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Tecelaria Nicollielo

Nicollielo


Com boa intenção em seu coração, Nicollielo resolve usufruir de todo seu conhecimento para obter alguns cruzados a mais, então abre uma tecelaria com seu nome, ali perto da igreja e do castelo de Chaves, sem duvidas era o lugar mais movimentado de Chaves e lá estava todos potenciais compradores.

Aquele lugar que já havia sido uma casa, agora era o ateliê de Nicollielo. Logo no primeiro comodo ele deixou todas roupas que ja produziu para que quem entrasse pudesse ver suas obras ou talvez se quisessem leva-las, poderiam experimentar as roupas em um dos quartos que havia na casa . No outro quarto, o maior, estava toda sua matéria prima e seus equipamentos, era ali que a mágica acontecia, as lãs ou as peles se transformavam em belas artes uteis para aquecer o corpo. Habia também um outro pequeno quarto que Nicollielo resolve deixar uma mesa, poderia ser útil.

Nicollielo põe uma lista de preços na parede e então abre pela primeira vez as portas de seu ateliê;


Quote:
Avental - 113 Cz
Calça - 70 Cz
Camisa de Homem/Mulher - 120 Cz
Capa - 177 Cz
Casaco - 270 Cz
Chapéu - 52 Cz
Cinto - 36 Cz
Colarinho - 70 Cz
Colete - 128 Cz
Cordão - 49 Cz
Corpete - 128 Cz
Escudo - 67 Cz
lenço - 46 Cz
Manto - 245 Cz
Meias de Homem/Mulher - 45 Cz
Par de Botas - 83 Cz
Par de Sapatos - 26 Cz
Polainas - 67 Cz
Saia - 132 Cz
Toque - 52 Cz
Touca - 76 Cz
Vela Grande - 1005 Cz
Vela Pequena - 193 Cz
Vestido - 258 Cz


RP aberto para que façam seus pedidos

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Senescal Diocesano da Arquidiocese de Braga | Alcaide-mor de Chaves | Diácono de Chaves |Secretário Lusófono dos Registos Romanos | Capelão da Capela de São Karel | Assistente de Planeamento de Chaves | Mentor-chefe de Chaves
Nicollielo
Nicollielo chega em seu ateliê com um pedaço de lenha por debaixo dos braços, ao entrar facilmente ele encontra sua parceira de negócios, Dama Rita tinha 28 anos, olhos castanho e cabelos escuros mas um pele bem clara, estava usando um vestido azul tão claro que quase podia-se dizer que era branco.

- Olá Rita, como estás? Estás a fazer algo?

- Senhor Nicollielo! Estou muito bem e como o senhor está? Eu acabei de fazer uma encomenda, mas não tenho nada agora pra fazer, precisas de mim para algo?

- Estou bem, não, não se preocupe, uma amiga quer desenhar um quadro aqui, ela ja deve estar vindo. Me diga, como preparas aqueles chá?

- Me desculpe, eu gosto muito de chá, acabei pedindo para que fizessem uma janela grande naquele local em que estava guardado os utensílios da antiga casa, espero que não se importe.

- Não, não me importo! Fez bem, vou precisar acender o fogo.

Nicollielo realmente ficava pouco naquele ateliê e nem sabia de tudo que se passava por ali. A Senhorita Rita havia feito um belo tralho na nova cozinha, era bem pequena, mas muito funcional, Nicollielo abre a janela e põe fogo na lenha, em seguida ele sobe para o segundo andar onde estava a sala que ele imaginava ser pintado, ele da uma leve arrumada na sala enquanto ia explicando tudo a Rita e esperava Beatrix chegar.
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Beatrix_algrave


A baronesa chegou tão cedo quanto o combinado. Ela desceu da carruagem com a ajuda de Fabrício e ao ver que a tecelaria estava aberta ela entrou. Emanuel a acompanhou trazendo tudo de que Beatrix iria precisar. Ela parecia bastante animada para iniciar seu trabalho.

Beatrix parou ali e aguardou que alguém aparecesse para recebê-la. Ela trajava um vestido cinza cuja cintura era marcada por um cinto de veludo bordado que pendia até quase atingir o chão. As magas longas era abertas revelando a manga do vestido interno que era branco.

Ela também usava uma capa e luvas finas também cinzas, mas de um tom mais claro. Ela despiu a capa e as luvas e entregou-as a Emanuel que ficou parado ao seu lado.

