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[RP] - O Grande baile de Máscaras do Marqueses de Valença

Cerimonialista, roleplayed by Sbcrugilo


Responsável pela organização da festa, Elizabeth trabalhou muito para a chegada desse dia. O salão estava perfeito. As grandes cortinas de carmim caiam pelas paredes ocupando os espaços onde não haviam adornos. Escudos das famílias Ferreira de Queirós, Silva e Sagres, passeavam pelo restante das paredes.

Velas por todos os cantos iluminavam o ambiente. Num canto do salão, num pequeno palco montado, a banda que animará o baile já está se posicionando e afinando os instrumento.

Bancos em espaços estratégicos, algumas mesas para os convidados. Criados extremamente treinados e prontos. Da cozinha vinha um vheiro delicioso de toda a comida preparada para a festa

Tudo estava pronto. Era hora de anunciar o começo da festa. Com um sinal de Elizabeth a banda começa a tocar, o ambiente estava pronto.

Esse RP é aberto aos amigos, convidados e outras pessoas, a coisa que pedimos é para manter o decoro, o respeito e principalmente terem atenção ao uso das máscaras - Personagens Secundárias (PNJ). Bem vindos.
Sirenah


Sirenah chega ao baile e cumprimenta os poucos presentes que encontra. Não é capaz de a ninguém reconhecer, pois estão todos mascarados. Está de mãos dadas com seu amado. O belo adorno que traz no rosto possui nuances verdes e azuis, cravejado de pequenas pérolas. Suas vestes eram muito fluidas. No corpete, detalhes em madrepérola. A saia, ao final, era esvoaçante e lembrava a cauda de uma sereia.

Contente, repousa um apaixonado beijo nos lábios de quem agora é o seu mundo. Vai buscar bebidas.

_________________
Natanyel


Natanyel chega ao casarão dos amigos Marqueses além dum cheiro delicioso, encontra grande movimentação de pessoas, todas elas entrando...



Ao chegar à porta, logo um criado vêm e segura-lhe o cavalo e descendo dele, sorri, agradecendo, ajusta o fato olhando
para todo aquela gente que se encaminhava para o evento...



e encaminhando-se para o local, ia pensando que bom estas festividades para esquecer-se de todas as desgraças causadas pela guerra.

À porta encontra-se um bobo dando as boas vindas aos convidados...



À medida que se aproximava da entrada ia cumprimentando todos com um aceno de cabeça e pensando se iria ou não reconhecer alguém, ficaria na expectativa...
Capitu


Capitu entra no salão de baile ainda meio vazio. Com a mão enluvada, segura a máscara negra que cobre seu rosto. Os longos cabelos anelados estão soltos, propiciando ainda maior disfarce. Teme ser reconhecida, ao mesmo tempo que anseia que ele seja capaz de identificá-la em meio aos outros mascarados. Indecisa, varre com os olhos o espaço e decide se postar perto de uma grande cortina. Em caso de necessidade, poderia se esconder ali. Percebe o ligeiro tremor das mãos e procura se acalmar, examinando os presentes. Um deles poderia ser Bentinho.
Martiniana


Na entrada do baile, algumas carruagens chegam em fileiras e muitos passantes mascarados vão caminhando até a entrada, de onde podia ouvir ao fundo o som da banda tocar.
Algumas pessoas estavam aglomeradas na ante-sala conversando amigavelmente, e Martiniana atravessa cumprimentando-os, porém sem reconhecê-los. Mas dava para perceber que alguns eram nobres devido às vestimentas e a qualidade das suas máscaras.

Ela vai adentrando o salão e logo se depara com um criado servindo bebidas que a serve, e sem parcimônia, ela aceita, e caminha até ficar próxima da banda onde havia algumas pessoas aglomeradas apreciando a música.
Texugo


Texugo entra no baile um pouco atrás de Martiniana.Ele chega utilizando sua mascara estilo romana,que não tem nem um real significado mas que lembra muito o rosto de Jullius Caesar.Assim,que entra vê o rapaz servindo bebidas,mas se tratava de vinho,então ele passa reto pelo rapaz pensando "vou precisar de algo mais forte do que isso".Segue direto até a copa e começa a conversar com o responsável:
-Ei gajo!Não terias nenhum whisky por aqui?Irlândes se possível...Após conseguir a bebida Texugo sai bebendo-a pelo salão até parar proximo a Martiniana,escuta a múica que estás a tocar e resolve falar-lhe:
-Tenho certeza que tu adorava uma música parecida com esta quando eras pequena...Quer dançar?
Martiniana


Martiniana olha o salão vazio sem ninguém a dançar, alguns pelos cantos a beber e a observar a movimentação.

