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Procissão Condal Aniversário da morte de Aristóteles

Lfrvot


Era de Tarde e D, Lfrvot de Miranda, Vigário diocesano , passa pelas ruas da Cidade de Braga, pronto para iniciar a procissão Condal rumo há Catedral de Braga, onde será celebrada a missa do dia da da Morte de Aristóteles, passado pela Praça Publica do Reino. Havia muito a preparar antes de se iniciar a procissão - os estandartes precisavam de ser montados e distribuídos, as pessoas precisavam de ser dispostas da forma apropriada para o evento e os andores com as imagens, decorados com as diversas flores do ensolarado Verão daquele ano.

- Ao chegar ao recinto, o repara que é o primeiro. Onde andam todos? - pensa ele.



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Beatrix_algrave


Beatrix chegou cedo para ajudar na organização da procissão na praça Condal do Porto, uma vez que ela precisaria seguir para a Praça do Reino para a recepção. Mesmo assim, ela ajudaria como pudesse na organização ela estava montada em um cavalo árabe de pelo castanho avermelhado. Aquele era o descendente direto de Desheret, aquele era portanto Desheret II.

Ela desceu do cavalo e foi cumprimentar Dom Lfrvot, o vigário diocesano.

- Prazer em vê-lo Dom Lfrvot. Vim ajudar da melhor forma que puder. Trouxe alguns auxiliares do Paço da Figueira. Pensei em um tapete de flores para preparar a passagem do Livro das Virtudes.

De fato ela trouxera mais uma carroça com as flores e moldes de madeiras para serem usados na disposição. O trabalho precisaria começar para a realização da procissão o quanto antes. O grupo era diligente, e logo havia o tapete que seguia da igreja até a praça principal do condado.



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Nicollielo
Era o dia perfeito para aquela celebração, se fosse chover seria bem longe de onde passaria a procissão. Nicollielo termina de se arrumar na catedral e ia até a praça para ajudar os irmãos, ao sair se depara com algumas pessoas a terminar de montar um belo caminho de flores.

Apesar da idade, o treino diário com as pernas o dava permissão para andar para onde quisesse, sendo assim, ele acompanhado de mais alguns fiéis caminha ao lado do tapete floral carregando os estandartes que seriam levados na procissão, até a praça onde havia mais algumas pessoas a organiza-la. Sem demorar, Nicollielo cumprimenta todos conhecidos, deixa os estandartes encostados junto com alguns outros objetos que seriam usados e começa a verifica-los para ver se faltava algo.

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Senescal Diocesano da Arquidiocese de Braga | Alcaide-mor de Chaves | Diácono de Chaves |Secretário Lusófono dos Registos Romanos | Capelão da Capela de São Karel | Assistente de Planeamento de Chaves | Mentor-chefe de Chaves
Abigayl


Aby arranjou o seu melhor vestido azul marinho com bordados dourados para a procissão.
Chegando ao ao recinto caminhou apressadamente até Lfrvot que já estava com ar de poucos amigos.

- Dom Lfrvot peço desculpa pelo atraso. Estava na Igreja a rezar as orações e perdi a noção do tempo.

Aby respira fundo e continua. - Onde precisais de mim? Estarei disponível para ajudar em tudo o que estiver ao meu alcance. E assim aprender com um dos padres mais antigos do reino, para quando chegar a minha altura.

Aby faz uma vénia a Lfrvot e de seguida acena para Beatrix que se encontrava com algumas flores na mão.

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"A lei da vida é simples: Quem não quis quando podia, não vai poder quando quiser!"
I Believed in You
Ze_povinho


Zé conduzia a sua velhinha carruagem, sua mãe, Condessa Anokas, reclamava dos solavancos e jurava que Zé acertava nos buracos todos propositadamente...

Finalmente chegaram ao destino, Condessa Anokas, mais morta que viva saiu a muito custo da carruagem acompanhada de seu filho, dirigindo-se ambos para a Catedral...

-"Vê mãe, como estão bonitas as flores por onde irá passar a procissão..." - disse Zé com ar descontraido que contrastava com o ar austero da mãe....

Encolheu os ombros e acompanhou a mãe, cumprimentando os presentes conforme iam passando por eles, até se posicionarem no sitio que a mãe achou mais apropriado...
Ltdamasceno


O Barão de Castelo Novo chega acompanhado de seu séquito ao local onde seria feita a procissão para prestigiar o Sábio. Apesar de nobre, o mouro ainda mantinha os velhos hábitos de não chamar atenção desnecessária e portanto, andava entre os presentes de forma discreta, cumprimentando apenas alguns poucos que não podia deixar de notar estarem ali.

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"E eu testemunharei que não há ninguém digno de adoração, exceto o Único."
Manoel


Manoel que fora nomeado Cavaleiro de Castelo Novo, acompanhava e protegia o Barão para onde quer que ele fosse, mantendo-se perto e visivelmente armado. Ele não parecia mais um jovem de outros tempos, tinha um ar mais cansado, como se estivesse sem dormir. Ainda assim, mantinha-se atento a todos os que se aproximavam de seu senhor. Manoel já fora no passado aristotélico e Damasceno sempre respeitara a escolha de seu pupilo, porém depois de tantos anos, encontrou a Verdade e converteu-se ao averroísmo. Estava presente no local da procissão não apenas em missão, mas também para prestigiar o Sábio.
Abu_ibn_abdallah
- Meu senhor, há muitos olhares duvidosos, tem certeza que é uma boa ideia estarmos aqui? Diz Abdallah, que acompanhava Damasceno.
Fiandeiras


Como Laurinda estava em Coimbra e a idosa Atília seguia a fé druidíca, apenas Clotilde e André vieram do Atelier da Donzela Tecelã para ajudar Beatrix.

