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Funeral de SMR Marih I

Yochanan


A viagem desde o Paço dos Arcanjos foi longa mas tranquila sem a pressa que marcou a viagem em sentido contrario feita dias antes. Yochanan cumpria o último tramo da viagem em seu coche, seguido pelo carro tirado por uma junta de cavalos fortes que carregava o féretro de sua irmã.

Ele havia mandando que o mesmo fosse esculpido em madeira virgem no dia que se seguiu à chegada ao Paço, e a madeira ainda tinha seu aroma particular quando a mortalha contendo o corpo de Marih foi introduzido no caixão. Ali ele suportaria os rigores da viagem sem deteriorar-se.

O dia alvorecia quando a pequena comitiva se deteve perante a Capela de Santa Iria, e o patriarca dos Viana desceu do Coche acompanhado de alguns familiares que o acompanharam. Os demais parentes e amigos chegariam ao longo do dia. Ao menos era o que o Viana esperava ao liderar o grupo de seis homens que descarregaram o caixão e agora o levavam para o interior da Capela.
Kalimetro


Os sinos da Capela de Santa Iria tocam a repique com o funeral de Marih Beatrice Viana(Marih) prestes a começar, que será oficializado por Monsenhor Pedro Kalimetro e foi solicitado pela família.



O Bispo termina os preparativos finais na Sacristia e dirige-se para o altar.
Dalur


Dalur chegava à Capela de Santa Iria em sua carruagem. Suas roupas eram negras, e trazia em sua mão uma rosa.

A ocasião não era para alegrias, e uma sincera tristeza podia ver em seu rosto. Fez um aceno aos presentes, mas sem mais a dizer, sentou-se em um dos bancos, aguardando a cerimônia iniciar.
Lord_leonel


Leonel chegava a capela vestido de negro,entrou discretamente,tentando fazer o mínimo de barulho possível.Encontrou lugar em um dos bancos antes de pegar o crucifixo que sempre levava consigo nas mãos e rezar silenciosamente pela falecida Rainha.
Raphael.viana


As carruagens que vinham do norte traziam os Viana, gente do sangue Real, para participar das exéquias de Sua Majestade a Rainha. Ao chegar à Capela de Santa Iria, nas terras da nobre família Sagres, Raphael desceu do coche onde vinha acompanhado de sua esposa Sissiedelweiss, e encaminhou-se até o carro cujos cavalos traziam o esquife de sua tia. Seria ele um dos seis homens a carregar o féretro da finada Rainha. Tocou o caixão de madeira e fez uma prece silenciosa.

"Já entraste ao sol e estás agora com Jah e Aristóteles, minha tia, quero que saibas que por tudo sou grato. Pelas brincadeiras, pelas admoestações nas tavernas, e por tudo o que vós representastes. Que o Arcanjo Miguel a carregue, e que o paraíso seja vossa morada. Sentirei tua falta. Todos sentiremos. Com a tua nobreza, cuida de nós, Marih, Rainha de Portugal. Amém."

Dito isso, uniu-se a Yochanan e aos outros, para levar o féretro até o interior da capela.
Raquel_


O coche da família que trazia Raquel parou um pouco mais distante da Capela, pois a família da estimada Rainha já se encontrava presente no local, juntamente com o cortejo que acompanhava o caixão.
Raquel foi devidamente trajada com um vestido que pertenceu à sua mãe, quando viviam em Dijon. Era a forma de demonstrar que o apreço por SMR era inestimável por ter sido gentil e acolhedora quando Raquel chegou em Portugal.
Ela avistou a comitiva e um aperto se sentiu. Além da perda de uma amiga, tinha perdido duas guerreiras da sua família. Ela segurou na mão do cocheiro, desviou o olhar para a rua e apertou com força a mão dele para não chorar. O cocheiro perguntou se precisava de algo, e Raquel respondeu que precisava de apenas alguns minutos para se recompor.
Seu irmão ainda retornava da Espanha, não haveria o ombro amigo que a fizesse sentir mais tranquila, nem poderia prestar as condolências pessoalmente, mas sabe que mesmo à distância estaria com os pensamentos aqui.
Parou de apertar a mão do cocheiro, pediu desculpas, respirou fundo, olhou a comitiva mais uma vez e foi caminhando até a Capela absorta em um silêncio paralisante. Parou de andar quando percebeu que estava no meio dos bancos, já dentro da Capela. Sentou e olhou para a frente.

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Bluemouse


Chega à Capela que estava cheia de gente, rapidamente chega perto da urna onde se encontrava o corpo de SMR. Fica postado olhando ainda incrédulo junto à urna de SMR Marih

- Pena que era uma boa alma - pensa

- Senhor cuidai dela aí em cima, ela merece - fica ali rezando pela sua alma

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Star89


Star em terras longínquas ,com os pés doendo de tanto andar, por mais que andasse não conseguiria chegar a tempo de estar presente no último Adeus a SMR Marih, o pombo que veio ao seu encontro foi o mesmo que levou um pergaminho com as suas condolências, triste por não conseguir fazer mais nada, mas a sua viagem tinha que continuar pois ansiava chegar a Portugal !

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Verlou



Verlou Martins de Almeida, chega à Capela de Santa Iria,
vestindo um vestido negro e com a cabeça baixa percorre a capela,
parando perto do caixão de Marih, sua velha amiga.

Faz uma oração e dirige-se a um lugar vago, não conseguindo conter a tristeza as lágrimas escorrem por seu rosto.



