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Casamento de Volúpia, Pekente e Antonia

Dalur


Ainda de olho nos homens estranhos, o sacerdote sente um leve cheiro de fumaça. E como ainda não havia acesso o fogo do altar, voltou-se a u dos seus servos e sussurrou-lhe que procurasse saber o que era aquilo. Porém, voltando suas atenções aos noivos, o sacerdote logo prosseguiu a cerimônia:

- Assim nos diz o livro do amor, retirado nos ensinamentos de Meliene, sobre o casamento.

E tomando um rolo de papiro, começa a recitar

Quote:
"Não há impedimentos para que tal relação estabeleça-se entre as pessoas, apenas o desejo dos envolvidos. Que para tal não sejam atrelados por leis que obrigam um para com o outro, pois assim tornar-se-ia, o ato sagrado do matrimônio, em um acordo regido por uma legislação e não pelo desejo. A causa do matrimônio é justamente libertar o indivíduo, trazer-lhe uma sensação e experiências não experimentada anteriormente, e não algo que cause aprisionamento, sofrimento e abatimento aos envolvidos."


Terminando de ler, o sacerdote fixa os olhos nos três noivos e logo pergunta:

- Estão preparados para firmar o matrimônio?




Pekente


Pekente estando com seu foco total no casamento e a ouvir as palavras da própria Meliene a serem citadas para a representação do amor e tendo apenas em sua mente aquele momento e mais nada responde com total certeza:

Sim, Mestre, estou preparado


Pekente volta a se dár conta de algo errado que há um leve cheiro de fumaça no ar, contudo não é visto fogo de lugar algum, Pekente estranha mas não dá muita atenção ao fato, apenas ciente que a possibilidade de acontecer alguma coisa ainda está presente.

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Microbio
Microbio, de olfato apurado, volta se pra madrinha e seu noivo e dizendo

- Num vos cheira a queimado?
Algo num ta bem por cá ... ou é esta gente que ta a pensar toda em demasia, fritando os cerebros, por conta da novidade!!!!
Ri se baixinho, tapando a boca, olha pro ar de repovaçao da Talassa e fica queto mas mantem se atento as movimentaçoes.
Antonia_


Sempre em alerta Antonia, ouve com atenção o que sacerdote fala.

-Sim estou, prontissima, afinal quem não está pronto para a felicidade?

As narinas irritam-se ao sentir o cheiro de fumaça, lembranças de um passado distante vem com tal força, que Antônia fecha os olhos por alguns segundos, e se prepara para qualquer eventualidade, afinal o fogo não é uma aliada.
Olhando ao lado, percebe no canto escuro na lateral da igreja seu fiel serviçal Eustaquio, ocultando-se na escuridão. Com um gesto de cabeça, ordena-o que vá verificar do que se trata toda aquela balburdia e o cheiro que tanto a desagrada. Olha para Volupia, percebe que a emoção do momento a deixa tão vulnerável, que ao engolir em seco, se pega admirando-a com ternura, se dissessem anos atrás que iria se apaixonar por uma humana, sorriria e mataria o infame, mas hoje, perdê-la seria o fim.
--_beatrix_algrave


Beatrix já estava um tanto perturbada pela presença do fanático, ela era aristotélica e Jah estava em seu coração, mas havia em si uma tolerância pelo diferente e pelas religiões alheias, fruto das raízes da sua família. Os Algrave eram da fé druídica, mas respeitaram a escolha de Beatrix, assim, ela respeitava as escolhas alheia, e não gostava de imposições.

Quem não aceitasse ou que se chocasse que ali não estivesse.

Ela pensou, quando ouviu os comentários sobre fumaça. Olhou para cima e notou movimento sobre o telhado. Apontou-o para Maria.

Havia alguém andando no teto. Havia fumaça e onde há fumaça...

Ela puxou a prima.

- Vá até a porta, abra e ajude a retirar as pessoas com calma. Estão pondo fogo no templo.

Ela disse e sacou a espada, pois temia que o tal homem atacasse os convidados. Era estranho uma dama elegante, com um belo vestido azul e uma espada na mão.
Volupia
- Sim, estou pronta! - Diz Volupia sorridente sem pensar em problema algum.
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Arte de Antonia_
Cientista


Cientista ao saber da noticia do casamento saiu de casa a correr tresloucado, saltou muros e valas, atravessou rios e montanhas, e quando finalmente chega ao templo grita até perder o fôlego:

-NÃO! JAMAIS!! O MEU GRANDE AMOR SOMENTE COMIGO CASARÁ!!

