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Igreja de Chaves

Arendele


Arendele chega cedo no último dia da novena. Nos dias anteriores sua presença foi rápida e quase não se notou. Hoje comparece com tmepo de cumprimentar os presentes antes do início da cerimônia.

Acompanha a oração da Vida e ao final diz com todos: - Amem!

Antes de ir embora, caminha até Nicolielo para cumprimentá-lo e elogiar a celebração realizada durante os nove dias.
Abigayl


Assistiram à última missa :
Arendele
Filipa.
Mordekaii
Nicollielo
Nreis
Samueljst

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"A lei da vida é simples: Quem não quis quando podia, não vai poder quando quiser!"
I Believed in You
Beatrix_algrave


Após chegar na cidade de Chaves, entregou a encomenda que viera trazer e a deixou no mercado. Uma vez que cumprira com a sua obrigação, atendendo um pedido de seu cunhado Samuel, ela foi à igreja da cidade.

Ajoelhou-se em um dos bancos e fez uma prece.

"Eu acredito em Jah, o Altíssimo Todo-poderoso,
Criador do Céu e da Terra
Do Inferno e do Paraíso,
Juiz da nossa alma na hora da morte.

E em Aristóteles, seu profeta,
O filho de Nicomaque e de Phaetis,
Enviado para ensinar a sabedoria
E leis divinas do universo aos homens perdidos.

Eu também acredito em Christos,
Nascido de Maria e de Giosep.
Que dedicou sua vida para nos mostrar o caminho do Paraíso.
Assim, depois de ter sofrido sob Pontius,
Ele morreu em martírio para nos salvar.
Entrou para o Sol onde O aguardava Aristóteles à direita do Altíssimo.

Eu acredito na acção divina;
Na Santa Igreja Aristotélica Romana, Una e Indivisível;
Na comunhão dos santos;
Na remissão dos pecados
Na vida eterna.
Amém."


Após rezar o Credo, ela levantou-se. Precisava também falar com o prefeito da cidade, o diácono Nicollielo. Soube que o local mais fácil de achá-lo era justamente a igreja. A baronesa ainda estava com seu traje de viagem, e uma capa verde pendia dos seus ombros e cobria parcialmente seus cabelos. A capa era fechada por um broche que trazia a curiosa lisonja do seu baronato, com as rosas negras em esmalte e a harpa dourada ao centro. Das duas ovelhas negras pendiam agulhetas do broche que se prendiam ao tecido.

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Nicollielo
Apesar de possuir um escritório de prefeito, Nicollielo preferia trabalhar na pequena sala que havia no fundo da igreja, foi ali que ele sempre trabalhou, éra onde ele se sentia confortável, mesmo sendo apenas uma mesa e um banco de madeira, ele gostava. Na sala havia também uma estante com vários livros, sobre a mesa, mais alguns livros e folhas de papel com pena e tinteiro que eram usado por todos que precisavam.

Nicollielo estava terminando um dos relatórios da alcaidaria e assim que termina precisava leva-lo até o escritório do prefeito, onde seria bem guardado. Ao sair da sala, quando chega ao lado do altar de onde podia ver todos os bancos da igreja, os olhos de Nicollielo são atraídos por um cabelo ruivo que reconheceu facilmente, era Beatrix que provavelmente tinha vindo trazer um dos pedido feito a Companhia Comercial Henriques. A Dama esta ajoelhada rezando, então Nicollielo resolve esperar sentado no ultimo banco, até que ela terminasse.

O Diácono se levanta logo após perceber que Beatrix havia feito o mesmo, então ele anda até perto da Dama e a cumprimenta com uma vênia.


- Dama Beatrix! Como foi a viagem?

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Senescal Diocesano da Arquidiocese de Braga | Alcaide-mor de Chaves | Padre de Chaves |Secretário Lusófono dos Registos Romanos | Capelão da Capela de São Karel | Assistente de Planeamento de Chaves | Mentor-chefe de Chaves
Beatrix_algrave


Ao perceber que o diácono Nicollielo estava ali perto, ela levantou-se e foi cumprimentá-lo. Correspondeu à vênia graciosamente.

- Foi uma viagem deveras tranquila. E o senhor como está? Vim a Chaves para entregar uma encomenda ao Arcebispo. Sei que agora em sua quinta ele começou a criar vacas e sem baldes não há ordenha. Não costumo fazer essas entregas, mas como meu cunhado Samuel está viajando para Valladolid, pediu-me esse favor.