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Proteu


Abalado, Proteu chega à capela de sua família, ainda sem entender direito o que acontecera.
O lugar onde jazem seus entes queridos será a última morada daquela que ele tanto amou, e que considerava uma filha.
Marih partira de repente, fazendo com que a dor fosse mais forte.
Com lágrimas nos olhos ele toca as mãos cruzadas da finada Rainha, sussurrando suas últimas palavras de adeus, com a esperança que, onde quer que ela estivesse pudesse ouvi-lo.
Depois de um minuto em silêncio, ele volta-se em direção aos bancos da capela, e percebe sua noiva, sentada, a rezar.
Cabisbaixo, ele a beija a testa e senta-se a seu lado.

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Katharinna


Diante de todo o sofrimento que lhe tomava, Katharina, o noivo Dhanniel e seu irmão Lavos acompanham junto aos seus familiares o último adeus àquela que um dia cuidou de sua mãe. O tempo se passava e aquele sentimento de perda lhe tomava. Lembranças iam e voltavam a todo instante em seu pensamento. Lembrava-se das histórias que sua mãe lhe contava a todo instante, tentando reproduzir isso em pensamento.
Quieta e com olhar cabisbaixo, sempre aparada pelo seu noivo, Katharinna entra pela capela vestida toda em preto, em grande elegância, porque era assim que sua tia gostava de estar. Em seu pensamento não cessavam os momentos que tivera com ela. Cada riso, cada brincadeira, cada bronca dada por ela. Naquele momento nada conseguia falar, o pensamento vagava. Entrou junto a Dhanniel e seus familiares, sentando no local indicado para a família , deixando um lugar para que se irmão sentasse, e ali ficou a rezar. Em silencio pedia a todo momento que sua mãe tivesse lá para a receber.

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Kalimetro


O caixão, trazido por amigos, entra e é depositado à frente do clérigo.

Pedro Kalimetro dá um passo à frente:

-Caros fieis, estamos aqui reunidos para prestar os últimos ritos a nossa irmã, Marih.

O homem feito de terra e água é por natureza atraído pelo centro da terra, mas a verdadeira amizade elevará a sua alma e se ela for digna de ir ao encontro de Jah ela não se afundará como o seu corpo em direcção ao fogo do inferno, mas pelo contrário ela encontrará a sua verdadeira natureza que é elevar-se em direcção a Jah.

Depois de todos os nossos olhares se cruzarem com o seu, que possa ver, enfim, o teu, Jah.


Jah, não desvies teu olhar do nosso irmão.

Code:
[rp][b]Jah não desvies teu olhar do nosso irmão.[/b][/rp]


(a ser pronunciado por pelo menos 2 pessoas, incluindo quem pediu o funeral)
Cleopatrahg_crawlyn
Cleopatrahg_crawlyn wrote:
Cleopatrahg_crawlyn wrote:



Cléo passava a mão no seu ventre ja bastante saliente, mas seu casaco negro de pêlos os protegia de olhares indiscretos.... ali cresciam os trigemeos, e faltava bem pouco para que eles podessem dar o primeiro grito de vida, mas enquanto isso ela estava entristecida, pois sua querida amiga tinha partido e hoje era o funeral...


Cléo assobia e manda parar a carruagem um pouco antes de chegar a frente da capela, esta desce e decide dar um passeio antes de entrar no recinto, pensa nos momentos que viveu junto de sua amiga e sorri mas nao consegue evitar com que uma lagrima desça do seu rosto.

Perdida em seus pensamentos esta depara se com uma mão estendida diante dela, Cléo levanta o rosto e sorri, era seu amado Ragnar que tinha tambem chegado, nisto ele a abraça e beija e os dois se dirigem para dentro da capela.

Poucos ainda estavam presentes , a cerimonia ainda não tinha começado, Cléo sorri para o seu amado e os dois avançam pela capela dentro e sentam se num lugar bem discreto...



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Mantie


Mantie adentra a pequena e aconchegante capela de Santa Iria e vê que já tem alguns presentes. Em silencio e cabeça baixa, ela atravessa a nave e senta-se em um dos locais destinados a familia.
Ao ouvir que o Bispo começou a cerimônia, ela repete timidamente suas palavras:
Jah não desvies teu olhar do nosso irmão.

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Gasppare


Era realmente triste, ouvir os Sinos da Capela Ecoarem pelos mais diversos cantos, de Fato, Não era um Momento para Festejos, muito menos de Alegria.

Paramentou-se com vestes Negras, sobre seu hábito, fez apenas o Uso da Cruz Peitoral.
Sobre a Cabeça, o Barrete, também de cor Preta.

Chegou a Capela andando, por vontade própria, Gaspar estava infeliz e longe de Tudo e todos por um Bom Período.
Os Sentimentos de Dor e ódio, aumentavam dentro da Concupiscência Humana do Tal.

Era o Segundo dia que Jejuava, o Segundo dia que Marcavam Exatos trinta dias de seu Exílio, mas sabia .. Era a Hora de Voltar.

Subiu os degraus que precediam a Capela, fez questão de entrar pelo Corredor principal de Cabeça Abaixada.

Fez uma breve Vênia, retirou o Barrete e cubriu a Cabeça com o Capuz do Hábito, subiu degrau por Degrau, e realizou uma Mesura sem tocar no Supedâneo do Altar.

Era visível os Cortes em sua Face, bem como em suas mãos, que mesmo tentando disfarçar, ficavam expostos.

Sem qualquer Palavra, foi diretamente ao Banco, próximo do Bispo, destinado ao Clero.
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