Cientista respira fundo e desafia:

-Desafio-vos numa luta até ao ultimo sopro de vida, dois para um. Sem chance para desistência pois não terei qualquer piedade! Apenas um sobrará e serei eu!

Furioso e de olhos esbugalhados, Cientista espera a resposta e a reacção da dupla oponente.

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Maria_madalena
Madalena já havia assistido a alguns casamentos, mas nunca presenciara um casamento tão estranho, quer pela natureza da cerimónia, quer pelas intenções e comportamentos dos intervenientes. Segurava com firmeza o punho da sua adaga, ainda escondida por entre os saias do vestido. Ao seu lado, a atenção da prima foi captada por outras movimentações e os seus olhos focaram-se no telhado do templo. Havia fogo no templo.

Até então, o homem fanático, coberto de negro e superstição religiosa, nada mais fizera. Parecia-lhe agora que a ameaça do fogo era mais real e, portanto, desembainhou por completo o punhal, não se inibindo de mostrá-lo. Se não tomassem providências o casamento poderia tornar-se num funeral colectivo.

Madalena atendeu o pedido da prima e correu até à porta. Momentos antes de a alcançar, entra um homem em corrida desenfreada, completamente esbaforido. Arregala os olhos ao reconhecer Cientista, Baronete de Varões, Senhor de Porcos. Não fosse a ameaça do fogo e do fanático e teria sorrido com vontade. Contudo, não conteve o riso quando ele desafiou dois dos noivos para um duelo consigo, professando amor louco e incoerente a uma das noivas.

Abre as portas completamente para trás e aproxima-se das pessoas que estão mais próximas do fundo do templo, pedindo-lhes para que se retirem ordeiramente. Àquele ponto, gritar teria servido apenas para criar mais confusão.
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--The_crow
Havia suspirado, pesaroso e irritado pela aparente incapacidade das suas rezas naquele antro de pecado, até que o odor a fumaça se começou a intensificar e expandir pelo interior do templo. O primeiro sorriso estampou-se no seu rosto.

Aproveitou a desatenção de alguns que se voltavam para as movimentações do telhado e a entrava inesperada de um lunático cujos gritos preenchiam o ambiente, para avançar a passos firmes pela lateral direita do edifício, deixando o rasto lamacento que as suas botas transportavam.

Poucos passos dera para que o som do aço a ser desembainhado lhe aguçasse a audição e instantaneamente cruzar o olhar com a ruiva. O sorriso de satisfação transformara-se em desdém. Admirou a coragem da figura feminina mas estaria pronto a tirar-lhe a vida se aquela se intrometesse, apesar de não a considerar sequer à altura para um duelo justo.

Seguiu, afastando sem qualquer tipo de delicadeza aqueles que lhe obstruíam o caminho, encurtando a distância que o separava daqueles hereges posicionados.
Sem perder a oportunidade tomou o punhal e finalmente sentenciou num tom de voz baixo, no meio da confusão que agora se instalava e das expressões de surpresa que se multiplicavam pelo desafio que o intruso acabara de lançar.

- Hereges imundos, que ardam no fogo do inferno!- Furioso e com a alma tomada pela ira, lançou com habilidade aquela arma cortante em direcção ao altar.
--_beatrix_algrave


Ao perceber o movimento de ataque, Beatrix atirou-se com a espada contra o fanático, em quarta na linha alta interna, para ferir-lhe em cheio no ombro ligado ao mesmo braço que erguera a arma cortante e assim desviar-lhe o golpe.

Ela atacou o homem, mal se dando conta das palavras esdrúxulas proferidas a pouco por mais um penetra.

Pekente


Pekente com sua atenção a cerimonia percebe quando chega mais um Homem a cerimonia quando percebe de que se tratava de Cientista pensou que não era nada até o duelo simplesmente surgir

-NÃO! JAMAIS!! O MEU GRANDE AMOR SOMENTE COMIGO CASARÁ!! Desafio-vos numa luta até ao ultimo sopro de vida, dois para um. Sem chance para desistência pois não terei qualquer piedade! Apenas um sobrará e serei eu!

Pekente vira-se até que ele ve o homem de preto gritando palavras de fúria e a puxar algo brilhante de dentro do capuz e a tentar joga-lo

- Hereges imundos, que ardam no fogo do inferno!

Quando se dá conta da tentativa de arremesso, Pekente vê Beatrix a pular e a acertar o braço do homem fazendo a adaga voar pelo lado direito do Altar errando completamente os alvos

Logo após o cheiro de fumaça continua presente, o importante agora era manter o templo e a todos em total segurança. Pekente vira-se para seu pai rindo e Diz:

-É bom terminar o casamento em meio a Batalha Pai, Parece que Verrios quer abençoar a celebração junto

Pekente olha para Volupia e Antonia, saca a espada e diz :

Se quer um duelo, Cientista, você o terá, mas antes há alguns penetras em nossa festa os quais teremos de cuidar, vcs me ajudam?