Ao menos o revejo, creio que não o vejo desde a missa na catedral ou foi a coroação? O senhor está muito ocupado, imagino.


Ela disse, e deu uma rápida olhada na Igreja de Chaves, com seus arcos românicos em evidência, que davam um aspecto sólido ao edifício de paredes grossas. Apesar desse aspecto interno, seu frontão trazia linhas renascentistas mais leves, seguindo uma arquitetura mais atual.


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Nicollielo
- Estou muito bem! Parece que me rendeu algo essa viagem do Samuel, é muito bom tê-la por aqui. Fui eleito prefeito, estou sempre ocupado! Uma de minhas funções é conversar com os Conselheiros Condais - Nicollielo Sorri - O que achas de ir ver as muralhas que foram construídas recentemente? Assim podes ver também a cidade por onde passarmos e conversar um pouco.
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Beatrix_algrave


Beatrix chegou a cogitar que estaria atrapalhando a rotina do prefeito-diácono, mas ela notou que ele parecia gostar daquela novidade. Certamente ele teria uma pausa dos seus afazeres. O senhor Nicollielo pareceia um tanto cansado, e não era só a idade. Certamente cuidar da igreja e da prefeitura era um trabalho cansativo. Mas não apenas isso, pois recentemente o senhor Nicollielo havia sido nomeado senescal diocesano.

- Sim, claro, terei prazer em acompanhá-lo e fazer tudo isso. Da última vez que vim aqui com meu cunhado foi uma viagem muito apressada.

A baronesa concordou em acompanhá-lo para o passeio. Enquanto caminhava, ela conversava com o clérigo.





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Nicollielo
A Missa de Domingo, vigésimo sétimo dia do mês de Agosto do ano de graça MCDLXV de Jah


Os sinos tocam anunciando o inicio da missa e os fiéis iam chegando na Paróquia de Chaves para assistir a cerimônia.





Logo o coro acompanhado pelo som do órgão começam a entoar, o Reverendo Nicollielo deixa a sacristia e segue em direção ao altar, o cumprimenta e faz um breve oração, já em cima, ele se vira para a congregação:

- Irmãos e irmãs, sede mui bem vindos a casa do altíssimo que também é vossa casa. Antes de Iniciar, aproveitemos da grande bondade de Jah e o pedimos perdão pelos nossos pecados.


Em silêncio a igreja se redime com Jah


- Por favor, repitam comigo o credo da igreja aristotélica:

"Eu acredito em Jah, o Altíssimo Todo-poderoso,
Criador do Céu e da Terra
Do Inferno e do Paraíso,
Juiz da nossa alma na hora da morte.

E em Aristóteles, seu profeta,
O filho de Nicomaque e de Phaetis,
Enviado para ensinar a sabedoria
E leis divinas do universo aos homens perdidos.

Eu também acredito em Christos,
Nascido de Maria e de Giosep.
Que dedicou sua vida para nos mostrar o caminho do Paraíso.
Assim, depois de ter sofrido sob Pontius,
Ele morreu em martírio para nos salvar.
Entrou para o Sol onde O aguardava Aristóteles à direita do Altíssimo.

Eu acredito na acção divina;
Na Santa Igreja Aristotélica Romana, Una e Indivisível;
Na comunhão dos santos;
Na remissão dos pecados
Na vida eterna.
Amém."



Nicollielo retorna ao púlpito, abre o livro das virtudes e lê uma parte:


Quote:
O espelho de Oane

I) Fragmentos oanienses

Jah, o Nada e a Criatura Sem Nome


Reflecti durante muito tempo sobre o Nada, que existia antes de tudo, que existia com Jah e que existia em Jah; cheguei à conclusão de que não podia ser mais do que da parte escura de Jah, um pouco como a terra, suja, oleosa e pegajosa que Ele criou, lugar onde tudo fermenta, apodrece e onde também fervilham esses vermes da terra , que se contorcem de tal forma, que eles mesmos, reflectem a sua negridão.
E no entanto, é neste local tão sórdido no qual florescem as frutas mais belas do mundo e que do escuro Nada, nascem os belos frutos de virtudes divinas.
Como se o próprio Nada fosse um caos simultaneamente podre e fecundo, exactamente como a terra que pisamos.
O bem e o mal, o preto e o branco; é um pouco como se do preto nascesse o branco e sem lugar a dúvidas do branco o preto, numa espécie de movimento perpetuo e infernal que reproduz o caos primitivo.
Assim, do próprio Jah nasceu uma espécie de rejeição maléfica, a Criatura Sem Nome, a que não podemos dar um nome precisamente porque em simultâneo estaríamos a dar um nome a Jah.
Jah é o criador do bem; e é também criador do mal.
Da mesma forma que o Nada é a parte obscura de Jah no céu, a Criatura sem Nome é-o sobre a terra.
E eu, Oane, sozinho entre os Homens, estou no centro do duo infernal onde Jah luta contra Jah.


