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[RP] A Ceia dos Averroístas e o Compartilhar do Conhecimento

Ltdamasceno


A algum tempo atrás, próximo da praça pública de Portugal.

Damasceno estava próximo da praça de Portugal junto de seus irmãos de fé averroístas, eles estavam fazendo uma ceia, dividindo os alimentos que tinham consigo enquanto compartilhavam suas ideias e conhecimentos sobre o Único.

O mouro escutava atentamente o que seus irmãos diziam, porém notava que algumas pessoas que passavam pelo o local observavam aquele grupo nada comum e ficavam a tentar ouvir de longe, talvez por medo, talvez por preconceito.

Damasceno, pensando em por um fim a aquela situação, decidiu abraçar os ensinamentos de Averroís e tomou a iniciativa de abrir espaço para os que lá observavam de longe.

- Aproximem-se, não tenham medo. Podem sentar-se conosco e compartilhar de nossa comida. Nós não fazemos mal a ninguém que pense diferente de nós, podem ficar a vontade em nossa presença, são todos bem-vindos aqui. Afirmou o mouro, estendendo a mão para os que lá observavam. Uns saíram assim que ele dirigiu a voz para eles, mas alguns outros, pareciam considerar o convite e neles Damasceno depositava a esperança de virem sentar-se e ceiar junto dele.

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"E eu testemunharei que não há ninguém digno de adoração, exceto o Único."
Altaair


Altair Hassan como de costume indagava alguns questionamentos enquanto deleitava-se de um delicioso banquete. Logo vê seu irmão de fé Damasceno convidando a população ao redor para integrar ao grupo e conhecer os ensinamentos do Único.

Podem vir, o Altíssimo nos ensina a dividir nossas riquezas e propagar sua palavra! Diz ele de forma pacifica e simpática o que não era muito comum ao rapaz.

O jovem Hassan volta a comer e retira de sua bolsa algumas iguarias que mais cedo havia comprado junto a um mercador, pois sua família tem o belo costume de apreciar alimentos com os melhores e mais fortes temperos.
Infestissumam
Infestis, passeando pela a primeira vez em Portugal, percebe um grupo de árabes sentados a conversar e falar sobre suas crenças.

Ele se sente interessado em participar e aceita o convite para sentar-se e ouvir mais sobre o que aqueles homens falavam.

Em sinal de agradecimento, ele dá um aceno de cabeça e se senta, esperando para ver se alguém dividia consigo um pedaço de pão, pois já estava faminto a dias.
Salma


Após a viagem que fizera para participar do casamento da jovem aprendiz que conhecera em Alexandria, a filha da Agulha partira, pois não poderia ficar muito tempo, tinha outros assuntos a tratar em Portugal. Ela decerto voltaria a ver a jovem no momento certo, mas agora ela caminhava pela praça e observava o seu burburinho.

Ao ver um grupo de Averroístas dando um banquete na Praça e convidando as pessoas a sentarem-se e a cearem com eles, a jovem decidiu aproximar-se. Desde que chegara a Portugal, sentia-se um pouco deslocada e era bom saber que havia por ali pessoas que comungavam de sua mesma fé, e que seguiam os ensinamentos de Averróis.

- As-salam alaykom! Que a paz do Único esteja com todos.

Ela fez uma saudação, assim que aproximou-se o suficiente.
Komili
um italiano recém chegado italiano que ouviu averroísta . resolveu seguir a religião
Leito


Leito que era um desses que ali passava na altura que o mouro falava, decidiu aproximar-se e ver que confusão era aquela.

Que se passa aqui, isto são horas para se fazer barulho?! Que raio de pessoas são vocês, não tem mais nada que fazer?! Seus insurrectos, que andam vocês para ai a cacarejar?!

Reclamava e abordava Leito enquanto se ia aproximando do grupo sem sequer saber do que se tratava, apenas sabia que eram pessoas estranhas, vestidas de maneira esquisita e falavam de outros assuntos mais estranhos ainda.

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Vst


Ao receber um convite, V com a ajuda da sua criada Outubrina, preparam um cesto com alguns mantimentos e vão até ao espaço onde Damasceno indicara.

-Excelente ideia que o mouro teve, acho que está na hora de deixar de ter as portas fechadas ao pouco que sabemos. Averroismo... nem sabia que existia esta religião... Tem tanta coisa lá fora que desconhecemos...

Ao entrarem no espaço, um homem sai reclamando furiosamente e sem dar conta, empurra V que cai no chão.

-Que mal educado!!! - diz, tentando se levantar com a ajuda da sua criada - se as pessoas não fossem tão casmurras e fechadas, talvez soubessem primeiro ouvir os outros antes de tirar conclusões. E são estes os filhos de jah, como eu sou...

