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[Cerimónia] Investiduras dos Nobres

Pajem_real
Cerimónia de Investidura de Nobres




Os convites para a Cerimônia já haviam sido entregues e a Cerimônia Anunciada. O Paço da Ribeira iria receber naquele dia os nobres que prestariam seu juramento à rainha de Portugal e receberiam oficialmente seus títulos e feudos.

Além a cerimónia de investiduras também haveriam homenagens e entregas de Comendas Reais.

No terreiro do Palácio Real, ao centro estava um palanque de madeira, coberto por um pavilhão albergava os quatro assentos que ali se dispunham, além da pequena almofada cerimonial. De cada lado do palanque estavam desfraldadas os estandartes reais e as armas do Reino. Os quatro assentos se destinavam à Rainha, ao Príncipe Real, à Portugal Rainha de Armas e ao Capelão convidado.

Os convidados começavam a chegar, enquanto os nobres eram encaminhados para mais próximo do palanque e dispostos por ordem de título, os populares ficavam mais afastados como ditava o costume. Apenas uma linha de guardas separava os grupos, mas era o suficiente para marcar a diferença de classes.



Code:
 48 horas para entrarem os convidados e quem queira assistir à cerimónia


Code:
As cerimónias de investidura de nobres nas cortes portuguesas terão por mestre de cerimónia, um Arauto do Colégio Heráldico, caso o título seja inferior ou igual ao de Conde, e ao Portugal Rei de de Armas do Colégio Heráldico, caso o título seja superior ao de Conde.

A cerimónia de investidura marca o momento em que é confirmado o título recebido e o momento em que o candidato a nobre passa a ter direito a envergar o título e armas correspondentes.

Devem estar presentes na cerimónia para esta ser válida:

» A Monarca - Rainha Marih Beatrice Viana
» Capelão Convidado
» Portugal Rainha de Armas - Beatrix Algrave Nunes Henriques
» Nobres que farão o juramento
Vega_adc


Vega_adc chega ao Paço Real acompanhado de sua esposa Sarah_linden e sua neta Rhyannon. O brasão da Muy Nobre Família Camões distinguia a carruagem das demais que ali se acercavam discretamente paradas à espera de algo e dava um cunho especial à chegada dos três.

Os criados adequadamente trajados para a ocasião deixaram a sua solene vénia à saída dos três e Vega de mão dada com sua esposa tentava receber e dar também força a ela que se sentia "como peixe fora de água".

Os guardas não permitiam grandes movimentações. Sabiam que hoje iam estar ali muitas personalidades e nomes sonantes do Reino e que haveria alguma tensão no ar fruto dos acontecimentos das últimas semanas.

Tomaram os seus lugares consoante o que lhes fora indicado e aguardaram o início da cerimónia - que se adivinhava longe.

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Yochanan


A viagem entre o Paço dos Arcanjos e o Paço da Ribeira havia sido tranquila. Tirado por quatro de cavalos, o coche laqueado de negro não portava nenhuma marca que o identificasse. O cocheiro, também trajando negro manto, guiava os animais, de pelo castanho avermelhado, ao trote. Cercavam o coche outros quatro cavaleiros também trajando o negro dos Azure.

Chegando ao pátio do Palácio Real, Yochanan desceu do coche. Trajava as negras roupagens de sua própria Ordem. Assim como na ocasião em que atendeu à abertura da Ordem da Bússola de Ouro, contra o negro de suas roupas ressaltavam apenas dois elementos, o primeiro a Cruz de Azure bordada sobre o colete e o segundo o broche de Prior da Ordem da Cruz de Azure preso ao lado direito do peito. Aquela seria a última vez que tal joia seria usada, uma última homenagem à Ordem a qual dedicou grande parte de sua vida. Sobre seus ombros usava a capa de seda azul com o as armas dos Viana bordada em fios de prata e fecho de mesmo metal, que havia sido presente de sua querida amiga a Condessa de Cantanhede. Em sua mão esquerda, no dedo médio, um anel com uma safira solitária passava quase desapercebido no conjunto.

