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[Cerimônias Reais] Coroação de Sua Majestade Eduardo I

Dunlop


Chegara a sua vês de prestar o juramento e desse modo, Dunlop levanta-se do seu lugar e dirige-se para o altar. Aí chegando, profere as seguintes palavras:

-Eu, Dunlop Kalfani Torre, Barão de Freixo, juro pela minha dignidade e honra, exercer os meus deveres como nobre português e não me aproveitar dos meus direitos para causar qualquer mal ao Reino de Portugal ou seu povo. Defendendo suas terras e suas leis em obediência à Sua Majestade o Rei. Coloco-me como vassalo da Coroa de Portugal, e que meus pares sejam testemunhas de minha convicção. O que aqui disse assim farei.
Adonnis
Desta vez, o juramento proferido foi de Dom Dunlop à quem Adonnis reconheceu como um dos candidatos ao Trono Português.

A cada momento que passava, sentia seu coração pulsar mais forte em preocupação com a retirada súbita do padrinho e a falta de notícias. Afinal, nenhum dos criados interromperia a cerimônia para falar com o Príncipe algo que não fosse adstrito as investiduras. Adonnis sabia bem como o Rei Eduardo valorizava seus nobres.

Sem demonstrar as preocupações que o assolavam, o Sagres sorria e, ao fim do juramento, respondeu:


Nós, Adonnis Ferreira de Queirós Silva e Sagres, Príncipe-Regente de Portugal, perante Jah, Aristóteles, Christos e o povo português, em nome de Sua Majestade Real Dom Eduardo I, por direito e por conquista, Rei de Portugal e dos Algarves, aceitamos o teu juramento Dunlop Kalfani Torre e, de hoje em diante, lhe outorgamos o direito de usar o título de Barão de Freixo e a gerir, em nome de Sua Majestade Real e da Coroa Portuguesa, as terras que lhe são de direito.
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It's just a game!
Vicenzo


Com o juramento professado e respondido, ficava assim investido em seu título o Barão de Freixo. Uma vez mais Vicenzo, seguido do arauto carregando a bandeja, se aproxima e diz:

Barão de Freixo, todos somos testemunhas de teus votos e juramento, e somos a prova de sua investidura. Aqui estão os títulos de tuas terras, - ele disse entregando o documento lacrado. - o vosso selo - ele agora entregava a pequena caixa de madeira, aberta, revelando um sinete com a marca do baronato. - e as vossas armas. - ele concluiu entregando o objeto retangular, um escudo finamente trabalhado exibia as armas do nobre suportadas por dois cavaleiros de metal com bandeiras de tecido.



- Orgulha-te delas e sirva bem ao reino. - ele concluiu entregando a última peça e se afastando.

Poucos instantes depois a nobre deixava o lugar para o próximo nobre. Com a indicação de Vicenzo, três batidas ecoaram novamente pelo salão, e o próximo nobre foi anunciado.

- Sua Graça Donnatela Ferreira de Queirós Silva e Sagres, Viscondessa de Milagres

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Vicenzo


Após alguns minutos se passarem, tempo suficiente para que a nobre se apresentasse, o arauto e o oficial trocaram olhares como se conversassem sem palavras, e no fim, o arauto fez um negativo com a cabeça, que foi de encontro a um suspiro e o sinal combinado para passar ao próximo nobre no caso de um nobre por quaisquer motivos não comparecer quando chamado. Vicenzo tinha esperanças que nada grave tivesse ocorrido com a Viscondessa, mas não podia esperar mais tempo.

Com um segundo aceno chamou a um canto um dos pajens do palácio e lhe pediu que buscasse a Viscondesse e descobrisse o que havia ocorrido. Naquele momento era o que poderia ser feito.

Após retornar ao seu lugar as três batidas ecoaram pelo salão em meio aos murmúrios dos atendentes que logo silenciaram junto com os últimos ecos das batidas.

Sua Eminência e Alteza Real, Dom Adonnis Ferreira de Queirós Silva e Sagres, Cardeal de Santo Antônio dos Portugueses, Príncipe Regente do Reino e Visconde de Monte Real

Primeiramente, Vicenzo se adiantou só, colocando-se diante do palanque disse:

Sua Alteza Real jurará perante o Trono, e seu juramento será aceite pelo Corregedor Mor do Reino, em representação do Trono e de sua Justiça.

