem.
Maria_bonita
Chegando a cidade de Alcobaça, passeia pelo pomar ..... senta se embaixo de uma arvore e come uma pera... ali cochila e sonha que encontrou sua familia..... acorda e ve que a realidade a chamou.
Pher


Pher sem sono, mesmo depois de ler, resolve caminhar pelo pomar.
Anda por entre as árvores pisando na verde grama espalhada pelo chão. Olha para as árvores com seus frutos maduros, outros verdes e se estica para alcançar um. Estende uma toalha ao chão e deita-se ali mesmo para comer a maça e olhar as estrelas...

"Que falta me faz uma compania, um amigo, um familiar..."

Pensa enquanto come sua maça.

Depois cruza seus braços por debaixo da cabeça e adormece sob as árvores e o céu de sua cidade.
Pher


Pher acorda e percebe que já é tarde. Chacoalha o orvalho de seus cabelos e levanta se arrumando.
Lembra- se que sua oficina a espera e que tem muitas coisas para fazer.
Apressada, sai do pomar quase correndo, onde sem ver, tropeça em uma pedra e quase cai.

Resmunga qualquer coisa ( melhor não saber) e sai em direção a sua casa.
Pereira_neto
Pereira acorda cedo, pega sua escada grande e vai visitar pela primeira vez o tão famoso pomar. Traça uma linha reta com a mão na frente dos olhos mirando o pomar.

- Não, não vai por aí! Choveu muito ontem e tu não percebeu enquanto estava no tasco. Ta tudo enlameado! Tome cuidado! - Adverte Manga.
- Bom, se o Manga está animado então vamos correndo, que acha? - empolga-se Pereira.
- Uhn...

Correndo com a escada nos ombros, adentra nos campos com toda felicidade e energia das primeiras horas da manhã. Passados 10 metros, escorrega e cai com a escada em cima de si. Levanta-se, sujo do dedão do pé aos fios dos cabelos, Pereira não se importa mais com a aparência nesse momento.

Do alto da laranjeira esqueceu os problemas, esqueceu a guerra, esqueceu os loucos desejando o fim do mundo. Observou os pássaros, seus cantos e suas cores. Observou as pequenas belezas do pomar e a grandiosidade do céu acima de sua cabeça. Recostou a cabeça nos galhos e deu um leve cochilo.
Ismael_zarco
Ismael andava desanimado com tanta chuva, assim era impossivel trabalhar nos campos de trigo que tanto andavam em escassez na povoação e pelo que que tinham dito as noticias chegadas de outras povoações do condado também. Com esta tarefa bloqueada Ismael dirige-se ao pomar para apanhar laranjas, que com esta chuva estavam cada vez mais gordinhas e docinhas.

Ahhh os seus filhos iriam querer umas dúzias de laranjas para a hora da refeição da manhã, ja fazia um tempo que não vinha até ali. Ismael pega em dois cestos de vime bem grandes para trazer bem cheios. Um dos cestos será para venda, irão para lá as melhores laranjas , já o outro cesto terá as laranjas que caírem ao chão e aquelas que já rebentaram de tão doces que estão.


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Beatrix_algrave


Beatrix caminhava com Fitz pelo pomar de Alcobaça. Os dois seguiam de mãos dadas e de vez em quando olhavam um para o outro e sorriam. Ao final de fevereiro, o tempo estava mais agradável, não havia mais tanta chuva, apesar de que a tarde esfriara um pouco. No ar rescindia o perfume agradável das maçãs alcobacenses, tão cheirosas e docinhas.


Pelo meio do pomar corria um regato de águas cristalinas e o som do rio correndo misturava-se ao som do farfalhar das folhas das árvores. Algumas maçãs caídas rescendiam aromáticas de uma forma mais intensa e adocicada. Tão doce que chegava a enjoar um pouco os sentidos.

Alguns coletores de frutas terminavam aquela hora a sua labuta do dia, e carregavam seus cestos, cansados, mas animados com a colheita. A maioria provavelmente passara o dia todo ali, e havia almoçado ao pé das macieiras. Era um trabalho duro, era um trabalho honrado como qualquer outro.