- Vamos! Essa música é um bom sinal pra mim. Hoje quero dançar até ficar exausta!

Ela deixa a taça de bebida em cima de um aparador, e segura uma mão de Texugo e a outra apoia nos ombros, e os dois vão lentamente percorrendo o salão sem se incomodarem com os olhares.

- Essa música realmente me faz recordar de boas lembranças. Sinto vontade de rodopiar pelo salão inteiro...

Texugo logo a conduz pelo salão, rodopiando e preenchendo o espaço vazio.
--Senhoraallegra
Senhora Allegra chegou ao baile.. Estava com um vestido violeta com detalhes em prata.. O corpete muito apertado, era bordado com fios prata e fitas de várias tonalidades de violeta possíveis. O colo estava nu, apenas com um pingente com a mesma cor do vestido. Sua pela alva era ressaltada pelo vestido. A máscara era também feita com fitas.. Os cabelos ruivos presos em uma trança comprida.

A moça, entrou no baile sozinha.. Viu algumas pessoas e foi servir-se de um vinho.. Esperava que alguém a tirasse para dançar, quando a música começasse.. Apesar de ser uma senhora/senhorita, adorava bailar...
Texugo


Texugo por trás da máscara e da pose de durão,escondia um sorriso.Ele estava muito contente por ver Martiniana se divertindo,tão alegre,dançando.A irmã estava triste desde a morte de seus pais e o cancelamento de um casamento arranjado pelos mesmos para ela.Texugo resolveu seguir falando de coisas que lhe trouxessem boas mémorias:
-Tu amavas esta música quando menor,dançavas como uma louca ao vento pelo pátio da casa...Era ridicúla fazendo aquilo!HahahaBrincou Texugo.
Enquanto dançavam ele olhava tudo envolta do salão,decoração,bebidas e principalmente a entrada,observando minuciosamente quem chegava,como se analisa-se um por um cada um dos presentes.Característica que carregava consigo desde a infância.
Senhora_henriques


Uma dama de cabelos ruivos armados em cachos adentrou o salão. Ela trajava um vestido vermelho com detalhes em renda dourada. a máscara que ocultava parcialmente seu rosto tinha as mesmas cores vermelha e dourada.


Ela usava brincos de ônix e granada e um colar de fios dourados com as mesmas pedrarias. Ela descera de um coche acompanhada de um cavalheiro discreto e elegante, de cabelos escuros e estatura mediana. O casal entrou de braços dados.

Apesar das máscaras, o casal não parecia muito preocupado em ocultar suas identidades. De fato quem os conhecesse, os reconheceria de imediato pelo estilo peculiar de ambos.

- O baile parece bastante animado, estava ansiosa por vir, meu querido. Fazia tempo que não íamos a nenhuma festa. Quero dançar muito contigo esta noite.

Ela disse sorridente, olhando com ternura para o cavalheiro que a acompanhava. Parecia realmente feliz em estar ali com ele.

_________________
Jovem.mascarado


Assim que pisou no salão onde ocorria o baile, o rapaz soube que ficaria deslocado. Todos estavam muito arrumados, roupas cravejadas de jóias e bordados, e por um segundo sentiu vergonha de suas vestes tão simples. Pegou uma taça de qualquer coisa que um garçom passou trazendo e tomou todo o liquido em um só gole, depositando-a logo em seguida na bandeja de outro criado que passava por ali e, com um suspiro encorajador, se encaminhou para onde os outros convidados estavam. Passou em frente a um espelho e pôde observar melhor suas vestes. Um simples chapéu negro e uma capa da mesma cor que descia até a altura de seus joelhos cobriam boa parte de seu corpo, enquanto uma máscara branca e quadrada cobria completamente seu rosto, apenas os olhos azuis a mostra. Usava sapatos de salto também na cor preta, assim como o calção, o cinto, o jaquetão e as luvas. As únicas peças de roupa na cor branca eram sua meia-calça e sua blusa, tudo devidamente escondido por baixo das peças negras.

Caminhou até o centro do salão e tentou, inutilmente, identificar quem eram as pessoas por baixo das máscaras. Novamente pegou uma taça da bandeja de um dos garçons, mas dessa vez teve tempo para descobrir o que diabos estavam servindo e também para apreciar a bebida. A banda tocava animada e alguns pouquíssimos casais dançavam. Como ele tinha ido desacompanhado - E não sabia dançar - decidiu por ficar nas bordas do salão, apenas apreciando aqueles corajosos que bailavam ao ritmo da musica.


