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[RP] - O Grande baile de Máscaras do Marqueses de Valença

Sweetgirl


Sweetgirl sente-se lisonjeada com tal convite, sorri ao seu mascarado e diz:

- Concordo que para melhorar esta noite só mesmo um passeio ao lago, nunca estive no lago à noite, imagino como ficará com a lua reflectida na água, aceito o seu convite e sorri.

Os dois encaminham-se para o lago
Apollo
..
Tristao


Segurando sua delicada mão e a olhando nos olhos fixamente diz com uma voz firme e decidida.

-Eu já não consigo mais conter o sentimento que tenho por você menina beijando sua mão ele continua -Minha vontade é de estar com a dama todos os dias e todas as horas, aproximando mais seu corpo ao dela - O único motivo de estar neste baile é por você pousando sua mão levemente sobre a face rosada dela, aproxima seu rosto do dela ficando os lábios bem próximos , suspirando um pouco e apos a olha-la por alguns segundos continua - Não imagino mais meus dias sem te-lá por pertosolta a mão dela e a coloca em sua cintura e a Puxa para perto de si, a ponto de sentir o calor de sua respiração , sentindo seu corpo todo arrepiar-se e seu coração disparar , um calor toma conta de seu corpo e o tempo parece parar ao seu redor, o barulho do jardim, a leve brisa da noite, a luz da lua no rosto dela tudo fica mais vivo e belo a seus olhos, em sua cabeça não hã nada além dela, lentamente e instintivamente deixa que seus lábios se toquem suavemente.
Beatriz_de_valenca


Beatriz sorriu ao ver o lindo Pierro entrar pelos salões, reconheceria aquele andar seja onde fosse. Cutucou o esposo e cochichou a seu ouvido, os dois fizeram um cumprimento ao moço e continuaram a divertir-se pela festa.

Beatriz estava encantada, a noite sorria e andava como devia ser. Todos divertindo-se e brincando com a imaginação.

Ela percebia os movimentos de Tristão e Isolda com cautela, sabia que teria que cuidar daqueles mas a alegria de ter o marido ao seu lado naquela grande reunião na cidade a afastava de muitos pensamentos ruins...
Charlote
...
Isolda


Isolda ouvia agraciada as juras de amor de seu Tristão, sempre sonhara em ouvi-las, mas achava que não era correspondida, a música do baile ao fundo, a proximidade dos corpos, a beleza do jardim na noite enluarada, tudo convergiu para o beijo, ela não poderia desejar maior felicidade, seu primeiro beijo estava acontecendo com seu primeiro amor, teve ímpetos de que o beijo se intensificasse tamanho sentimento que tinha, mas aquele beijo era na medida exata para o desfecho do momento, o olhar dele após o beijo a fez sentir-se amada e sem ter mais como negar seus seus sentimentos esconder ela enfim se declarou

-Sempre estivestes em meus pensamento, mas apesar de o ter sempre cortês comigo nunca achei que fosse correspondida, me fazes muito feliz hoje mas... Suspirando prossegue - Acho que não devemos mais permitir que nossos arroubos fluam dessa forma, meus pais e meu irmão se souberem que estamos aqui a sós, certamente hão de criar caso e teremos problemas, se tentarmos algo escondidos inevitavelmente seremos vistos, por onde andemos no marquesado seríamos reconhecidos e os vassalos certamente darão jeito de fazer a noticia chegar no casarão.
Olhando pra ele já em despedida diz
-Preciso ir antes que minha ausência seja percebida...
Natanyel


Como a senhorita nem se dá ao trabalho de lhe dar uma resposta, afasta-se e vai até ao bar para afogar as suas mágoas e são bastantes, pensa.

Um copo de porto faz favor - pede ao empregado.

Agradeçe e fica ali bebericando um após o outro, e vendo as belas personagens ali dançando ou cuscando a vida alheia.

O tempo vai passando, tira o relógio do bolso e vê que já é tarde encaminha-se para a saída despedindo-se de todos com um aceno de cabeça, mais um dia passando na vida deste solteirão, dá uma gargalhada, pega no chapéu dá uma gorjeta ao empregado e sai, desaparecendo na noite obscura.
Tuninho


Não era como Tuninho esperava mas ele teria paciência para que tudo ocorre bem, talvez tenha sido um pouco preciptado ao fazer este pedido, mas tinha uma ância para assumir logo esse relacionamento, assumir aquele amor tão lindo que mesmo por pouco tempo já mantinha os dois unidos como um só.


Abraçado a sua amada, ficaram por ali no silêncio da noite, sentindo o vento bater em seus rostos, corpo a corpo eles se aqueciam. Tuninho ainda segurava a sua aliança, pegou a e colocou de volta em seu bolso.


Então quando ja sentira um pouco cansado de estar aquele tempo de pé, não que estava ruim, pois tinha a melhor companhia naquele momento, a sua tão amada Sirenah. Chamou a de volta para o baile, queria sentar-se um pouco.
Senhora_henriques


A festa estava animada e a senhora Henriques estava apreciando cada momento da festa ao lado do Senhor Spada.

Depois de dançarem por três ou quatro músicas ela pediu para pararem um instante para descansar e também para refrescar a garganta com o vinho dos Marqueses.

Ela convidou seu acompanhante para sentarem juntos e desfrutarem da mesa farta de iguarias que eram servida aos convivas. Entre outras delícias pode experimentar das famosas lentriscas assadas na brasa. Enquanto comiam e bebiam, a ruiva mascarada aproveitou para admirar também os belos trajes dos convidados. Era uma profusão de requinte e elegância onde quer que olhasse, pois mesmo os convidados mais humildes haviam caprichado nos trajes, e quem não podia apelar para o luxo, apelava para a criatividade. Haviam casais dançando e trocando juras de amor apaixonados e outros jovens solteiros, cujos olhos passeavam pelo salão a procura de companhia para também dançar e divertir-se.

