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Info:
Role Play da I Feira Condal do Porto - Torneio dos Nobres Cavaleiros do Condado do Porto.

[Feira Condal] O I Festival do Vinho

Manul


Estávamos no fim do ano de 1458. O outono já havia passado e o frio intensificava-se: era, portanto, um inverno rigoroso. Inverno este que já havia vitimado muita gente.
Por ordem da Condessa e de seus conselheiros, à entrada de Chaves fora montada uma feira condal. Enquanto não era aberta ao público, guardas cercavam o lugar. No entanto, ao subir uma velha árvore era possível ver o movimento interior. Guardas montavam os últimos preparativos e erguiam as últimas tendas. Era visível um campo de justas, umas bancadas enormes, imensas tendas: tavernas, tendas nobres, uma enfermaria e uma tenda onde se reuniam os guardas. Tudo estava coberto de neve.
Tal evento era de certa importância. Memórias longínquas da última feira condal só apareciam aos mais velhos e aos mais novos apenas lhes haviam sido contadas histórias. Tinha a sua importância devido ao factor económico. Toda a burguesia local aparecia com as suas carroças carregadas e faziam os seus negócios, que lhes dariam a hipótese de sobreviverem ao Inverno.
O povo, buscando diversão, juntava-se nas tendas-tavernas, onde serviam a melhor cerveja importada e o melhor vinho de toda a zona, ou ocupava as enormes bancadas do campo de justas, onde assistam ao nobre evento.
Os nobres cavaleiros apareciam para se defrontarem e buscarem o título de Paladino do Condado do Porto, e obviamente, em busca dos prémios.

E assim que a feira abriu, todos foram entrando...


Dica importante!

A feira divide-se em 5 zonas:
- Tendas-tavernas - a taverna do evento;
- Campo de justas e bancadas - local para o torneio de justas;
- Enfermaria - para onde se dirigem os feridos do torneio;
- Área de comércio - onde poderão ser feitos negócios com o resto do condado;
- Tendas-nobres - onde os cavaleiros e restantes nobres podem descansar.

» Por favor, respeitem o espaço do RP e as distintas zonas: refiram sempre na vossa intervenção o espaço onde estão, de maneira a evitar confusões.
» Respeitem também as condições do tempo RP e o próprio tempo: estamos em Dezembro de 1458, é Inverno, existem zonas cobertas de neve e está um frio de rachar.

» E caso usem imagens, evitem as descontextualizadas, sff.
--Guarda


A entrada na feira era já possível. Dois guardas haviam sido destacados para a entrada. Tinham uma armadura equipada e uma lança na mão. Estavam ali como Guardas Condais. Mais alguns como eles patrulhavam pela feira, para assegurar a segurança em toda a feira.
À medida que locais iam chegando, os guardas iam dando indicações simples.
- Guardem as vossas armas, ou estas serão retiradas - aconselhava o guarda responsável.
Triplel


Triplel no seu cavalo chegava agora à entrada da feira. Cumprimentava com um alegre "bom dia" aos dois guardas conhecidos enquanto se dirigia até a taverna para uma boa caneca de café. Enquanto andava, reparava nas alegres crianças a brincarem com a neve que lá havia no chão. Triplel apertava o seu casaco de pele castanha contra si na tentativa de bloquear algumas das rajadas de vento gelado matinal.
Tripel chegava agora à taverna e enquanto puxava de um banco pedia:
Uma chávena de café quente se faz favor!
Lá a dona mal ouviu o pedido não tardou em trazer o café.
Obrigado!-disse Triplel com um sorriso na cara.
Enquanto sorvia o seu café, Triplel ia reparando na ainda vazia feira.

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Todos caem! Apenas os fracos é que não se levantam...
--Taverneiro


Dentro da tenda-taverna já se iam acumulando locais, que se dirigiam a Maria, a jovem trabalhadora e filha de Afonso, o taverneiro responsável pela tenda.
Quando Triplel já bebia da sua caneca, o taverneiro aproximou-se.
- Está muito frio lá fora, não acha? Dizem que esta vaga de frio tem feito inúmeros mortos por todo o condado - disse enquanto ajeitava o seu casaco velho - Mas creio que aqui em breve aquecerá. Ainda é apenas de manhã, mais chegarão e a taverna animará - sorriu.
Nebulla


Uma carruagem nobre estagna em frente à entrada da feira condal.
A manhã estava fria e Crina estava cansada do enorme esforço de galgar caminho por entre a neve gelada.
Dama Nebulla desce da carruagem para pessoalmente cumprimentar os guardas de serviço que lhe dão as boas vindas.
Virando-se para trás, dá ordem a Hanna, a sua aia, para guardar a carruagem e tratar de Crina.
Regelada, segue caminho para a Taberna na esperança de beber algo bem quente. Ao entrar na Taberna depara-se com o seu noivo e cumprimentando-o senta-se junto dele...
--Taverneiro