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Nicollielo
Nicollielo estava arrumando a sala ainda quando ouve o som da carruagem parando em frente a casa, deveria ser a Baronesa chegando, ele desce e vai até a entrada para receber a Dama e ajuda-la caso fosse preciso.

- Dama Beatrix, Bom dia! - Diz Nicollielo enquanto faz uma vênia e logo a Rita a cumprimenta da mesma forma.

Um dos homens que acompanhava Beatrix estava carregando diversos objetos, entre eles alguns que o velho nem sabia a utilidade.


- Podem levar lá pra cima, acho que será o melhor local, o que achas Dama Beatrix? -Nicollielo sobe logo atrás do homem para o ajudar - Rita? Pode colocar água para ferver? - Diz Nicollielo antes de terminar de subir e a moça compreende e vai até a cozinha, enche a chaleira e coloca sobre o fogo que Nicollielo havia acendido.
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Beatrix_algrave


Ao notar a chegada do diácono e sua sócia, Beatrix retribuiu a vênia. Ela concordou em acompanhá-lo até a parte onde o clérigo havia decidido que seria o melhor lugar para o trabalho.

- Bom dia, senhor Nicollielo. Como preferir. Tendo uma boa luz e o espaço necessários estará ótimo.

Ela comentou enquanto acompanhava.

- Sim, pode ser. Mas me avisem quando ferver, pois o preparo é um tanto diferente. Não é como um chá comum, pois leva a semente torrada e moída e algumas especiarias. Tem que ser feito com muito cuidado para não queimar as sementes e decantar.

Ela comentou sobre a água para ferver. O criado carregava suas coisas e também a capa e as luvas da Dama. Assim que chegou ela observou o espaço.

- Onde exatamente o senhor gostaria de ser retratado e com que fundo?

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Nicollielo
- Como achas melhor? Queres que eu fique sentado ou em pé? Estive pensando em ficar um frente a essa cruz que ganhei de um amigo, Leonardo, na verdade ele deixou no meu escritorio de assistente de planeamento, mas resolvi trazer pra cá.

O diácono ia falando e andando pela sala mostrando as possibilidade. Era uma pequeno escritório que usava bem pouco, mas ali estava guardado seu maiores bens terrenos, pois era sua unica propriedade. Havia uma mesa grande e uma cadeira de madeira, uma grande estante que havia mas coisas que ele tinha ganho, livros e objetos variados. Quando Beatrix fala sobre a luz o Diácono termina de puxar a cortina que estava apenas um pouco aberta e o Sol de verão ilumina boa parte da sala.

- Assim está bom?
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Beatrix_algrave


Enquanto observava o local, indicou a Emanuel que colocasse suas coisas em sima da mesa. O empregado o fez com todo o cuidado que conseguiu.

Ela procurou observar o ambiente. em especial a quantidade de luz que adentrava a janela aberta.

O calor do sol quebrava um pouco o ar de "guardado" daquela sala.

- Bem, vou usar essa mesa e cadeira para sentar-me e pôr o material. O senhor será retratado de pé diante da cruz. Será minha ideia inicial de fundo, essa parede lisa com a cruz, mas depois eu vou trabalhar nisso. Creio que é tudo que vou precisar. Uma parede,
local para o meu material e a sua figura.


Ela aproximou-se do diácono para dar-lhe as direções e dizer exatamente como ele devia se posicionar.

- Não gostaria que parecesse de todo posado. Prefiro que o senhor fique o mais natural possível. Por favor relaxe os ombros e o pescoço, mantenha seu olhar na minha direção e não abaixe a vista.

A baronesa disse essas palavras, mas ela ainda precisava desembrulhar seu material. Entre as coisas que ela trouxera, estava uma espécie de bule com cabo longo, um moedor de madeira, um saco de tecido que parecia ter grãos e um jogo de estranhas canequinhas sem abas, bastante delicadas e bastante diferentes. Havia ainda mais alguns saquinhos de tecido e utensílios que ela dispôs ali.

O seu material de desenho estava em uma pasta de couro de velino. Ela aos poucos tirou alguns bastões de carvão e pastel, penas, um esfuminho e uma prancha de madeira com papeis presos por um sistema de ganchos. Ela os perfilou cuidadosamente. Só então voltou novamente os olhos para o diácono Nicollielo.

- Podemos começar, então?