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Monge_informante


O Monge Informante, a pedido do seu amo NReis Ribeiro de Sousa Coutinho, disfarçara-se de Mouro e utilizara os seus conhecimentos de Árabe para se integrar no grupo do infiel Damasceno, de modo a observar, ouvir e anotar todos os movimentos das pessoas que ali se encontravam, para entregar a seu amo este relatório. Chegando a sua vez diante de Damasceno, o Monge pede perdão a Jah pelo que iria dizer a seguir, embora fosse por Jah que fazia isto:

- Que o Único esteja no meio de nós, irmão Damasceno! É um prazer estar aqui com os diversos adoradores do Único!

Vendo que Damasceno não desconfiara de si, o Monge fora-se sentar perto de Altair, para estar atento a todos os movimentos daquele perigoso herege, que propagava a sua semente junto de uma devota aristotélica. Apertando com força o punhal que trazia dentro das suas vestes, o Monge controla-se e larga-o, para estender a mão a Altair e sorrir-lhe, embora a sua vontade fosse outra.
Sirkratos


Galopando com seu cavalo negro, kratos passa pela praça para tomar conhecimento do que se passava, outrora já havia visto muitas discussões engraçadas que o fazia se distrair frente ao trabalho diário. Até que ao longe, ele aguça sua audição e tenta distinguir as varias vozes que ouvira, a primeira parecia com seu grande amigo Damasceno, depois ouvi a inconfundível voz de seu irmão e por fim um burburinho de pessoas das quais ele não soube distinguir.
Diante de tal fato, ele direciona-se ao encontro daquele grupo chegando lentamente ao seu entorno aproveitando para saber do que se tratava.

- Oras, me parece um belo banquete!! murmura ele consigo mesmo e logo percebe um sujeito tentando ser intimidador. Eis que rapidamente amarra seu cavalo numa haste de ferro próximo ao grupo e apressa o passo com sua espada em punho.

- Que a paz do Único esteja convosco meus amigos! fala o mouro em alto e bom som. - Altair irmão temos que continuar nosso treinamento, certos infiéis acreditam que podem ameaçar um Hassan abençoado pelo Altíssimo. completa rindo e cumprimentando a todo cordialmente como de costume...

Após as cordialidades, Kratos começa a degustar aquele banquete divino, digno de um grupo Averroísta. E então se aproxima de seu amigo Damasceno e fala:

- Caro amigo que belíssima ideia tivestes, realizar a vontade do Altíssimo propagando seus ensinamentos... mas me conte as novidades, meu irmão disse que temos grandes realizações por vir! Aproveita e enche as taças com aquele delicioso vinho encontrado em meio ao banquete.

Sirman


Sirman como habitual passar pela Praça Pública, reparou num grupo pequeno e distinto, fora do habitual ver durante o dia a dia, que pareciam ser averroístas.
Preocupado com a situação por puderem estar a destabilizar.


- Que fazeis vós aqui? Diz Sirman de forma arrogante

- "Deveriam era estar nas vossas terras e deixar os aristotélicos em paz de Jah..." Pensou Sirman

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Beatrix_algrave


A tecelã Beatrix passava pela Praça de Portugal. Ela retornava do castelo real onde atualmente exercia a função de camareira mor de sua majestade, a rainha Marih, quando notou que um grupo se reunia ali, oferecendo um banquete e trocando algumas palavras. Em meio às pessoas notou dois rostos conhecidos, o do senhor Damasceno e o da jovem Salma que conhecera em Alexandria, durante sua estadia na residência da agulha.

A jovem Salma havia comparecido ao casamento de Beatrix, mas deixara a igreja antes que esta pudesse falar-lhe. Deixara apenas um bilhete indicando que assim que possível retornaria para vê-la. Na ocasião, Beatrix ficara feliz em revê-la, pois pensava que Salma tivesse perecido assim como a Agulha e seus discipulos. Foi com alívio que Beatrix reviu Salma viva e bem.

Diante da feliz coincidência, Beatrix aproximou-se do grupo. Ao notar que tratava-se de uma reunião averroísta teve receio de não ser bem vinda. Mesmo assim, saudou o senhor Damasceno com uma vênia.

- Saudações senhor Damasceno. Há muito que não o vejo. Espero que esteja bem e em paz.

Em seguida disse a Salma.

- Dama Salma, estou feliz em revê-la. Agradeço ter ido ao meu casamento. Desejo-lhe meus pêsames pela vossa perda. Sim, eu soube do que aconteceu, e temia que você também tivesse morrido.


Ela notou que o senhor Sirman, o cozinheiro real estava ali também. Mas não tinha cara que fosse participar do banquete.

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Ltdamasceno


Damasceno sorriu ao ver que algumas pessoas haviam aceitado o seu convite. Dividiu um pedaço de pão que tinha consigo com o jovem Infestis e disse:

- Aqui meu jovem, coma e beba conosco. Disse o mouro abrindo um sorriso simpático. Notando o aproximar de uma mulher de feição diferente e um sotaque estrangeiro, Damasceno logo percebeu que se tratava de uma árabe e era notável sua felicidade ao cumprimentá-la. - Aleikum As-Salaam! Que a paz do Único esteja contigo também, sente-se conosco e fique a vontade para servir-se de uma taça de cidra, és bem-vinda. Conclui o mouro, bastante curioso em saber mais da estrangeira averroísta, que não era muito comum de se ver em Portugal.