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Adonnis
Após o chamado, Adonnis levantou-se de seu cadeirão e desceu do tabardo onde estava localizado o Trono Real.

Por muito tempo, ele idealizou esse momento com Eduardo sentado no Trono. Infelizmente, isso não ocorreu. Contudo, em seu coração, sentia que mesmo ausente, estava jurando ao seu padrinho, ao seu Rei.

Ajoelhando-se, o Cardeal curvou a cabeça e proferiu o juramento:


Eu, Adonnis Ferreira de Queirós Silva e Sagres, Visconde de Monte Real, juro pela minha dignidade e honra, exercer os meus deveres como nobre português e não me aproveitar dos meus direitos para causar qualquer mal ao Reino de Portugal ou seu povo. Juro defender suas terras e suas leis, em obediência à Sua Majestade o Rei de Portugal. Coloco-me como vassalo da Coroa de Portugal, e que meus pares sejam testemunhas de minha convicção. O que aqui disse assim farei.

Ele permaneceu imóvel, aguardando a aceitação do juramento pelo Cardeal Vicenzo, Corregedor-Mor, que representava o Rei naquele momento.
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It's just a game!
Vicenzo


No momento que Adonnis desceu de seu cadeirão, o mesmo foi celeremente retirado a um lado de forma a deixar a vista livre ao Trono Real. Vicenzo observou-o ajoelhar-se, e logo o arauto que o acompanhara nas outras investiduras se aproximou com a bandeja com os conhecidos items.

Incorporando agora a função de Corregedor Mor do Reino, e representante da Justiça do Rei, o Viana se adiantou e disse após o juramento de Adonnis:

Nós, Leopoldo Vicenzo Montenegro Viana, Corregedor Mor do Reino de Portugal, , perante Jah, Aristóteles, Christos e o povo português, representante da Justiça de Sua Majestade Real Dom Eduardo I, por direito e por conquista, Rei de Portugal e dos Algarves, e em seu nome, aceitamos o teu juramento Adonnis Ferreira de Queirós Silva e Sagres e, de hoje em diante, lhe outorgamos o direito de usar o título de Visconde de Monte Real e a gerir, em nome de Sua Majestade Real e da Coroa Portuguesa, as terras que lhe são de direito.

O arauto agora se adiantava, e como nas outras vezes, Vicenzo agora fazia a entrega do conteúdo da bandeja.

Visconde de Monte Real, todos somos testemunhas de teus votos e juramento, e somos a prova de sua investidura. Aqui estão os títulos de tuas terras, - ele disse entregando o documento lacrado. - o vosso selo - ele agora entregava a pequena caixa de madeira, aberta, revelando um sinete com a marca do viscondado. - e as vossas armas. - ele concluiu entregando o objeto retangular, um escudo finamente trabalhado exibia as armas do nobre suportadas por dois leões de prata.



- Orgulha-te delas e sirva bem ao reino. - ele concluiu entregando a última peça e se afastando.

Poucos instantes depois estava tudo de volta ao lugar, o cadeirão da regência e o regente, agora era chegada a vez de Vicenzo. Os três golpes ecoaram pelo salão e o anúncio foi feito.

- Sua Graça Leopoldo Vicenzo Montenegro Viana, Visconde de Póvoa de Lanhoso

Ao que um segundo arauto tomava seu lugar para a entrega das armas e títulos, e ele se adiantava perante a almofada. Ajoelhando, professou seu juramento:

Eu, Leopoldo Vicenzo Montenegro Viana, Visconde de Póvoa de Lanhoso, juro pela minha dignidade e honra, exercer os meus deveres como nobre português e não me aproveitar dos meus direitos para causar qualquer mal ao Reino de Portugal ou seu povo. Juro defender suas terras e suas leis, em obediência à Sua Majestade o Rei de Portugal. Coloco-me como vassalo da Coroa de Portugal, e que meus pares sejam testemunhas de minha convicção. O que aqui disse assim farei.