"Bom" pensou consigo mesmo "A bebida está boa, a musica não está lá tão ruim e as pessoas estão agradáveis aos olhos. Acho que posso me acostumar com esse baile, afinal de contas."

Encostou-se em um sofá que havia num canto e lá ficou entretido com sua taça de vinho.
Tristao
Depois de um dia intenso de trabalho vai a estalagem ver como estão sendo recebidos os viajantes e amigos e por La passa algumas horas ate que se da conta que é a noite do baile de mascaras, andando pela cidade e olhando à movimentação que esta grande por conta das festividades se alegra e seus olhos brilham.
Em pensar que há tempos atrás isso era somente uma idéia, pensa ele.
Antes de se aprontar para festa tem de ter a certeza que tudo correra bem esta noite e então convoca a guarda da cidade em seu gabinete.
- Capitão! Este então adentra o gabinete e lhe cumprimenta, - como bem sabe hoje é a noite do baile e teremos muita movimentação nas ruas quero que reforce os arredores do baile deslocando metade da guarda para La entendido?
- Sim Senhor.
-acho que isso será o suficiente para que tenhamos paz essa noite, ele então fecha seu gabinete e se encaminha para sua casa para se aprontar.
Chegando a sua casa sorridente e bem animada começa a se preparar para a noite que esperava por messes, Sua roupa devidamente alinhada e de tecidos novos comprados somente para a ocasião estão já separadas, depois de estar devidamente arrumado e limpo termina de pegar seus pertences e sua mascara e já a coloca no rosto percebe que todos estarão de mascara e logo lhe vem um pensamento.
-Como vou reconhecê-la, suspira ele com um ar preocupado, como posso pensar tal coisa assim que a vir saberei que é ela deixa de ser bobo ora essa, demonstrando um nervosismo e ansiedade estranha ensaia algumas palavras.
- Ola jovem dama, jovem dama que coisa não consegue fazer melhor?, - ola senhorita, nossa estou somente me complicando como ela vai saber quem sou? então uma palavra lhe toma os pensamentos, ola menina, - sim! , é isso não a como não saber quem sou.
Com um sorriso no rosto caminha para o estábulo para pegar seu cavalo.
Alguns minutos depois já no centro da cidade seguindo para o baile olhando e apreciando a cidade movimentada tascas cheias barulhos de musica e pessoas sorrindo, mais alguma coisa lhe chama a atenção, com um olhar fechado observa umas pessoas a olharem para ele com ar ruim assim que cruza um olhar com uma dessas pessoas seu peito é tomado por uma angustia e preocupação descabida coisa que nunca sentira em sua vida na cidade, no lugar de sorrisos e Expressões despreocupadas, olhares fulminantes e de poucos amigos.
Os trotes de seu cavalo não para porem seus pensamentos agora estão invadidos com preocupações.
-Não devo me preocupar esta tudo certo como sempre, balançando a cabeça um pouco, coloca novamente o sorriso no rosto e volta a pensar no baile e em sua menina.
Avistando o casarão dos marqueses novamente a ansiedade toma conta juntamente com a excitação de estar em um baile como esse, se aproxima da entrada com seu cavalo e La já estava um criado para ajudá-lo.
-seja bem vindo Senhor. diz o criado, - deixe que eu leve seu cavalo ao estábulo.
Descendo do cavalo sem dizer uma palavra deixa que o criado leve,
Com passos firmes vai se aproxime nado da entrada que se encontra aberta com criados a frente.
Em sua cabeça ainda ecoa sem parar a visão daquelas pessoas a olhá-lo de forma estranha e tenta as ignorar para que não estrague sua noite.
-Mereço um descanso e não posso ceder as minhas paranoias novamente esta tudo seguro e bem planejado nada vai dar errado essa noite enfim terei minha chance de dizer a ela que a amo.
No fim de seu pensamento esta quase na porta sendo abordado por um criado.
-deixe seu casaco Senhor guardamos para vós.
Deixando seu casaco e sorrindo ao criado ele adentra o salão se deparando com a decoração glamorosa do marquesado, comidas e bebidas para todos os lados, um bufão animando os convidados que já ali se encontram .
Um tanto nervoso ainda caminha de forma firma e lenta cumprimentado os cavalheiros um acenos de cabeça e as damas com uma vênias simplória, sempre procurando os olhos por quem se apaixonou.
Esta a ficar cheio, mais nada dela ainda.
Aproximando-se das bebidas se serve com um bom vinho e observa atentamente o ambiente procurando um só olhar.
Isolda


