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[RP - Privado] Raízes Mortas

Leticia


- Letícia, não faço ideia. Mas vamos tentar rastreá-lo.

Ela propõe. Quando ela volta para porta há um homem em frente dela, observando-a, um homem em vestes negras. Ele pede silêncio e chama Letícia fazendo um sinal para ela. Sem dizer palavra entrega um bilhete e desaparece.

Ela pega o bilhete e abre, suspirando aliviada.

- Parece que tiveram receio de que chegássemos tarde demais. Ele está em segurança, vamos sair daqui antes que a multidão chegue.

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--Diogo_loureiro
Diogo vê a loira segurar um bilhete e olha desconfiado em volta. Não vê nada nem ninguém, contudo não consegue deixar de sentir que algo lhe está a escapar.

- Onde estava esse bilhete?
Leticia


Letícia sorri com um leve sarcasmo.

- Um mensageiro me entregou. Se me acompanhar posso levá-lo ao local onde Benoit se encontra.

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--Diogo_loureiro
Diogo ergue o sobrolho, ligeiramente apreensivo, pois não vira mensageiro algum, muito menos ouvira. Seria o cansaço da viagem ou a loira era tão ardilosa quanto tentava esconder? Maria Madalena havia-lhe dito para confiar no discernimento de Letícia e ele assim fazia, embora contrariado.

- Mostre o caminho.

Disse e voltou-se para montar o cavalo novamente.
Leticia


- Certo, me acompanhem então.

Letícia convidou-os a seguir com ela. Tornou a montar em sua égua negra e tomou um rumo que se afastava da cidade para o norte. Depois de uma nova viagem, chegaram finalmente a uma espécie de forte ou castelo antigo. A princípio o local parecia inabitado, mas assim que Letícia bateu palmas, o portão do lugar foi aberto.

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Narrador, incarné par Beatrix_algrave


Ao olhar à sua volta, Benoit se deu conta de que estava em um quarto sem janelas. Neste espaço havia poucos móveis, além de uma cama na qual ele estava deitado, havia uma mesa. um cadeira e um criado mudo, sobre o qual estava um castiçal que iluminava parcamente o aposento de paredes de pedra. A porta de madeira a sua frente estava fechada, mas dali ele não poderia dizer se estava trancada. O local era silencioso e ele parecia estar sozinho em seu aposento.

Seria aquele espaço uma prisão?

Filipe
Desde há muito tempo que Filipe sabia daquilo . Naquela altura pediu um cavalo emprestado e foi até à Casa de Benoit , tentando ajudar em alguma coisa . Quando chegou à casa dele . Deparou-se com outros cavalos vazios , e bateu à porta :

- Sr.Benoit , Sr.Benoit ?!
M.benoit


O francês sentia ainda o corpo pesado enquanto ensaiava vasculhar o local onde fora instalado. Esfregava os olhos ainda duvidando que estivesse longe do aconchego de sua humilde e iluminada casa. “Estou parecendo um bebê chorão. Recomponha-se bonhomme!” Em um movimento brusco ele levanta e caminha até a porta de modo sorrateiro. O plano de Benoit era abrir a porta de modo calmo para averiguar da situação e do local sem ser notado. Mas ao notar a porta trancada esqueceu-se de toda a cautela planejada.

- Onde estou? Abram a porta! Òu suis-je!? – gritava alto enquanto batia desesperado na porta.


Òu suis-je - onde estou
bonhomme - homem simples
--Diogo_loureiro
Diogo e os mercenários seguiram a bela loira. A mulher afastou-os da cidade e conduziu-os para norte. Foi atento ao caminho, tentando memorizá-lo e atentar em pormenores relevantes, como pontes, tabuletas e outras preciosas indicações. Para uma meretriz, Letícia tinha um excelente sentido de orientação. Era ainda espantoso notar como ela parecia conhecer perfeitamente aquele trajecto. As capacidades da loira apenas aumentavam os receios e ânsias de Diogo. Não confiava nela.

Depois daquilo que lhe pareceu uma hora de viagem, chegaram por fim a um castelo antigo. As pedras, marcadas pelo tempo e pelo mau trato, estavam cobertas de musgo em muitos locais. Julgou que estivessem sozinhos e que aquele fosse um dos muitos castelos abandonados que existiam no reino, enganou-se, pois quando Letícia bateu palmas o portão foi aberto. Sobressaltou-se, mas disfarçou como pôde.

- É aqui que vamos encontrá-lo?
Leticia


Letícia não parecia preocupada, a mensagem a tranquilizara. Ela não fora a única alertada sobre o problema de Benoit. Felizmente, havia um plano B e isso facilitaria as coisas. A Sivara fizera a sua parte o melhor que podia.

Letícia:- Sim, é aqui.

Ela concordou, diante da pergunta de um desconfiado Diogo.

Um homem veio caminhando na direção deles. Era um guerreiro de estatura mediana, mas não estava de espada em punho. Estranhamente não se viu especificamente de que pórtico ele saíra. Usava uma cota de malha e um tabardo negro.

Guerreiro:- Boa noite. Fico tranquilo que meu recado tenha sido recebido. O trouxemos assim que a permanência dele se mostrou perigosa. Desculpe se a assustamos.

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Narrador, roleplayed by Beatrix_algrave


Ao bater na porta, e mexer na maçaneta, Benoit deu-se conta de que a porta não estava trancada. A princípio nada se ouviu além dos gritos dele.

Então, depois de um tempo, Benoit começou a ouvir passos, vindo na direção de onde estava.
--Diogo_loureiro
Não tardou muito para que um homem surgisse ao fundo e caminhasse na direcção do grupo. Era mais baixo do que Diogo e envergava uma cota de malha, não estando aparentemente armado.

- Benoit está aqui? - Perguntou dirigindo-se ao guerreiro.

Sentia-se ainda mais confuso.
Narrador, roleplayed by Beatrix_algrave


O guerreiro respondeu a pergunta de Diogo.

- Sim, está. Tivemos que trazê-lo. Ele desmaiou e foi trazido inconsciente, mas está bem. Isso foi ontem, por isso o deixamos descansando em um quarto, até a chegada de vocês. Sabia que viriam. Sugiro que passem mais uma noite aqui. Não creio que ele tenha condições de viajar ainda.

Ele propôs com naturalidade que o grupo de Diogo e Letícia pernoitasse ali.
--Diogo_loureiro
Diogo não fazia a menor ideia de quem seria aquele homem ou a que tipo de organização pertencia. Contudo, parecia-lhe que Letícia sabia perfeitamente. Somente aquela não era a hora adequada para a questionar.

- Podemos vê-lo?

Queria certificar-se de que o primo de Maria Madalena estava realmente vivo.
Narrador, roleplayed by Beatrix_algrave


- Sim, claro que podem. Acompanhem-me, por favor.

Ele disse e indicou que o grupo deveria entrar na fortaleza. Alguns homens apareceram para levar os cavalos do grupo ao estábulo, enquanto entravam no prédio principal.

Lá, o guerreiro os conduziu ao grande salão e em seguida a uma escada. Que conduziu ao aposento onde Benoit fora deixado.

No interior da fortaleza havia guerreiros armados de espadas e bestas. Se aquilo fosse uma armadilha era tarde demais para recuarem.

Depois de seguir por um dos corredores. O guerreiro parou em frente a uma porta de madeira. Havia um guerreiro vigiando a porta.

- É o quarto dele. Talvez já tenha acordado.

O vigia confirmou que sim.

Do lado de fora do quarto, Benoit ouviu vozes.

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