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Adonnis
Adonnis mal terminara de ouvir a confirmação do juramento por parte de Monsenhor Vicenzo, quando levantou a cabeça e viu suas armas na mão do arauto, cuja pele que a cobria fora retirada pelo amigo Vice-Primaz.

Adonnis se levantou e recebeu as armas da mão do Corregedor-Mor. Seus olhos brilhavam perante o deslumbre da beleza dos ornamentos. Os leões em Argent que suportavam o brasão eram belos e majestosos e, por algum motivo, o fizeram lembrar do Royal English Army, onde viveu grandes e emocionantes momentos em sua vida.

Um detalhe também chamou muito sua atenção: seu escudo fora modificado. A águia no escudete do escudo, agora portava uma coroa de príncipe, o que significou que os majestosos arautos da Heráldica Portuguesa decidiram eternizar esta fase da vida de Adonnis.

Em alguns instantes, lembrou de uma profecia feita por uma senhora muito idosa, na estrada em direção a Monte Real:
"Quem um dia foi coroado Príncipe, será sempre Príncipe." No momento, as palavras não faziam sentido, mas agora entendia. O Cardeal nunca sentiu ter feito algo substancial durante este período, mas sempre buscou ajudar a quem precisou. Hoje, o Sagres acredita que este momento na história estará sempre na mente de algumas pessoas. Com esta homenagem da Heráldica, o Sagres agora entendia o significado do que àquela idosa disse.

Nesse momento, seus olhos lacrimejaram.


Obrigado, meu amigo! Você é esplêndido! Sussurrou à Vicenzo enquanto retornara ao cadeirão.

Logo após, qual não foi a sua surpresa, quando o Arauto chamou o próximo da lista: o Vice-Primaz de Portugal.

Com um largo sorriso no rosto, o Sagres via o velho amigo tomando sua posição, ajoelhando-se e recebendo seu título. Um título muito merecido, sem dúvida. Vicenzo é um dos nobres que mais distinguem o significado de nobreza. Seu trabalho incessante em prol de Portugal, sua garra, astúcia, amor ao que faz e ao povo o tornam, sem dúvida nenhuma, singular e incrivelmente merecedor desta honraria.

Com orgulho, o Príncipe-Regente recostou-se no cadeirão e, fraternamente, respondeu ao juramento. Desta vez, também de uma forma singular:


Dos Viana bem nascido
Muito jovem começou
Por seus sentimentos aquecido
Honra e glória conquistou.


Com um sorriso, o Sagres continuou:

Perante todo o Povo Português aqui presente e que hoje lhe presta homenagem, nós, Adonnis de Sagres, Príncipe-Regente de Portugal, pelo poder que nos foi conferido por Sua Majestade Real Eduardo I, Rei de Portugal e dos Algarves, aceitamos teu juramento, Monsenhor Leopoldo Vicenzo Montenegro Viana, Arcebispo-Vice Primaz Lusófono e de hoje em diante, lhe outorgamos o direito de usar o título de Visconde de Póvoa do Lanhoso e a gerir, em nome de Sua Majestade El Rei e da Coroa Portuguesa, as terras que lhe são de direito.
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It's just a game!
Vicenzo


Com o juramento professado e respondido, ficava assim investido em seu título o Visconde de Póvoa de Lanhoso. Desta vez foram dois arautos que se aproximaram do oficial heráldico. Um deles carregava a bandeja.

Visconde de Póvoa de Lanhoso, todos somos testemunhas de teus votos e juramento, e somos a prova de sua investidura. Aqui estão os títulos de tuas terras, - ele disse entregando o documento lacrado. -o vosso selo- ele agora entregava a pequena caixa de madeira, aberta, revelando um sinete com a marca do viscondado. - e as vossas armas. - ele concluiu entregando o objeto retangular, um escudo finamente trabalhado exibia as armas do nobre suportadas por uma águia negra de obsidiana com um disco de ouro como uma auréola em sua cabeça.



- Orgulha-te delas e sirva bem ao reino. - ele concluiu entregando a última peça e se afastando.