A tecelã loira se uniu aos que arrumavam flores e o rapaz André foi ajudar com os estandartes. Clotilde também trouxera velas com suporte para serem levados pelos fieis e iluminarem a passagem da procissão que sairia ainda de madrugada.

André trouxera sua namorada, uma jovem chamada Almesinda. Clotilde havia casado há pouco tempo, mas o esposo, um rapaz de nome Altino estava viajando para Valladolid.

Ao verem Beatrix, os três acenaram.
Beatrix_algrave


Beatrix com as flores nas mãos, ia despejando sobre o molde. Os mais habilidosos iam colocando as flores mesmo sem moldes e o aspecto ficava incrivelmente perfeito. O maior trabalho era limpas e separar as flores, mas isso já estava feito. Em pouco tempo o tapete ficaria pronto, pois eram muitas mãos ajudando. O tapete ficava ao centro da passagem da procissão, que seguiria pelas laterais.

Ao notar que o diácono Antonio Nicollielo trouxera os estandartes, Beatrix acenou para ele.

Acenou para a diaconisa Abigayl, que trabalhava com ela no Seminário Menor de Viana do Castelo. Viu passando a carruagem do reitor da UP acompanhado da Condessa de Viana da Foz do Lima.

Notou ali também o Barão do Castelo Novo, acompanhado de dois homens. O Barão recentemente se inscrevera na Catequese. Acenou para ele e seus acompanhantes.

Beatrix se aproximou de Dom Nicollielo e comentou.

- Esse cortejo da procissão vai ficar muito bonito, creio. Espero que já estejam enfeitando também a Praça do Reino. De lá que seguiremos para a Catedral de Portugal. Em breve deixo os senhores e sigo para lá, mas Dom Lfrvot está muito bem acompanhado.


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Ricardo_pereira


O jovem Rys Kharduh levantara-se cedo naquele dia , como era habitual. Vestiu as suas melhores roupas, ainda que não fossem as mais requintadas, e foi até ao local onde se iria iniciar a procissão. O dia de sol quente combinava com a beleza das flores, que ainda estavam a ser dispostas, e todos os enfeites criados para homenagear o Sábio. A certa altura, repara que o seu amigo, Dom Damasceno, Barão de Castelo Novo, e decide ir cumprimentá-lo.
Ghost.


Um homem que tinha a alcunha de Ghost se aproximava da praça. Tinha esse nome pois sua fama era vista como de um fantasma. Ele era alguém que ninguém conhecia o passado, ninguém soubera de onde vinha e nem para onde iria. Um desconhecido, alguém que nem sequer existe para a maioria.

Por ser exatamente um fantasma, ele ia e vinha sem chamar muita atenção. Escutava conversas na feira e tinha bastante atenção no que era feito e dito ali, enquanto as pessoas achavam que estavam livres de olhares atentos. Ele havia sido interceptado certa vez, enquanto espionava um homem. Esse homem foi misericordioso com Ghost não o sentenciando a morte, ofereceu a ele a chance de se converter ao averroísmo e assim se livrar dos seus pecados. Em retribuição, o fantasma pagaria a misericórdia daquele homem com os seus serviços a ele.

O Fantasma acompanhava os mouros distância. Permanecia oculto em meio aos presentes e vestia-se pobremente, de acordo com o código pessoal que seguia. Quanto mais cheio o lugar, melhor era para ele se deslocar sem ser percebido.
Manoel


Manoel manteve guarda perto do Barão o tempo todo, seguindo-o a cerca de 3 ou 4 passos logo atrás. A medida que as pessoas iam cumprimentando o seu senhor, Manoel observava com cautela os arredores. Notou então o jovem Kharduh aproximando-se a cumprimentar o Senhor dos Mouros e logo tomou a frente mantendo uma posição imponente, mas sem impedir o jovem de cumprimentar Damasceno.
Ltdamasceno


Damasceno fora notado pela reitora do Seminário Menor de Viana do Castelo e respondeu acenando de volta para ela com um sorriso.

A medida que ia passando de maneira humilde, um dos seus irmãos de fé perguntou-lhe algo que lhe deixou curioso.

- Meu senhor, há muitos olhares duvidosos, tem certeza que é uma boa ideia estarmos aqui? Perguntou Abdallah.

- Não se preocupe, aqui não é Coimbra. Nossa família é bem recebida no Porto a anos. Diz o mouro ao seu irmão.

Logo em seguida notou a chegada de seu outro irmão de fé e o cumprimenta sorrindo: - Salaam Aleikum irmão Kharduh, obrigado por atender ao meu convite. Após cumprimentá-lo, olha para Manoel que entende a situação e afasta-se.

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"E eu testemunharei que não há ninguém digno de adoração, exceto o Único."
Ricardo_pereira


Kharduh saudou Damasceno alegremente:
-Salaam Aleikum Emir ! Como vai? Quanto ao convite, parece-me lógico que devemos prestar homenagem a Aristóteles!- disse sorrindo. Damasceno estava acompanhado por dois senhores, um que até parecia um guarda, pelo modo como logo se aproximou de modo imperial de Kharduh:
-E os senhores que aqui estão, quem são? É um gosto!- enquanto dizia isto, cumprimentou também os homens ao lado de Damasceno.
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