Ao encontrar Pedro (Komili), estende os braços para ele e da-lhe um abraço dizendo: - Seja bem-vindo irmão! És um averroísta agora, os infiéis não mais tocarão em ti!! Senta-te e come conosco! Já irei te apresentar aos outros.

- Amigo Leito, lembra de mim? Sou eu, Damasceno da Guarda, lembra-se? Disse o mouro na expectativa de que Leito o reconhecesse. - Esses são meus irmãos de fé averroístas, todos pessoas de bem, junta-te a nós e deixa-me te explicar o que está havendo.

Kratos havia acabado de chegar ao banquete e o mouro o respondeu: - Aleikum As-Salaam meu irmão! Sim de facto temos grandes realizações por vir, deixa-me apenas receber os convidados a chegar e as pessoas que querem juntar-se ao nosso banquete e irei te contar tudo.

Notando que V havia caído ao chão, prontamente se aproximou e ajudou esta a se levantar. [b]- Minha cara, se machucou? Espero que não. Venha quero lhe apresentar algumas pessoas.
Conclui o mouro gentilmente segurando a mão de Vst e guiando-a até onde estavam os demais. - Minha cara, esses são Altair e Sirkratos Hassan, dois grandes amigos e distintos averroístas. São da cidade de Aveiro. Meus irmãos, esta é a dama Vst e sua criada Outubrina. Ela é minha...minha... Diz o mouro sem saber como concluir a frase. - Ela é minha igual. (sinônimo dado quando os mouros estão a iniciar um relacionamento). - Ela é de Leiria!

Damasceno notou a chegada de mais um desconhecido a lhe cumprimentar de acordo com sua religião. Como era um número considerável de pessoas a chegar, ele nem percebeu o disfarce do impostor e o tratou como um averroísta. - Salaam Aleikum irmão! O prazer é meu em receber tantos amigos aqui hoje. Senta-te com os outros e desfruta do banquete. Hoje iremos celebrar!

Dirigindo-se a Sirman, o mouro respondeu: - Estamos aqui para comer e beber. Um dos nossos irmãos irá casar em breve, então esta é uma celebração, assim como também é uma reunião para compartilhar a palavra do Único a quem queira ouvir. Junta-te a nós, todos são bem-vindos, ninguém vos fará mal por pensar diferente. Conclui Damasceno, mostrando as garrafas de vinho e sidras que tinham ali.

- Saudações senhora Henriques. De facto muito tempo, fico feliz em revela bem de saúde. Soube do vosso casamento e dou-lhe os parabéns atrasado! Cheguei a receber o convite, mas infelizmente estava longe de Alcobaça, não pude chegar a tempo. Tentei enviar Manoel para me representar lá, mas ele também não conseguiu chegar. São tempos conturbados esses. Disse ele a Beatrix. Notando que ela conhecia a estrangeira, lhe sussurrou discretamente. Quem é ela?

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"E eu testemunharei que não há ninguém digno de adoração, exceto o Único."
Sirman


Sirman repara num rosto conhecido, que seria da Dama Beatrix, chega junto dela com alguma aceleração.

- Que estais aqui a fazer Dama Beatrix? Conheces estes indivíduos? murmura Sirman no ouvido de Beatrix

- Que casamento?! Responde com alguma hesitação na sua voz para Damasceno

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Beatrix_algrave


Ao ver que o senhor Sirman a cumprimentava, Beatrix respondeu-lhe prontamente ao que este lhe perguntou. Aproveitando para apresentar-lhes sua amiga estrangeira, Salma.

- Saudações, senhor Sirman. Sim, eu os conheço, essa é a jovem Salma Gamal. Ela é natural de Alexandria e quando lá estive hospedei-me na casa do pai dela. Foram muito hospitaleiros comigo. Também conheço o senhor Damasceno, da época em que trabalhei na Heráldica. Ele é mercador e quando a família do meu esposo construía um barco compramos parte do material com ele.

Ela responde ao senhor Sirman, já esclarecendo a identidade da jovem Salma e qual seriam suas relações com os presentes. Depois agradece o comentário do senhor Damasceno sobre o seu casamento com Fitz.

- Lamento que não tenha conseguido comparecer, mas o que vale são as intenções e os votos sinceros. Foi uma cerimônia bem simples.

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Salma


Ao ver que tratavam dela, Salma fez uma vênia, apresentando-se. Ficou feliz com as palavras de Beatrix e completou.

- Eu iria visitá-la em breve, mas não queria atrapalhar os recém-casados e tinha vários assuntos a tratar em Portugal. Agradeço suas palavras. Creio que fui a única sobrevivente.

Ela disse um pouco triste para a jovem ruiva, mas não queria trazer tristeza aquele reencontro com a amiga.
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