Poucos instantes depois Leopoldo tendo recebido os três objetos, se levantava e deixava o lugar para o próximo nobre, retornando ao lugar que lhe cabia na cerimônia. Entregando-os a um dos arautos para que fossem guardados em segurança, acenou para o arauto com o bastão e novamente os golpes ecoaram no salão.

- Sua Graça Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres, Viscondessa de Marinha Grande

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Charlote


Charlote estava no Paço da Ribeira em companhia do irmão Adonnis, o Príncipe-Regente, da filha Lyssah que teve que prestar juramento e dos amigos que ali também tiveram seus títulos outorgados, estava feliz por todos e considerava aquele dia realmente especial para todo povo português. Ao achar que a cerimônia chegava ao fim, com muita surpresa ouve seu nome ser anunciado por Vicenzo, parou por uns cinco segundo ponderando se de fato havia ouvido certo, a filha que a ladeava cutucou em afirmativo e então mesmo sem entender o que se passava, a ruiva coloca-se a frente do Monsenhor e diz curiosa

- Aqui estou!

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Vicenzo


Vicenzo estava ao lado do regente, e quando a Viscondessa se aproximou, também o fizeram dois arautos, cada um carregando uma bandeja. Em uma haviam os mesmos três objetos que haviam nas outras que foram anteriormente trazidas nas demais investiduras. Na segunda havia um único documento. Este foi o que Vicenzo pegou primeiro e dele leu.
Quote:

Decisão Oficial


O Tribunal Heráldico Português em pleno uso de suas atribuições ,

No caso protocolado em 30 de Agosto de 1467 referente à solicitação de revisão testamentária e de direito hereditário sobre o título nobiliárquico do Marquesado de Valença, solicitado por Dama Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres, Viscondessa de Marinha Grande, assim decide:

Após consideração detalhada e prolongada, é decisão deste Tribunal, e com o aval da Coroa Portuguesa, DEFERIR a solicitação de Dama Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres. Deste modo assim determina:

    A entrega do título de Marquesa de Valença a Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres,
    a suspensão da penalidade nobiliárquica de alteração de caráter do título de Feudal a de Palácio,
    a devolução das terras e posses pertencentes ao Marquesado de Valença,
    o reconhecimento e registro do Marquesado de Valença como Título Feudal Português com todos os direitos e deveres a ele inerentes,


Para que tal tenha efeito o Tribunal exorta a Dama Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres que:
    Abdique a seu título de Viscondessa de Marinha Grande, e
    jure em cerimônia de investidura oficial a titularidade do Marquesado de Valença.


Que assim seja feito,

Pelo Colégio Heráldico Português,

Leopoldo Vicenzo Montenegro Viana

Pela Coroa Portuguesa,

Sua Alteza Real, Dom Adonnis Ferreira de Queirós Silva e Sagres


Após a leitura, ele retornou o documento para a bandeja e então perguntou, já indicando com um gesto a almofada diante do trono:

Dama Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres, Viscondessa de Marinha Grande, é de sua vontade livre e espontânea, a abdicação de vosso título de Viscondessa de Marinha Grande?

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Charlote


Charlote ficara imensamente surpresa com as palavras lidas no documento, a emoção de retomar o Marquesado da Família enchia seu coração. Sabendo que deveria abdicar de seu amado feudo de Marinha Grande para obter esta conquista para a Família, ela morde os lábios aflita mas, por fim, profere:

- Eu, Charlote Ferreira de Queirós de Silva e Sagres abdico, por livre e espontânea vontade, abdico dos meus direitos de propriedade e posse em relação ao Viscondado de Marinha Grande e, em virtude disto, agora como Marquesa de Valença, juro pela minha dignidade e honra, exercer os meus deveres como nobre português e não me aproveitar dos meus direitos para causar qualquer mal ao Reino de Portugal ou seu povo. Juro defender suas terras e suas leis, em obediência à Sua Majestade o Rei de Portugal. Coloco-me como vassalo da Coroa de Portugal, e que meus pares sejam testemunhas de minha convicção. O que aqui disse assim farei.

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Adonnis
Ele sorria. Apoiando seu rosto em seu punho semicerrado que, por sua vez, se apoiava no braço do cadeirão, ele sorria.