Estendeu então a mão ao interior do veículo, e ajudou à sua filha, quem o havia acompanhado na viagem, a descer. Recebidos por um dos pajens do palácio, pai e filha foram encaminhados aos lugares que lhes correspondiam, e ali aguardaram ao inicio da cerimônia.

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Jonibravo
Um convite da Casa Real chegou às instalações do Exercito Real Português para que ele e os seus militares estivessem presentes na cerimónia de investidura dos Nobres. JoniBravo depois dos seus afazeres preparou-se, vestindo a sua farda de cerimónia, e dirigiu-se ao Paço da Ribeira. Ao chegar foi recebido por um pajem que o acompanhou até ao seu lugar. Sentou-se e olhando em redor reparou que já estavam presentes diversos membros da Nobreza. Cumprimentou, os mais próximos, com uma ligeira vénia e aguardou pelo inicio da cerimónia.
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JoniBravo
Comandante-Chefe do ERP
Director e Instrutor da Academia de Instrução Militar


Dinaman


Chegou o dia que tanto tem colocado os nervos em flor de Dinaman Vaz, ela preparou-se sem a sua grande amiga do lado e sem a sua tecelã predilecta. O dia iria ser dificil. Já há um bom par de meses que estava habituada a circular no meio dos nobres, mas continuava nervosa, com medo de fugir ao protocolo sem querer.

Chegada ao paço da ribeira Dinaman seguiu pelos corredores feitos pelos guardas reais e sentou-se no lugar que previamente lhe estava destinado.

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John_of_portugal
John chegou ao Paço da Ribeira montado a cavalo e seguido da comitiva da Casa de Sousa Coutinho. O nobre apresentava as suas melhores roupagens. Como de costume envergava roupas negras, os ombros eram cobertos por capa engalanada com o seu brasão pessoal, em torno do pescoço ostentava um magnifico colar de ouro branco no qual estava pendurado um medalhão em forma do brasão familiar e à cintura usava uma bela espada com o punho em prata e enfeitada com várias safiras. John parou o cavalo defronte às grandes portas do paço, desmontou e de imediato seguiu para dentro do edifício. Enquanto caminhava fazia retinir os tacões de metal das botas de montar no chão marmóreo. Ao adentrar nos salões viu o rosto familiar de Dom Vega e logo dirigiu-lhe a palavra: - Caríssimo Dom Vega é grande a honra que recebo ao ter a oportunidade de ser investido na mesma cerimónia que vossa excelência. Espero sinceramente que me seja dado o prazer de o ver investido no seu título antes de eu ser investido no meu. Ao perceber a presença da Dama Sarah, John pediu-lhe licença para lhe beijar a formosa mão e disse-lhe: - Obrigado por engalanar esta cerimónia com a sua beleza. Se uma simples flor pode tornar um jardim ímpar na sua beleza, com certeza a presença da Dama aqui torna esta cerimónia uma das mais belas de sempre.
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Maltese


Maltese de Albuquerque chega ao Paço acompanhado pela sua guarda. Tal como o seu pai, prefere envergar o traje militar de gala- uma luxuosa armadura adornada com o brasão dos Albuquerque. À cintura cintura carrega o seu bem mais precioso, a espada do falecido Rei Dom Pedro, doada em testamento pelo monarca e que, desde então, se transformara na sua mais fiel companheira.

Ao entrar nos Salões, repara que já muitos nobres haviam chegado à cerimónia. Vê Dom Vega, velho rival do seu pai e que também será agraciado neste dia com um título, e Dom John, o representante máximo da nobreza do Reino. Repara também na jovem Dinaman Vaz e no Prior Yochanan, recentemente agraciados com títulos nobiliárquicos. Saúda todos estes nobres com uma vénia e dirige-se para o local que lhe está destinado nesta cerimónia.