Próximo a um aglomerado de macieiras maiores, havia um tronco grande ao qual puseram uns calços para que não deslizasse. Provavelmente ele era usado para o descanso e as refeições dos coletores, mas aquela hora da tarde estava vazio. Beatrix parou e sorriu para Fitz, convidando-o a sentar-se um pouco ali com ela. Os dois haviam caminhado muito e a ruiva queria descansar um pouco.

Beatrix notara que Fitz parecia nervoso e animado naquela tarde. Era como se ele tivesse algum segredo ou surpresa para contar-lhe e isso a deixava cada vez mais ansiosa e curiosa. A curiosidade infantil que tomava o coração de Beatrix transparecia através de seus olhos, assim como o amor que ela sentia por Fitz. Mas as vezes ela sentia-se apreensiva, temendo que aquela felicidade se extinguisse e que a ela se sucedesse a decepção. Fitz era gentil, era agradável, mas será que ele realmente a amava e queria mesmo estar sempre ao lado dela? Suas palavras e seus gestos diziam que sim e Beatrix confiava nisso, pois apesar de tantas decepções ela não era cética como Nicole em relação às pessoas.

Beatrix aguardou a resposta de Fitz ao seu convite e observou um instante a cor dourada do sol, descendo no horizonte, e que ia tomando tons avermelhados. Aquela luz tornava os cabelos de Beatrix ainda mais vermelhos e vibrantes. Era como se queimassem com a luz do sol.

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Filipe
Filipe andava a sustentar-se totalmente do pomar . Percebeu que era melhor vender laranjas do que trabalhar , no que toca ao lucro , e à barriga ! Após acabadas as buscas pelo seu irmão ele podia voltar aos trabalhos . Foi às árvores mais baixas , menos usada , e usou as suas mãozinhas para pegar na fruta e foi comendo uma ou duas .

Passado algum tempo , que , por causa do trabalho , passava depressa , Filipe encostou-se a uma árvore isolada , relembrando os tempos em que vivia como quisesse e sem responsabilidades :

- " Bons velhos tempos ... " - pensou enquanto suspirava .
Fitzwilliamdarcy


Fitz percebeu que Beatrix estava precisando descansar. Ele aceitou ao convite da ruiva e deixou-se conduzir por ela para sentarem e relaxarem um pouco. O lugar era muito tranquilo e muito agradava Fitz, ele amava o som das árvores agitadas pelo vento, amor mais intenso tinha por Beatrix e aqueles cabelos ruivos deixavam o caçula dos Henriques perdido em paixão.

Ele então sorri e buscou ficar juntinho dela. Ele aproximou a boca aos ouvidos de Beatrix e sussurrou-lhe:

- Eu tive uma ideia.

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Beatrix_algrave


Beatrix senta ao lado de Fitz, e nota o olhar dele, apaixonado. Ela o olha também, encarando-o e sorrindo para ele, cheia de amor e carinho. Ela segura na mão dele, e acaricia seus dedos. Sente um leve arrepio ao sentir os lábios de seu amado tão próximos aos deus ouvidos. Ela sorri e responde, diante do sussurro.

- Que ideia, meu amor?

Pergunta curiosa com uma vivacidade infantil em seu olhar.

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Fitzwilliamdarcy


Fitz toca o queixo de Bea e faz menção de que dirá, ele fica alguns segundos apenas admirando o rosto da ruiva. Ele olha em seus olhos e sorrindo a convida.

- Quero propor a ti uma viagem. Mas seria algo como esta noite mesmo. Iremos a um lugar muito especial. O que dizes?

Olha com os olhos brilhando para Bea, esperando resposta dela.

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Beatrix_algrave


Ela encara os olhos de Fitz, com seus belos olhos verdes e sorriu para ele de maneira atraente, encantada com a proposta e ansiosa por algo aventuroso. Beatrix tinha um pouco do gosto pelo imprevisível e do espírito aventureiro de seu irmão que perambulara pelo mundo afora. Ela já tivera suas aventuras, mas para além do prazer de arriscar-se conhecendo o mundo, o que a agradava naquela proposta era a companhia de Fitz a quem ela amava.

- Hmm, deixe-me pensar...SIM! Adorei a ideia. Vamos agora mesmo, mas antes, acho que quero algo para deixar-me ainda mais animada e disposta.

Ela disse e fechou os olhos, aproximando o rosto do rosto de Fitz, e os lábios dos lábios dele. Ela pedia assim, um beijo.

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