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Casamento de Volúpia, Pekente e Antonia

Celinha_


Celinha em meio a toda aquela confusão, preocupada com o fogo se alastrando em todo o templo, mais o homen esquisito lhe xama atenção querendo entender o que o mesmo falava mas sua atenção estava voltada as palavras de Dalur..... Resolve fugir dali pois ainda é muito jovem para morrer queimada.

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--The_crow
O golpe acertara-o em cheio fazendo-o contorcer-se com dor provocada pela dimensão do corte, cujo sangramento fora imediato e abundante. O punhal acabara por um tomar um trajecto distinto do pretendido e cair no solo de mármore, sem atingir qualquer um dos alvos graças à dama que agora portava uma lâmina em direcção à sua garganta.

A preocupação pelos questionamentos da morena que se juntara à ruiva, fez o homem de negro emitir uma gargalhada cínica e ardilosa.
- Creio que ambas ficariam mais graciosas perante outros serviços que não impliquem empunhar uma arma de tamanho perigo. – Comentou em provocação dando tempo para que o seu pensamento agiliza-se um novo ataque. Os olhos movimentaram-se rapidamente, observando as chamas crescentes que consumiam toda a madeira que suportava o teto, ameaçando o seu desabamento a qualquer momento. A dor do seu braço sem utilidade alguma era crescente e a fraqueza começava a tomar conta do seu corpo, pelo sangue que escorria sem qualquer assistência.

Consciente dos cuidados que necessitava e das poucas possibilidades de sobrevivência se permanecesse passivo, movimentou o braço intacto numa pancada inesperada à lâmina comprida que ameaçava a sua vida, fazendo a mesma rodopiar para então cair no chão. Já num outro movimento ágil chutou o abdómen da ruiva e com a mesma rapidez e precisão com que o fizera, tomou a última arma que transportava, igualmente de pequenas dimensões, para perfurar o ventre da morena, imprimindo mais força à profundidade que a lâmina assumia sem qualquer compaixão, segurando-a nos seus braços enquanto assistia à sua agonia, antes de a soltar definitivamente.

Embora ferido saira triunfante, pela destruição de qualquer possibilidade de aquele casamento se concretizar e da morte certa de alguns fiéis daquela religião que espalhava a heresia, misturando-se com aqueles que desesperadamente tentavam sair do templo.
Maria_madalena
Madalena franziu o sobrolho perante a gargalhada impudica do homem que trajava de negro e sangrava profusamente, não lhe conferiu a graça de uma resposta, muito menos expressou qualquer outra emoção. Não tardaria para que o fanático caísse sobre o chão, desmaiado e inconsciente. Talvez o deixassem ali para ser consumido pelas chamas do inferno que invocara. Curiosa acerca do estado em que o discípulo de Jah se encontrava, voltou-se para encará-lo, o seu rosto continuava envolto na sombra do capuz, as suas feições ocultas, incapacitando-a de lhe ler as expressões. Observou-lhe o corte profundo no ombro, se não fosse tratado a tempo provavelmente perderia algumas das suas capacidades. Esperara vê-lo encolhido em dor, um golpe como aquele era extremamente doloroso, apesar disso a sua postura era de desafio. Madalena quase sentiu vontade de gargalhar. Homem tolo.

As chamas no tecto pareciam lavrar com renovado vigor. Ouvia-se já o sonoro crepitar da madeira a arder e os ameaçadores rangidos faziam-na temer que, a qualquer momento, uma das fortes vigas caísse sobre si. A sua adaga estava de novo embainhada por entre as saias do vestido. Guardara-a quando se dispusera a socorrer os convidados, conduzindo-os ao exterior e, apesar da sua proximidade ao fanático, não sentira a necessidade de voltar a empunha-la. Beatrix estava consigo e isso era tudo o que bastava.

Num sucessão de movimentos ágeis e inesperados, o homem coberto de sombra e negrume desarmou Beatrix, atirando-lhe a espada ao chão de mármore, onde tiniu com estrépito. Demasiado surpreendida para reagir, Madalena assistiu à queda da sua prima quando uma bota lamacenta lhe pontapeou o abdómen uma única vez, derrubando-a. Antes que as suas mãos nervosas e trémulas alcançassem a adaga, perdida entre folhos e saiotes, o homem segurou-a entre os seus braços, ao mesmo tempo que a lâmina de uma nova arma lhe penetrava o ventre, dilacerando-lhe as entranhas sem dó.

O seu rosto contorceu-se num esgar de dor e a sua boca abriu-se para gritar e implorar clemência, mas o seu padecimento era tal que apenas um gemido abafado lhe roçou os lábios. A lâmina fria torcia-se dentro de si, flagelando-lhe o corpo em dolorosas pontadas. Levou as mãos ao ventre, encharcando-as em sangue e tentando travar o gume que teimava em rasgá-la, os seus esforços débeis foram inúteis e, assim que os braços firmes que a seguravam deixaram lhe envolver o corpo, Madalena sucumbiu. Tombou sobre o chão num baque surdo, caindo parcialmente sobre a poça de sangue que o homem de negro deixara e começando a formar uma com o sangue que lhe fluía do ventre.

Cobriu o golpe com as mãos e contorceu-se em agonia ao vê-lo afastar-se em passo ligeiro, levando consigo a satisfação de ter cumprido um dever.
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--_beatrix_algrave


Apelando para a main gouche que também levava consigo, mal refeita do chute que levara, Beatrix, logo após o golpe em Maria, rapidamente levantou-se. Ela desejava vingar-se do golpe que o fanático desferira contra a prima. Contudo, a preocupação com sua prima foi maior, e ela deixou a vingança para outro momento, o que permitiu ao sujeito escapar, ao menos da sua lâmina.