Ao contrário da maior parte dos agraciados, o título que irá receber deve-se menos aos seus próprios feitos que ao sangue que corre nas suas veias. Ainda assim, há muito que aguarda esta nomeação. O pouco dinheiro que o seu pai lhe legara foi integralmente consumido na guerra e deve a armadura de gala que enverga à generosidade dos seus parentes. Este feudo permitirá encher os seus cofres, realçar ainda mais a glória da Casa de Albuquerque e, quem sabe, começar a preparar o legado que deixará aos seus próprios filhos.

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Caminheiro


Depois de três semanas de férias na sua única e bela Serra do Açor, Serra que adoptara como nome, David chega a capital do Reino. Depois passear pelo mercado, assinar uns documentos importantes para o Conselho de Lisboa e sobretudo verificar que o Fura (sim era de facto o seu mensageiro mais precioso, mas nos tempos livres tinha a mania que era Vice-Comandante do exercito Alea Jacta est) não tinha feito debandar o exercito todo, este decide assistir a cerimonia de investidura de alguns nobres do Reino. Alguns viriam de terras distantes para jurarem obediência e lealdade a Rainha, algo que não podia deixar de fazê-lo sorrir. "Ainda bem que não me calhou nenhum titulo na rifa, senão nem quando as galinhas tivessem dentes e os porcos voassem eu me apresentaria na cerimonia, mas tinha que ser os dois ao mesmo tempo", pensara ele divertido, "Ah! E que as vacas tussam e os bois espirrem, nunca se sabe!" .

Desce a encosta do castelo a pé e chega ao Paço, ao ver o aparato que ali se tinha erguido, usa a desculpa de ser Conde de Lisboa para passar por aquela multidão toda. Consegue ver algumas famílias importantes ali presentes e reconhece mesmo alguns nobres e lacaios, entre eles vê a família Camões. "Tenho que lhes mandar uma missiva" pensa. "Ou talvez não, quem foi queimado, foi queimado, não há nada a fazer, ainda aparece para ai uma reencarnação deixa-me lá estar calado!" suspira e segue caminho a ver se avistava algum Sagres, pois esses também precisavam, não de uma, mas de algumas missivas. Solta um gargalhada e pensa "Coitados". Com um sorriso na cara continua o seu caminho. Lá consegue passar pela multidão e entrar no recinto fechado. Depois de muito olhar, encosta-se a um canto a espera do inicio da cerimónia.

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"Caminhante não há caminho, faz-se o caminho ao andar."
Vilacovense


Marquês de Montebelo chega ao Paço Real para assistir á cerimónia. Vai furando perante a grande multidão que se encontrava para ver o evento e a aparição da Rainha e do Príncipe Real , pois não era todos os dias que se via a monarquia portuguesa de tão perto.
Vilacovense di Corleone consegue chegar ao seu lugar e senta-se calmamente aguardando o inicio da cerimónia.
Cumprimenta os presentes nobres que já estavam sentados.
Rodolfo
A carruagem de Dom Rodolfo estaciona diante do Palácio Real. Para facilitar a descida, um pequeno degrau havia sido colocado por Alfredo, mordomo pessoal do Próspero. Utilizava o seu melhor traje de gala, condizente com a pompa que a solenidade exigia. Em sua cintura, ostentava a espada que havia conhecido muitos ladrões de estrada nos últimos dias.

Percorreu os corredores que davam acesso ao terreiro do Paço e sentou-se no lugar reservado para si, não sem antes cumprimentar os presentes e os colegas do Conselho de Sintra.

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Vega_adc
Vega sorri para o distinto Presidente do Conselho de Sintra.

- Caríssimo Dom Vega é grande a honra que recebo ao ter a oportunidade de ser investido na mesma cerimónia que vossa excelência. Espero sinceramente que me seja dado o prazer de o ver investido no seu título antes de eu ser investido no meu.

Ele saúda Sarah e depois Vega diz-lhe:

- Espero que sim, D. John. Já vimos tanta coisa que entre tanta juventude, casmurrice, vaidade e sobranceria de tantos salões como este, sabe bem ver caras de outras épocas e lutas valorosas.

Ele faz uma pausa e sussurra:

- Talvez assim possamos ir mais depressa para o beberete e partilhar velhas histórias das nossas andanças...

