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[Festival de Outono] Teatro na Praça

Beatrix_algrave


Naquela manhã de outono, o dia estava fresco e agradável. Ainda não estava frio, a temperatura era amena, e o céu estava límpido. Na Praça do Reino, algumas árvores já perdiam as folhas e elas rolavam pelo chão, levadas pelo vento.

Ali, os integrantes da companhia de teatro de fantoches, Companhia da Alegria, começaram a montar o seu palanque, incluindo a grande caixa de madeira onde ficariam os fantoches. Ela foi disposta em um local de destaque ao centro da Praça. O som de martelos se fazia ouvir, enquanto as partes do palco eram montadas. Quando o palco finalmente ficou pronto, alguns músicos tocavam para chamar a atenção da audiência que aos poucos se aglomerava em volta da grande caixa de madeira, agora toda decorada de tecido vermelho e dourado. Uma cortina cobria o local onde os fantoches e o cenário seriam dispostos, gerando uma certa expectativa na plateia que aos poucos ia se formando.

Em uma placa vermelha e vistosa, onde se via o título da peça infantil.





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Vivian


O outono chegou, meio timidamente, mas já se fazia presente. A brisa fresca já podia ser sentida, o que fazia com que as pessoas começassem a usar roupas mais quentes. Naquela agradável manhã, o teatro de fantoches teria início. Um evento único que Vivian ainda não tinha presenciado e que gostaria de vivenciar junto à família. De certeza, a pequena Maria adoraria ver a apresentação, então a loira resolveu se deslocar até à praça do reino para levar a sobrinha. E não só. Ela também havia chamado Mantie, Balyan e alguns amigos do Porto.

Embora Vivian nunca tivesse visto um teatro de fantoches, ela fazia ideia de como era, por ter ouvido diversas histórias por incontáveis vezes. Assim, dentro do coche enquanto percorria o caminho até o local do evento, ela explicava para Maria o que estava prestes a acontecer.

- Minha querida, o teatro de fantoches é algo mágico e lindo de se ver. Lembra-se de quando fazemos o teatro de sombras com as nossas mãos, antes de você ir dormir? Então, o teatro de fantoches é parecido. Mas é feito com bonecos, tem cenários, músicas e outras coisas! Tenho certeza de que você vai gostar...

Animada, desceu do coche e caminhou até a praça com os familiares ao seu redor. Segurando na mão de Maria, para que não se perdesse ante à multidão que ia se aglomerando ali, Vivian avistou o palco, com um cortinado vermelho que chamava bastante atenção.

- "A ovelhinha que veio para a ceia". - leu em voz alta o nome da peça - Venham! Vamos ficar mais próximos para termos uma visão melhor. Até porque senão a Maria não vai enxergar nada! - disse.

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♛ Royal Princess of Portugal - Countess of Porto - Baroness of Póvoa de Varzim ♛
Maria.viana.sagres


Maria estava eufórica com a notícia que sua tia lhe dera: que iriam assistir a um teatro de fantoches. A menina, mesmo sem entender direito o que era aquilo, pulava de alegria e empolgação, pois finalmente ela iria em um evento que não lhe causaria tédio. Por mais que Maria fosse inteligente e esperta, ela ainda era uma criança e precisava de distrações condizentes à sua idade.

A pequena, que tinha o dom de falar pelos cotovelos, enchia Vivian de perguntas durante o trajeto:

- Tia Princesa Vivi, o que é um fantoche? Essa palavra me lembra fantasma. Não vai ter fantasma lá não, né? Eu vou ficar com medo? Será que eu vou gostar?

Após a tia lhe responder às perguntas, ela suspirou aliviada de que não teria fantasma na apresentação.

- Já que são bonecos, não vou ficar com medo. Eu tenho bonecas no meu quarto, né, tia?

Quando desceram do coche, a menina tentou correr, mas antes que conseguisse dar qualquer passo, a tia lhe segurou firme pela mão. Ela revirou os olhos e arfou, mas quando viu a multidão deu graças a Jah pela tia ter feito aquilo. De repente, ela avistou o palanquim e cutucou a prima:

- Mantie, Mantie, olha! Que cortina grande! Parecem com as cortinas da sala da mamãe Marih. Ela ia gostar de ver também... - Maria lembrou-se saudosa até ouvir sua tia dizer a palavra ovelhinha - Ovelhinha! Eu gosto de ovelhinhas. Por que essa não foi para a ceia?

Tagarelando, andou entre as pessoas acompanhando a tia e os familiares até o local onde assistiriam a apresentação.

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Mantie


- Mantie, Mantie, olha! Que cortina grande! Parecem com as cortinas da sala da mamãe Marih. Ela ia gostar de ver também... Mantie sorria com a euforia da pequena e amável prima Maria...
- Sim, minha querida, são enormes e lembram sim a da sala da tia Marih Mantie responde a prima com muita paciência, pois além de a adorar, sentia muita dó da perda tão precoce da menina.
Contagiada pela alegria da pequena, Mantie fica imaginando como funciona um teatro de fantoches, visto que nunca foi em um e espera ansiosamente que fique lotado e comece de vez..