Logo após Nicollielo reparte o pão e o vinho com os fiéis.




- Que esta paz esteja em nossos corações não só hoje mas para sempre! Um ótimo domingo a todos!


- Amén! Dizem os fiéis, rapidamente se levantam e cumprimentam, depois seguem rumo a vossas residencias.
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Nicollielo
O Reverendo Nicollielo abre o confessionário e aguarda que o fiéis viessem pedir perdão por vossos pecados.


Relatório do confessionário wrote:
Relatório do confessionário - Dia 27/08/1465

27/08/1465 15:06 : Vous vous enfermez pour la journée dans le confessionnal, prêt à écouter les secrets et les errements les plus intimes de vos paroissiens.
27/08/1465 16:40 : Vous receverez Nicollielo en confession entre 17 et 18 heures. Un don de 3 écus a été fait par Nicollielo% pour remercier son confesseur.
27/08/1465 20:29 : Vous receverez Dunlop en confession entre 21 et 22 heures. Un don de 5 écus a été fait par Dunlop% pour remercier son confesseur.
27/08/1465 22:06 : Vous receverez Kriger.ulv en confession entre 23 et 24 heures. Un don de 3 écus a été fait par Kriger.ulv% pour remercier son confesseur.
27/08/1465 22:50 : Vous receverez Benfica en confession entre 00 et 01 heures. Un don de 1 écus a été fait par Benfica% pour remercier son confesseur.
27/08/1465 22:50 : Vous receverez Benfica en confession entre 02 et 03 heures. Un don de 1 écus a été fait par Benfica% pour remercier son confesseur.
27/08/1465 22:50 : Vous receverez Benfica en confession entre 03 et 04 heures. Un don de 1 écus a été fait par Benfica% pour remercier son confesseur.
27/08/1465 22:50 : Vous receverez Benfica en confession entre 01 et 02 heures. Un don de 1 écus a été fait par Benfica% pour remercier son confesseur.
28/08/1465 05:00 : Vous avez reçu la somme de 20 écus sur ordre du curé Nicollielo pour vos services de confesseur auprès de ses paroissiens.



Horários ocupado: 7/12

Valor total obtido com doações: 15 Cz
Salário do confessor: 20 Cz

Saldo do dia: - 5 Cz

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Senescal Diocesano da Arquidiocese de Braga | Alcaide-mor de Chaves | Padre de Chaves |Secretário Lusófono dos Registos Romanos | Capelão da Capela de São Karel | Assistente de Planeamento de Chaves | Mentor-chefe de Chaves
Nicollielo
Ao alvorecer do dia, o recém ordenado Padre de Chaves levanta de sua cama, em um balde com água ele molha a mão e passa no rosto e depois o seca com um tecido velho. Em seguida veste sua batina preta, por volta do pescoço, sobre o ombro põe uma estola de lã tingida de verde, se ajoelha diante de sua cama e faz uma longa oração e assim estava pronto para mais um dia.

O reverendo vai até a Paróquia da cidade e junto com alguns fiéis que chegaram logo após, limpa toda a igreja que havia sido usada na santa missa no dia anterior. Assim que terminam, todos que estavam ajudando vão embora e Nicollielo fica só na igreja até uma velha amiga vir trazer alguns pães para o Padre que come boa parte deles enquanto conversava. A Senhora fica ali por pouco tempo e logo volta a sua casa, o Padre depois de limpar a sujeira que havia feito enquanto comia, vai até o confessionário e o adentra deixando sua estola para o lado de fora para que os fiéis pudessem a oscular. Ali ele ficaria durante a tarde todo ouvindo confissões.

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Beatrix_algrave


Beatrix aproveitou a escolta que oferecera para a princesa para também se confessar, uma vez que em Chaves já havia um padre ordenado atendendo como confessor há alguns dias.