Assim que acaba de falar, a Baronesa de Vilar entra na tenda. O taverneiro ergue a sua cabeça e vê-a dirigir-se para ali.
- Nobre dama, seja bem-vinda - diz ao fazer uma pequena vénia com a cabeça - Deseja beber algo? Ou servir-se de uma boa sopa de pedra quente?
Nebulla


Com um sorriso agradece as boas vindas do Taberneiro.
- Obrigada, meu bom homem.
Olhando para a chávena de Tripel, torce o nariz e acaba por voltar a olhar para o taberneiro:
- Quero um chá bem quente - procurando nos bolsos, tira a sua bolsa de pele. E com as mãos geladas, vai tirando, com alguma dificuldade, algumas moedas para pagar o seu pedido.

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--Taverneiro


Após tratar do pedido da dama, o taverneiro volta com o chá. Recebe as duas moedas de pagamento de Nebulla e olha para o jovem sentado na mesma mesa. Reconhecendo a sua cara, dirige-se a ele.
- O senhor é um dos onze conselheiros da nossa Condessa, não é? - indagou - Tem cara de cavaleiro. Ouvi dizer que em breve anunciarão um torneio no campo de justas. Não estaria interessado, senhor?
Triplel


Triplel quando ouviu o taverneiro soltou um pequeno riso.
Sim, tem razão amigo, estou ao serviço de nossa Sra. Condessa-respondeu Triplel ao taverneiro.
Bebeu mais um pouco do seu café quente e continuou:

Um torneio de justas? Nunca fui homem de violência e dessas coisas, mas penso que mal não me fará.
Sabe por acaso quando é que começa?

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Todos caem! Apenas os fracos é que não se levantam...
Simonn


Simonn chega a Feira Condal.
Entra na taberna, cumprimenta todos os seu amigos e vai até o taverneiro:
-Um café bem quente por favor.
Depois fica a olhar o salão...
--Taverneiro


Afonso sorriu e logo respondeu:
- Em breve farão o anúncio no campo de justas. Ainda é cedo. Só lá para o fim da tarde os guardas devem anunciar o torneio - e voltando-se para ambos - Com licença! Tenho de voltar ao balcão.
Pelo caminho, decidiu passar na entrada da tenda. Empurrou o tecido e espreitou para fora. Estava muito frio. Talvez por isso, mal se viam pessoas na feira.
--Taverneiro


Entretanto Simonn havia já entrado. O taverneiro deixou a entrada, e veio receber o pedido.
- Senhor, são dois cruzados - informou.
Afonso foi atrás do balcão e colocou uma caneca em cima.
- Sirva-se, homem! - sorriu.
Legolas_14


Legolas entra na taverna, senta-se ao pé dos seus familiares e pede ao taverneiro 5 canecas de cerveja.
- Ah nada como cerveja antes do torneio.
Finalmente as cervejas chegam, Legolas ia perguntar se alguém era servido mas como está tudo a beber café faz o "sacrifício" de beber tudo sozinho.
Triplel


Triplel depois de acabar o seu café, levanta-se e dá 5 cruzados ao taverneiro.
Fique com o troco!- disse Triplel-Até logo a todos, vejo-vos mais logo!
Dito isto, Triplel levantou o tecido e voltou à rua com o vento gelado de Inverno a lhe bater na cara. Olhava para um lado e para o outro e reparava que a feira começava a encher aos poucos e poucos.
O sol já estava um pouco mais alto a emitir os quentes raios tão bons numa manhã gelada e Triplel parava no meu da rua para sentir-los a lhe baterem na cara. Depois de uns momentos, Triplel decide retomar o seu passeio pela feira.
Chegando a tenda do comércio via imensa gente já à espera dos primeiros clientes. Depois de olhar para todos, Triplel reconhecia um comerciante, o Sr. Zé Miguel, vendedor ambulante para ganhar uns trocos para poder comer.

Então Zé, como vai o negócio por aqui? Meio fraco hun?- perguntou Triplel ao homem.

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Todos caem! Apenas os fracos é que não se levantam...
--Ze_miguel


Zé Miguel depois de ver Triplel põem logo um sorriso.
Bons olhos o vejam meu Senhor!- disse Zé Miguel-Está muito frio hoje de manhã hein?
Zé esfregava agora as mãos com umas luvas rotas nas pontas dos dedos.
Espero que hoje haja muita gente e agitação! Ia estimular isto, que nós bem precisamos.
Enquanto se aproximava o primeiro cliente, Zé Miguel virou-se por completo prestando total atenção à mulher que se aproximava da bancada para ver a bijutaria
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