Adonnis estava ali, vendo ela que era seu orgulho e sua inspiração. Sua menina e, ao mesmo tempo, seu exemplo.

Adonnis acompanhou as lágrimas e clamores da irmã que, por muito tempo, sonhou ver a conquista dos Sagres novamente sob a posse dos Sagres e, enfim, ali estava ela recebendo o prêmio de sua perseverança.

Recostando-se, respondeu:


Perante todo o Povo Português aqui presente e que hoje lhe presta homenagem, nós, Adonnis de Sagres, Príncipe-Regente de Portugal, pelo poder que nos foi conferido por Sua Majestade Real Eduardo I, Rei de Portugal e dos Algarves, aceitamos teu juramento, Charlote Ferreira de Queirós Silva e Sagres e, de hoje em diante, lhe outorgamos o direito de usar, desde hoje até o fim dos tempos, o título de Marquesa de Valença e a gerir, em nome de Sua Majestade El Rei e da Coroa Portuguesa, as terras que lhe são de direito.
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It's just a game!
Vicenzo


Havia um certo regojizo em Vicenzo, aquela havia sido a primeira e última vez que aquele tribunal havia sido convocado e utilizado já que poucas semanas depois as alterações na Carta Magna extinguiriam o tribunal e delegariam aquelas decisões a outro corpo jurídico. E ter participado daquele processo havia sido uma experiência enriquecedora para Vicenzo. Naquele momento ele se adiantava e concluía aquele assunto com as seguintes palavras:

Marquesa de Valença, todos somos testemunhas de teus votos e juramento, e somos a prova de sua investidura. Aqui estão os títulos de tuas terras, - ele disse entregando o documento lacrado. -o vosso selo- ele agora entregava a pequena caixa de madeira, aberta, revelando um sinete com a marca do Marquesado. - e as vossas armas. - ele concluiu entregando o objeto retangular, um escudo finamente trabalhado exibia as armas da nobre sobre um manto de arminho.



- Orgulha-te delas e sirva bem ao reino. - ele concluiu entregando a última peça e se afastando.

Enquanto se afastava, um dos arautos se aproximou e lhe informou que dama Donnatela estava a postos. Deste modo, o oficial indicou ao arauto que ela fosse novamente convocada e pela última vez naquele dia as três batidas ecoariam no salão, e a última nobre a ser investida foi anunciada.

- Sua Graça Donnatela Ferreira de Queirós Silva e Sagres, Viscondessa de Milagres


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Donnatela.
Tella estava longe quando recebera a missiva que menos antecipara receber. A viagem seria longa, mas a jovem conseguira navegar rapidamente pelo canal e acreditava conseguir faze-lo ainda, enquanto o Inverno não se instalava por completo.

A sua chegada fora, no entanto, atrasada para lá do que qualquer atraso deveria ser aceitável. Foi com rubor nas bochechas que a jovem ouviu o arauto anunciar o seu nome, e ela seguiu para prestar o seu juramento.

Eu, Donnatela Ferreira de Queiros Silva e Sagres, Viscondessa de Milagres, juro pela minha dignidade e honra, exercer os meus deveres como nobre português e não me aproveitar dos meus direitos para causar qualquer mal ao Reino de Portugal ou seu povo. Juro defender suas terras e suas leis, em obediência à Sua Majestade o Rei de Portugal. Coloco-me como vassalo da Coroa de Portugal, e que meus pares sejam testemunhas de minha convicção. O que aqui disse assim farei.
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In necessariis unitas, in dubiis libertas, in omnibus caritas | In need unity, in doubt liberty, in everything charity
Adonnis
Após o juramento, Adonnis responde:

Perante todo o Povo Português aqui presente e que hoje lhe presta homenagem, Nós, Adonnis de Sagres, Príncipe-Regente de Portugal, pelo poder que nos foi conferido por Sua Majestade Real Eduardo I, Rei de Portugal e dos Algarves, aceitamos teu juramento, Donnatela Ferreira de Queirós Silva e Sagres e, de hoje em diante, lhe outorgamos o direito de usar o título de Viscondessa de Milagres e a gerir, em nome de Sua Majestade El Rei e da Coroa Portuguesa, as terras que lhe são de direito.
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