Pekente, vira se para Antonia e diz Sorrindo:

- Antonia, proteja nossa noiva

Pekente fica proximo a Beatrix esperando se há novos inimigos e... de onde vem este cheiro de fumaça?


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Dalur


Observando placidamente os eventos que ocorrem, o sacerdote vê o homem arremeter uma adaga que passa ao lado, logo após inclui-se um pedido de duelo. Olhando para cima, Dalur suspira e caminha até a adaga que caiu próximo onde estava.

- É um trabalho horrível de metalurgia!

Voltando-se para seu filho, que já bradava pronto para aceitar o desafio, observa os convidados e logo emenda

- Sim meu filho, que seja este matrimônio sagrado com a benção de Vérrios! Este é um sinal da aprovação dos deuses pela vossa união. Diante disto, que o deus da guerra dê-nos vitória no dia de hoje!

E pousando a adaga em cima do altar, prossegue olhando atento, pronto para defender-se

- O matrimônio é uma guerra, tal como o é o amor. Pois assim como Meliene desposa Vérrios, de tal sorte a temperança do amor forja a ira da guerra. Para desfrutar desta nova etapa, sejam consumidos pela fúria e pelo amor, infundidos em uma poderosa mistura que denota o ápice da amizade entre os três, até que todo esteja ardente e o desejo seja cumprido sem espaços para contestação. Estais prontos para os votos que os unirão?
Cientista


Cientista sem querer saber de mais nada nem ninguém é o primeiro a fugir do templo com a mesma velocidade e espontaneidade que entrou.

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--_beatrix_algrave


- O templo está se incendiando. Apressem isso.

Ela disse por fim, ainda apontando a espada para a garganta do fanático que já sangrava com o ferimento que trespassou-lhe o ombro. Ele sangrava muito, mas não estava morto, ainda. Poderia ser salvo se tivesse cuidados. Mas agora todos precisavam se salvar. Ao menos se Maria tivesse conseguido abrir as portas, o seu aviso poderia ser de alguma ajuda. Infelizmente, o sangue do fanático salpicou seu belo vestido azul.
Maria_madalena
As pessoas ao fundo do templo começavam a movimentar-se para a saída. Embora aquela tarefa lhe fosse estranha, Madalena esforçou-se por tentar manter a ordem entre os convidados, acalmando as almas mais voláteis que entravam em pânico assim que se apercebiam da fumaça proveniente do telhado. Às senhoras mais temerosas, Madalena chegou mesmo a prendá-las com bofetadas educativas e reprimendas em voz severa. Tinha pouca paciência para desmaios desnecessários e guinchos histéricos.

Pelo canto do olho, viu o homem de negro movimentar-se para arremessar o punhal na direcção do altar. Ficou suspensa no tempo, deixando de se preocupar com as pessoas que devia guiar até ao exterior até que a sua prima interveio. A ruiva havia trespassado o ombro do fanático, impedindo-lhe daquela forma o golpe certeiro que poderia muito bem ter morto um dos noivos ou até o sacerdote do culto hexista. À sua volta, os convidados continuavam a movimentar-se para a saída, aparentemente alheios ao que acontecia perto do altar.

Preocupada com a prima, Madalena correu até às portas laterais e abriu-as de par-a-par, aumentando as possibilidades de fuga. Esperava conseguir que grande parte dos convidados abandonasse a cerimónia, evitando potenciais fatalidades. Enquanto se deslocava por entre a multidão gritava palavras de aviso, apelando ao bom senso das pessoas durante a saída. Naquelas movimentações, Madalena foi-se aproximando de Beatrix cuja espada estava apontada em riste à garganta do fanático.

- Prima! Beatrix! Estás bem? - Perguntou esbaforida e ligeiramente chocada ao notar como o vestido azul estava manchado de sangue. - Magoou-te?

O sangue escorria pelo ombro e braço do homem, formando uma pequena poça no chão. Sentiu-se aliviada ao perceber que o sangue que cobria a prima não era dela, mas sim do fanático.

Notou então que a cerimónia continuava a decorrer e ficou ainda mais horrorizada.

- O templo está a arder! Faz parte do culto hexista morrer no dia do casamento? - Resmungou exasperada e já com pouca paciência, atirando as palavras com brutidão ao sacerdote e aos noivos.
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