O número dos solitários era grande, e parecia que mesmo a máscara, não lhes dava a ousadia naquele momento, ou talvez, simplesmente não apreciassem tanto a dança como a senhora Henriques, que para a sua felicidade, tinha como par um exímio dançarino, o senhor Spada.

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Pierrot.
O Pierrot estava encantado com a festa. Passeava por todo o salão pensando como sua Colombina poderia estar ali, ao seu lado.

Os convidados eram divertidos, alegres. Não acreditava que pudesse encontrar naquele lugar tanta felicidade, diversão, arte e amor.

Em seu passeio, por detrás de um casal, o Pierrot encontra o Sr. Afonso e a Sra. Beatriz de Valença com belas máscaras passeando juntos pelo salão.

Ao Nobre Senhor, o Pierrot fez-lhe uma profunda venia em agradecimento e admiração. E a belíssima Senhora, o palhaço fez uma venia enquanto tirava algo do bolso traseiro: uma bela rosa vermelha, ao mesmo tempo em que uma lágrima lhe escorria o rosto.

A Senhora pegou a Rosa, agradeceu o palhaço e seguiu o caminho.

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O Pierrot

"O Pierrot é a expressão mais singela que existe em cada um de nós (simbolicamente dizendo), sendo que em alguns o pierrot é a maior essência na sua personalidade. Ele se manifesta em momentos de sentimentos que traz uma "reflexão". Sonhador, diferente e ingênuo essas são as maiores características do Pierrot, e se alguém tem esses três pontos como base em sua personalidade esse é um pierrot."
Sirenah


Sirenah retornou ao salão, não apenas de mãos dadas, mas praticamente abraçada a Tuninho. Aos poucos, seus corpos se reaqueceram no calor da festa que estava em plena ebulição, apesar de alguns convidados já darem mostras de cansaço.

- Queres algo de comer? Reacenderá teus ânimos!

Com um gesto de mão, chamou por um empregado, que prontamente serviu um pouco de cada guloseima e prato da festa. Desconfiou que o casalzinho estava com certa fome e providencialmente trouxe o que havia de melhor na cozinha. Logo atrás, um empregado passava com algumas garrafas de vinho, água e suco. Sirenah também fez-lhe sinal e prontamente duas taças estavam postas à mesa. Ambos não sabiam por onde começar, então riram-se como se fossem duas crianças pela primeira vez num banquete.

A mesa encontrava-se na penumbra, longe da grande agitação das danças e ébrios. Sirenah aproveitou para encostar sua máscara à dele. Antes de cearem, trocaram beijos ardentes, sufocantes. Sirenah apertava a aliança contra sua mão, a aliança que dependurara em sua corrente.

- Nunca me abandone, senhor!

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Tristao


Ainda enebriado com o beijo, escuta a declaração dela, a felicidade em ouvir que não amava sozinho era imensa, por mais que no seu intimo desconfiasse do amor da jovem por ele não sabia completamente, quanto mais ela fala mais seu sorriso estampava em seu rosto.
Ele então segura na mão da dama e beija subindo seu olhar e já dizendo.

-Tens toda razão, deve voltar para junto de seus pais, apesar de não querer que se vá, deve ser feito , porem vá com uma certeza, não passarei mais nenhum dia longe de vós. Tirando de seu casaco uma rosa que fora colhida ali mesmo no jardim do marquesado a entrega -Assim que o sol aparecer no horizonte irei ate a presença de seus pais e pedirei para corteja-la. Sorrindo ele a beija no rosto e sussurra em seu ouvido - Meu coração é seu, assim como lhe dei essa rosa, dou a ti meu coração. Ele então se afasta um pouco e observa a dama adentrar novamente no baile, contempla o céu estrelado e pensa Sou mesmo um cara de muita sorte mais enfrentar as feras amanha nao sera tarefa facil,.
percebendo entao que ja se passara tempo suficiente para que nao fosse percebido que os dois estavam juntos Ele adentra o salão observa sorridente a todos dançarem cumprimenta algumas pessoas com aceno de cabeça e de pé na porta encontra novamente o olhar de sua amada, ele sorri a ela e ela a ele, bem discretos, então ele sente uma mão pesada em seu ombro.

-Sr.Tristao diz o guarda da cidade com uma expressão de pavor na face - Preciso que venha comigo ele diz tentando retomar o folego.

-Acalme-se homem assim vai assustar a todos, diga-me oque ouve?
Tristao ainda olhando para isolda vai mudando a expressão gradativamente conforme o guarda lhe segreda o ocorrido, seu sorriso da lugar a uma face de espanto, o guarda mau termina de falar e Tristao sai as pressas do baile puxando o guarda pelo braço.
Flor


Das profundezas do lago, uma sereia ouve melodias estranhas. Curiosa nada até á tona do lago e tenta descobrir. Como sua missão seria andar, fecha os olhos e toca no colar que traz ao pescoço e sua calda transforma-se em pernas humanos e seu corpo com um lindo vestido cheio de flores. Ajeita seu cabelo, colocando uma linda flor branca.

Chegando ao local onde melodias estranhas tocavam, olha pela janela e vê humanos fazendo figuras esquisitas ao qual ela tinha lido nos livros que se chamava: dançar. Encantada, fica a observar.



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