O dia voou! Ela passara o dia na arena de arco e flecha organizando as rondas e posteriormente acompanhando a competição ao lado dos marqueses de Valença. Não sendo dia de descanso, chegou no casarão e começou os preparativos para o baile, era de extrema importância que o baile fosse bem sucedido, não era apenas pela raridade do evento na cidade, era por saber que ele estaria lá e de alguma forma ela gostaria de impressiona-lo.
A moça não era dada a jogos de conquista, sequer tinha experiência, mas em seu íntimo tinha a esperança que talvez sob o efeito do mistério que rondaria o salão ele de alguma forma a percebesse. "Uma boa taça de hidromel, uma dança e máscaras para ocultar a timidez, se não for desta acho que não haverá mais chances de desencantar essa história." Pensou. Ao terminar de arrumar- se,a jovem não aceitou menos que a perfeição, tanto em seu penteado que revelava seus cabelos vermelhos, como em seu vestido fino, em tom verde-azulado na saia e composto por uma espécie de corpete bordados com delicadas rendas em tom marfim, que de forma pretenciosa revelava a elegancia de seu corpo esguio, as vestes certamente era digna das mulheres da mais alta nobreza, a finalização do traje era dada pelas jóias que adornavam seu pescoço e dedos em tons semelhantes ao de sua máscara.
Tomou então a carruagem da família que havia sido destinada a si e seguiu para o salão do baile. Em meio a viagem, a moça apresentou descontentamento ao ter que por poucos minutos parar a carruagem para aguardar a dispersão de um grupo que se reunia em meio à estrada do marquesado, parecia suspeito, mas como não houve qualquer tentativa de repressão ou assalto, prosseguiram viagem de forma tranquila sem dar maior importância ao ocorrido.
Na entrada do salão, arrumou a máscara rendada em seu rosto e observou toda a movimentação. A visão das pessoas tão bem trajadas dentro daquele recinto tão pomposo eram um deleite aos olhos da ruiva, que muito se encantava por esse tipo de evento social, mas seus olhos buscavam alguém em especial, e apesar de notar muitos olhares voltados para si enquanto não percorria o baile, o olhar mais encantador que já vira ainda não havia cruzado com os seus.
Cleopatrahg


Cleo chegara de viagem e ouvira rumores de um baile, mesmo cansada escolhe um vestido para a ocasiao, um vestido todo negro bem simples... Nisto depois de pronta dirige se ao baile...

Cleo avista uma enorme multidao, todos bem vestidos nos seus melhores trages
, a musica parece calma mas o povo parece animado, esta suspira e dirige se a porta e entra... Ela sente se observada pois ninguem conhece esta estrangeira..

sem ligar a coxixos que se faziam ouvir ela esboça um sorriso e dirige se onde se encontra as bebidas, e seve se de um copo de vinho tinto...
Sweetgirl


Depois de um dia de trabalho na oficina, ela encaminhara-se para casa extremamente ansiosa, - é hoje, o baile, o meu primeiro baile, e sorria.
Ao chegar a casa seu pai já não se encontrava lá, foi direita ao seu quarto e tirou do armário o seu vestido especial, que o pai lhe oferecera para que usasse no seu primeiro evento social, era branco, com uma saia volumosa e rodada, o corpete de renda branco também, o sonho de qualquer princesa, muito simples mas que lhe acentava tão bem,
Pousou o vestido, o mais direito possivel sobre a sua cama, colocou os sapatos no chão em frente ao vestido, sapatos brancos também quase transparentes foi à primeira gaveta da sua cómoda e tirou a sua mascara branca rendada e pousou-a junto ao vestido.
Ficou ali especada a olhar para a sua roupa que ansiava vestir e a imaginar como seria o baile.
De repende sobressalta-se - o que é que eu estou a fazer? já devia estar a caminho e estou aqui a sonhar!
A jovem corre para o banho e apressa-se a arranjar-se.
Depois de vestida e calçada encaminha-se para o espelho, já só falta o cabelo, o que vou fazer com este cabelo?- ah já sei!
Apanhou o cabelo deixando alguns cachos loiros pendentes e um pouco ondulados, colocou os seus brincos de pérola e saiu de casa rumo ao baile.
Ao chegar ao baile, foi entrando meio timida, pois nunca tinha visto nada assim, muita musica, muitas pessoas, e vestidos esplendorosos, tentou reconhecer alguém mas sem sucesso, foi entrando, serviu-se se um copo de vinho e ficou ali a contemplar todo aquele ambiente mágico, esperando alguém chegar e a chamar para uma dança.

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