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Nicollielo
Nicollielo se posiciona onde Beatrix o indica e relaxa como ela pediu, ele se sente melhor quando faz isso pois lembra que iria ficar por ali muito tempo. Assim que o Diácono ia responder a Dama Beatrix, Rita sobe as escada.

- Nico, a água ja esta começando a ferver.
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Beatrix_algrave


Nesse caso, vamos fazer uma pausa antes de começar. Tomamos um pouco agora e um pouco ao final, se o senhor gostar, claro.

Ela indica ao Emanuel que traga o material e venha com ela para a cozinha. Lá chegando ela dispõe o material sobre a mesa com a ajuda do criado. Ela retira com cuidado, com a ajuda de um pano, o tacho de água quente do fogo, então, e o deixa sobre a mesa. Pede que Rita não apague o fogo do fogão a lenha ainda. Ela pega parte da água quente e lava com ela o bule que ela trouxe. Joga essa primeira água fora depois lhe enche com a água quente.

Então, ela separa alguns grãos no moedor de mesa e pede que Emanuel moa alguns grão de cor castanho escura que parecem torrados, até que virem pó. Após isso, a baronesa separa três medidas do pó e atira à água que tirara do lume e leva novamente ao fogo, dessa vez no bule de cabo longo que ela trouxe.

Ela deixa que a água esquente com o pó, mas sem ferver. Então retira do lume novamente e dessa vez ela joga um punhado de açafrão, cardamomo moído e anis estralado e dois punhados de um pó escuro que tem um cheiro adocicado. Ela então, leva novamente ao lume por mais um pouco, retira por fim e põe o bule sobre a mesa e deixa decantar tampado.

Enquanto isso ela prepara as xícaras em uma bandeja. Depois de cinco minutos decantando, com muito cuidado ela despeja levemente o líquido nas xícaras para que vá o mínimo de pó.

- Está pronto.

Ela disse e com a ajuda de Emanuel levou a bandeia de prata com as xícaras de porcelana para o local da pintura.

- Então, o cheiro não é ótimo? Prove senhor Nicollielo.

A bebida era bastante escura e aromática. Para acompanhar ela serviu algumas frutas secas. O ideal seria tâmaras, mas seria difícil ter tâmaras ali. Então, ela serviu ameixas, peras, pêssegos, morangos e figos secos.



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Nicollielo
Nicollielo fica na sala esperando que as moças fizessem o chá. Nesse tempo ele ia olhando os materiais de Beatrix curiosamente e tentando entender sua utilidade. Quando eles subiam a escada já dava para sentir o cheiro daquele chá, algo muito diferente e agradável ao olfato , não parecia nada semelhante ao Velho Diácono. Ele pega uma das belas xícaras e experimenta aquela bebida e conclui que o sabor equivalia ao cheiro, ambos muito bom. Aos poucos Nicollielo e os demais iam bebendo aquele chá e conversando sobre seu sabor amargo e sua origem, assim que termina ele vai até o local onde iria ficar e diz:

- Agora estou pronto!
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Beatrix_algrave


Beatrix tinha um sorriso divertido nos lábios, ela realmente se divertia em partilhar suas aquisições exóticas.E aquela bebida certamente se encaixava nessa categoria. Alguém poderia considerar estranho uma baronesa servindo um diácono, mas ela fazia isso com muita naturalidade, pois afinal, ela era uma diaconisa e não via essa distinção de patamar social.

Ela ultimamente vinha preferindo aquela bebida, ao misterioso "blend" de ervas secas que seu irmão trouxera do Tambapanni, com seu aroma inconfundível de bergamota.

Atualmente, ela se encantara pelo qahwa. Ainda que o tomasse com moderação. Lembrava que a primeira vez que a bebera foi na casa de Aqil Nagi, em Alexandria. Ela tomou um gole suavemente e posou sua xícara de porcelana na mesa.

- Fico feliz que tenha apreciado, e que está disposto, vamos então.

Com uma navalha ela apontou cuidadosamente os seus bastões de carvão, havia uma toalhinha que ela dispôs para limpar as mãos sempre que necessário.

Então, ela olhou bem para o clérigo, apreciando se a sua postura estava de acordo com o que ela necessitava.

- Quando cansar diga. Eu fico muito absorta quando desenho, posso me esquecer até mesmo da dor.

Ela comentou e então finalmente, seus dedos finos pressionaram os pequenos bastões e ela começou seu primeiro esboço. De fato ela concentrava-se absorta.