Ao ver a entrada de outros nobres, Vega vai inclinando a cabeça numa breve saudação.
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Gwenhwyfar


A porta da carruagem de Gwen abriu-se, deixando a marquesa sair para um dia soalheiro e ameno. As insígnias dos Albuquerque e Monte Cristo entrelaçavam-se , deixando-a saudosa dos dias em que cavalgava à desfilada sem outra preocupação na vida que não fosse esporear o cavalo e ir à luta.

Como o tempo passara...

Apoiada no braço do marido, sorriu-lhe com amor. Aquele homem alterara de forma irremediável a sua vida e, embora tivesse saudades dos tempos em que marchava pela vida fora, também não era menos verdade que o amor dele lhe enchia os dias e preenchia o coração de uma forma que só ele sabia fazer.

Foi conduzida ao lugar reservado à família, mas antes, parou para falar com os presentes. Conhecia-os a todos e de uma forma ou de outra, os seus caminhos tinham-se cruzado de forma indelével.

Por Jah, hoje estou saudosa!, pensou divertida.

Nada que uns canecos não resolvesse, ponderou e depois olhou para o sobrinho e nele reviu o seu irmão. Dos quatro irmãos, Harkonen fora sempre o mais parecido consigo e o companheiro de inúmeras brincadeiras, bebedeiras e rios de cabelos brancos na cabeça dos pais. Maltese não era Harkonen, por muito que se parecesse com ele, mas também não recusava uns canequitos.

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John_of_portugal
John sorri ao ouvir as palavras do Dom Vega: - Meu excelentíssimo amigo e que valorosas lutas! Extraordinariamente muitas dessas lutas demonstram uma tendência a repetir-se ao longo do tempo. Quase parece que a história se tornou cíclica. Mudam-se alguns intervenientes, mudam-se algumas pessoas de lugar, mas sempre as mesmas lutas. Ao ver o Dom Maltese entrar nos salões John chama-o: - Dom Maltese faça-me o obséquio de se juntar a nós. Ah! Aqui está um jovem de sangue invejável. O pai era uma verdadeira fera política. Grandes debates e disputas tive com ele. Se o jovem mantiver a mesma qualidade argumentativa e de análise do pai, como tem demonstrado, tenho a certeza que não só é honrado com o feudo herdado, como também honrará esse mesmo título. De seguida vê entrar os Marqueses de Távora e chama-os também: - Parece que de uma assentada chegou uma saraivada de honrado sangue Albuquerque e um magnífico membro dos Monte Cristo. Dom Zatarra apesar de não sermos aparentado devo dizer que tenho uma grande amizade e devoção pela família Monte Cristo, nunca esquecerei a minha caríssima madrinha de baptismo, a Dama Smss. Esperemos que a cerimónia não se alongue excessivamente, afinal com este calor rapidamente ficaremos sequiosos, se é que me entendem.
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Vega_adc
Enquanto se esperava que a cerimónia iniciasse, a sede começava a apertar. Olhou para os lados e reparou que a assembleia ganhava forma.

- D. John, por acaso não tem aí escondido um barril de bom Porto? Esta demora até me leva a beber um Porto e a prescindir momentaneamente de uma generosa caneca...
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Pajem_real



A Portugal Rainha de Armas e seus arautos supervisionavam tudo que decorria. Depois de uma breve espera para a chegada dos convidados, enfim havia chegado o momento. Assim, o pajem real subiu ao pódio por um pequeno lance de degraus num dos lados, e fazendo um sinal aos trompeteiros, esses tocaram uma breve fanfarra, em seguida o silêncio se fez em meio ao público que aguardava a cerimónia. Logo em seguida, o pajem real disse em voz solene:


- Representando a Santíssima Igreja Aristotélica, o Capelão convidado, o Diácono Gasppare Pio Viana.

Os presentes aguardaram que o Capelão se manifestasse e tomasse o lugar.


Code:
 Entra o Capelão  e este toma o lugar no assento disponível à direita de onde se sentará a Rainha
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