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Izabelladrago


Izabella chega na Praça acompanhada de Charles o fiel mordomo de seu pai. Avista a pequena Maria caminha até ela e cumprimenta com um sorriso... Vê a euforia dela e acaba por sentar perto, aguardar pelo levantar das cortinas para começar o teatro!!!

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Maria.viana.sagres


Maria olhava para tudo admirada, esperando ansiosa pelo início da peça. Não tinha nem cinco minutos que a garotinha estava ali, mas pareciam horas e horas de espera. Definitivamente, ela tinha herdado a impaciência da mãe. De repente, ela viu uma criança se aproximar e lançar-lhe um sorriso. A pequena Maria não a conhecia, mas sorriu de volta, esboçando um largo sorriso que quase podia-se ver todos os dentes de sua boca.

- Olá, eu sou a Maria. Como você se chama? - disse para a ruivinha.

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Margharida.


A passear calmamente pela Praça vê um aglomerado de pessoas, caminha ate eles para saber do que se trata chegando mais perto vê o palco fica entusiasmada com peça de teatro que vai haver e fica lá para assistir

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Izabelladrago


Sempre muito sorridente, responde com muita euforia eu chamo-me Izabella e você?
Enquanto aguardava resposta olhava tudo a sua volta..

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Beatrix_algrave


Diante da praça já repleta de gente, as cortinas do teatro de fantoches é finalmente aberta.
Então, surge diante do público o cenário da casinha do Velho Lobo, com sua lareira e seu caldeirão repleto de cenouras, repolho e rabanetes. O fogo de papel crepom da lareira parecia crepitar com o vento que sacode as folhas da praça. O som de trompas anuncia o Velho Lobo, que se queixa do seu jantar tão "sem graça".

A voz do Velho Lobo é grave e entrecortada pela tosse, de um velho lobo faminto e rouco talvez pelo frio, já que a história se passa no inverno que ainda não chegou para todos ali. O boneco felpudo do lobo parece se dirigir a uma porta imaginária quando ouve o toc, toc, toc da porta onde lhe aguarda uma surpresa. E quem será que batia a porta do Velho Lobo? Suspense na plateia.




OOC:Extraído do livro: A Ovelhinha que veio para o Jantar de Steve Smallman e Joelle Dreidemy
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Beatrix_algrave


No cenário a porta e abre, e eis que surge a ovelhinha, tremendo de frio à porta do Lobo. A ovelha é anunciada pelo som de flautas, sua voz soa tremula de frio.


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Beatrix_algrave


A peça prossegue enquanto as crianças observam atentas e a música ajuda a dar o clima, que se torna tenso, quando a ovelhinha inocentemente adentra a casa do Lobo. Ela aceita o convite pois era isso ou morrer de frio.



Ouve o bater de dentes da ovelhinha enregelada, e também o ronco da sua barriga faminta.


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Kalahn



Kalahn se aproximou para ver a peça infantil. Ela saudou os presentes e sentou-se para apreciar a peça.


Kalahn se acercó a ver la obra de teatro infantil.Saludó a los presentes, y se sentó para poder disfrutar de la obra.
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Beatrix_algrave


Agora o que se acompanhava no palco do teatro de fantoches eram as estripulias do Lobo para devorar a inocente ovelhinha que havia buscado abrigo em sua casa em uma noite fria.

Primeiro o Lobo deixara a ovelhinha perto da lareira para esquentar-se pois não queria a "comida" fria. Agora alimentara a ovelhinha pois não queria a "comida" faminta. Mas o Lobo não esperava que após comer a cenoura a ovelhinha ia acabar tornando-se uma comida soluçante.


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Beatrix_algrave


- Pessoal, e agora? Como o Lobo vai acabar com o soluço da Ovelhinha? - Perguntou o narrador.

Algumas crianças na plateia diziam coisas que o Lobo poderia fazer.

- Dá um copo dá'água pra Ovelhinha! - Uma menina gritou da plateia, pois era assim que sua mãe acalmava seus soluços.

- Prende o ar da Ovelhinha e conta até dez. - Um menino de uns cinco anos gritou inflando as bochechas.

Então, o Narrador continuou

- Pena que ele não pode ouvir vocês, porque o Lobo realmente não sabe o que fazer para tirar soluço de Ovelhinhas.


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Beatrix_algrave


Já cansado de fazer piruetas com a ovelhinha sem resultado algum, o Velho Lobo sentou na cadeira com a ovelhinha nos braços.



- E não é que deitada nos braços do Lobo a ovelhinha parou os soluços? Pois bem, a Ovelhinha de barriguinha cheia, e agora sem soluços, sentindo o calor do Lobo e da lareira, acabou por adormecer inocente.

Os músicos tocam uma melodia suave, como se estivessem embalando o sono da Ovelhinha. Uma canção de Ninar se faz ouvir ao fundo.

Dorme, dorme Ovelhinha
vá sonhar
ainda é tempo, Ovelhinha
vá, vá dormir
Sonha sonhos cor de rosa
passeia no céu e no mar
apanha o mundo
no teu sonho, Ovelhinha
dorme, dorme
dorme e sonha Ovelhinha
sonha, é tempo ainda...



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