Fazia muito tempo que ela não se confessava, por conta da ausência de párocos em Braga, desde que se mudara não tinham pároco, nem missa. Em breve felizmente, isso acabaria, e a Dama Abigayl assumiria a função. No entanto, como isso ainda demoraria um pouco, ela pensou que não faria mal aproveitar a viagem para já buscar o rito da confissão.

Naquela tarde padre Nicollielo estava atendendo. Ela chegou à igreja de Braga, trajando um vestido cinza chumbo, sobre a cabeça e os ombros estava um véu missal escuro, de uso para confissão. Ela foi até o altar, ajoelhou-se e fez o sinal de Christos. Depois disso foi até a caixinha da igreja e depositou um donativo. Só então, foi até o confessionário.

Ela entrou, ajoelhou-se e beijou a ponta da estola sacerdotal do confessor.

- Padre, faz muito tempo que fiz minha última confissão. Nem me lembro mais...

Ela disse e parou. Por onde começaria afinal?

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Nicollielo
No minúsculo espaço, o Padre ficou esperando por alguém e no silêncio da Paróquia ele pode ouvir o movimento de alguém adentrar, talvez fosse apenas para fazer uma oração, mas logo a pessoa se aproxima do confessionário e se ajoelha. Era a sua amiga, a Baronesa do Paço da Figueira, Nicollielo não queria ser o amigo agora, seu dever era apenas trata-la como uma fiel em busca do perdão de seus pecados.

- Filha, seja sincera de todo coração e me conte tudo àquilo que te pesa a consciência, irei ser o ouvido de Christos e se ele assim desejar, irá te perdoar por teus erros após uma penitência.
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Beatrix_algrave


Beatrix estava um pouco nervosa, ainda que na superfície parecesse muito calma. Aquele tom de voz "profissional" que o padre Nicollielo adotara pareceu deixá-la mais tranquila. Ela procurou imaginá-lo apenas como o seu confessor. Naquelas circunstâncias ele a ouviria apenas como um sacerdote, o que ela contaria em confissão.

- Posso contar com o vosso sigilo sacerdotal, obviamente.

Ela disse, como para se certificar da segurança e da inviolabilidade do confessionário. Seria impossível abrir-se de outra maneira.

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Nicollielo
Era normal uma pessoa ficar nervosa durante uma confissão, elas estavam ali porque por algum momento em sua vida, fizeram algo errado da qual realmente deviam sentir-se envergonhado, porém o confessor devia cumprir com sua promessa de nunca quebrar o sigilo das confissões.

- Sem dúvidas de que podes! Tudo o que disseres, jamais será contado a alguém por mim, fique tranquila, respire calmamente e da forma que quiseres e quando quiseres, podes começar.
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Beatrix_algrave


Assim, diante daquelas palavras, ali, ajoelhada no seu lado do confessionário de madeira antigo, a baronesa suspirou profundamente, não se sabia se era um suspiro de alívio ou se ela apenas tentava tomar o fôlego necessário antes de prosseguir seu relato.

Ela ainda silenciou por alguns segundos. Então, apoiou a mão perto da treliça de madeira que dividia os espaços do confessionário e através da qual se vislumbrava a figura do confessor. Beatrix mordeu os lábios um instante, como se ainda hesitasse.

Por fim, próximo à grade de madeira, ela começou a mover os lábios e deles foram brotando, em voz baixa, a série de suas terríveis faltas. Algumas era humanas, demasiado humanas. Mas outras eram de fato estarrecedoras, ainda mais pelo aspecto da jovem senhora de semblante sempre tão calmo e doce que ali estava. Como poderia ela ter um passado assim tão cruel e perverso?

Talvez o padre ficasse surpreso em saber afinal, que tipo de pessoa ele tinha ali diante de si. Mas seu relato também demonstrava arrependimento, desde o seu primeiro assassinato, ainda quando criança, passando por situações em que quase sempre estivera, não por sua total escolha, mas pelas quais ela assumia sem rodeios a sua parcela de culpa. Ela trazia a baila crimes tão antigos pelo simples motivo de que realmente agora se arrependia verdadeiramente deles. Não vale a pena confessar o que não se sente arrependimento. Sem arrependimento não há perdão nem remissão de pecados.

Assim, que terminou seu longo relato, ela quedou-se e aguardou as palavras do sacerdote.

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