- Mantenha o olhar, Senhor Nicollielo. Não esqueça.

Ela comentou e voltou-se para a pintura. Mais ou menos uma hora se passou sem que ele desse sinais de cansaço, enquanto seus dedos habilmente riscavam o papel procurando captar a figura do pároco.

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Nicollielo
Nicollielo jamais se imaginava em um quadro, já havia visto algumas pessoas sendo desenhadas, mas na maiorias do caso eram paisagens ou mesmo algo inexistente. Enquanto Beatrix ia desenhando ele tentava ao máximo se manter quieto, porém sua cabeça não parava, ficava pensando em tudo, se lembra de quando contratou um artista para pintar a povoação antes e depois do planeamento de Chaves, eram artistas mais novos, com pouca experiência, ao contrario de quem estava na sua frente o desenhando. Talvez Nicollielo observava mais a Baronesa do que ela a ele, pensava que fosse um bom artista poderia desenha-la ainda que ela saísse. O boca saboreia o amargo sabor do chá por muito tempo. Seus pés alternavam o peso do corpo para que aguentasse mais tempo e rezava para que isto não atrapalhasse a Baronesa

- Quando eu me cansar aviso.


O Diácono não queria atrapalhar Beatrix de forma alguma, estava quase todo momento em silêncio e decide dar o melhor de si e aguentar em pé o máximo possível, talvez ele conseguisse tranquilamente ficar por mais uma hora.

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Beatrix_algrave


Como Beatrix estava deveras concentrada, a sala estava silenciosa, por isso era possível ouvir o ruido insistente dos bastões de carvão arrastando-se suavemente contra o papel. Em alguns momentos ela abandonava os bastões e seus dedos ágeis tomavam o esfuminho, que era basicamente um pedaço de papel enrolado e colado, que ela usava para "esfumar" algumas partes do desenho.

Emanuel:- Vossa Graça, o tempo que me pediu para avisar passou.

Era Emanuel que quebrava o silêncio. O criado parecia ter sido instruído para interromper o trabalho de Beatrix para não abusar do modelo e não deixar o diácono excessivamente cansado.

- Desculpe, senhor Nicollielo. Faremos uma pausa de alguns minutos, antes de prosseguir. O senhor não está habituado a posar. Não quero deixá-lo dolorido.

Ela disse e sorriu. Com a ajuda de Emanuel limpou as mão e comeu algumas frutas secas. Fez nova mistura e instruiu o criado para que dessa vez preparasse o chá para ela e o diácono. Uma vez que ele já havia visto o processo. Logo novas xícaras eram servidas. Após o descanso ela retomou o trabalho e pediu que o diácono continuasse a pose sentado dessa vez. O trabalho prosseguiu até a hora do almoço. Percebendo que ocupara toda a manhã do prefeito ela se desculpou e se despediu.

- Creio que ficamos por aqui, senhor Nicollielo. Devo preparar-me para partir. Ainda irei visitá-lo outras vezes para dar continuidade a esse trabalho, mas no momento é o bastante. Muito grata e sinto ter tomado o vosso temo.

Ela limpou as mãos e fez uma vênia.


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Nicollielo
Nicollielo sente-se extremamente aliviado ao ouvir que poderia descansar, realmente ele não estava habituado a posar. Durante a pausa ele pode tomar novamente o chá que o havia deixado encantado e realmente havia funcionado em mante-lo sem sono, mesmo que Nicollielo dormisse muito bem, ele conseguia dormir em qualquer lugar de qualquer forma e em qualquer hora do dia, ele não sabia ao certo o motivo mas considerava que era o cansaço de toda vida.

Mesmo depois do descanso, ao retornar, rapidamente ele se sente mais cansado ainda, provavelmente por estar alguns minutos aliviados e logo retornar ao esforço, ainda assim ele se mantem em pé por mais um bom tempo. Desta vez ele começa a falar mais com Beatrix, começaram a conversar durante a pausa e só pararam quando a Baronesa diz que ja estava na hora de ir, Nicollielo estava gostando da conversa mas mesmo assim sente-se um pouco aliviado, pois realmente ja estava cansado de ficar naquela posição.


- Dama Beatrix, não se preocupe com meu tempo, sei que pareço ter pouco mas da pra fazer muita coisa ainda. Que ótimo saber que a verei logo, será um prazer!


Diz Nicollielo logo após retribuir a vênia quando Beatrix saia de seu ateliê.
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