Beatrix voltou-se para a sua prima, agora ambas estavam sujas de sangue.

- Prima Maria, está ferida. Maldito.

Ela murmurou enquanto analisava a ferida que Maria sofrera. Não era tão funda quanto o homem desejara, mas mesmo assim era grave. Beatrix juntou sua espada e rasgou sua anágua, pressionando contra a ferida de Maria. Com dificuldade tentou erguer a prima e arrastá-la dali. As duas foram andando devagar, deixando aquele templo que em breve seria condenado pelas chamas.
Maria_madalena
Madalena ouviu vagamente as palavras da prima que se ajoelhava ao seu lado, examinando-lhe o ferimento. Pensou em perguntar-lhe se o homem estava morto ou se tinha fugido, o padecimento que lhe roubava o fôlego impediu-a de o fazer. De cada vez que os dedos roçavam sobre o golpe, enrugava o rosto numa expressão de dor e, assim Beatrix lhe pressionou o tecido da anágua contra a ferida, soltou um gemido baixo, mas prolongado. Quando a prima a tentou erguer, Madalena julgou que voltaria a cair, tal era a lassidão das suas pernas, foi somente o amparo forte da prima que impediu a sua queda. Num lentidão dolorida, foram caminhando para o exterior do templo.
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Talassa


Talassa respira fundo, mantendo a calma, toda aquela situação não é favoravel a sua gravidez.
Deixa se ficar sentada ao lado de seu noivo e seu afilhado, enquanto vê alguns dos convidados entrarem em panico e um pequeno duelo onde duas damas foram as principais intervenientes, revira os olhos a toda a situção.
Olha para o telhado, observa a fumaça que de lá sai e diz aos seus dois acompanhantes,

Meninos, temos de pensar em sair daqui o quanto antes! Coloco a mão na sua barriga, temendo pela vida do seu filho, e da sua.

Olha para os noivos e o Dalur, ainda no altar e observa o resto da movimentação, para escolher o melhor momento para se retirar.

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"Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo da Gloriam"
Baronete das Fantasias
Pekente


Pekente, que já estava pronto para ir confrontar os outros intrusos vê quando o homem de capuz tenta um ultimo ato de resistência e perfura Maria Madalena com uma outra arma que havia escondido e foge, olhando para o altar com um perverso sorriso no rosto.

Pekente se levanta, olha para o teto e avisa a Dalur...

-Espero que seu pressagio sobre a chuva seja verdade, meu Pai, com sorte e a chegada da chuva, os danos no templo serão mínimos

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Rebeca.
Rebeca passa a mão pela cabeça e não percebe sangue. Havia muita dor, mas a dor de sua alma era tão grande que nada em seu corpo seria insuportável. Levanta-se da carroça, observa o templo e percebe o que está havendo. A morte seria um alívio, seria um prêmio, um presente para quem carrega chagas como as dela. Mas tinha a hora certa de acontecer.

Com um pouco de esforço retira os paus, trancas improvisadas, que os fanáticos haviam posto nas portas. Como se não se importasse com o que está havendo, procura pela menina Brenda, que esteve à sua beira todo o tempo, para ver se estaria bem, e pela primeira vez em muitos anos, franze a testa de braços cruzados, olhar ao longe, fingindo não estar nem um pouco preocupada.
Antonia_


Cheiro de fumaça, gritos, um homem esguiçar impropérios, outro bradar por um duelo e logo fugir como um peru de ação de graças, tudo se misturava num moinho de acontecimentos. Antônia sente o cheiro do sangue metálico do homem e a sua sede é atiçada e agora também o sangue de Madalena e seus instintos são ligados como alerta, vira-se para Dalur.

- Confirme o casamento, saiba de antemão que esta é minha vontade e desejo, que o casamento seja então firmado.

Dito isso e ouvindo Pekente, balança a cabeça afirmativamente, rasga o vestido e segura Volúpia e pula em uma altura fenômenal parando já a porta do templo, levando-a para fora, então percebe que a multidão também já saem fugindo do fogo que já consome o teto. Sorri quando ver um dos atiçadores cair do teto e espatifar-se como um peso morto no chao.
Como seus sentidos estão a pleno vapor, percebe que alguns dos incendiários estão a correr para a floresta ao lado então brada.

- Os armados venham comigo para floresta, os incendiários estão a fugir, quero-os mortos, lá será a batalha - Observa que uma mulher está armada e confirma com ela no olhar, vira-se para Pekente que já esta a seu lado - vamos logo a frente a uma clareira, vamos encurralá-los.

Dizendo isso segura em Pekente e assume uma velocidade impar e avança logo a frente da clareira e espera os infames aparecerem.
--_beatrix_algrave


Finalmente fora do templo, Beatrix ajudou Maria a deitar-se.

- Um médico para a minha prima que foi ferida, então aí sim perseguirei os covardes.

Beatrix bradou, pois por mais que gostasse de pegar aqueles covardes, não ia jamais abandonar a sua prima. Primeiro o dever e a lealdade com a família, depois a diversão.
Pekente


Ao sair do templo, Pekente prepara seu arco para ir a caça dos incendiários que estavam a fugir, quando estava pronto para sair, Antonia aproxima-se com a ideia de uma emboscada para pegar os fugitivos.

Tendo o plano em mente Pekente, tem a si segurado por Antonia e, através de uma força sobre-humana, logo chegam em uma clareira e preparam se para emboscar os inquisidores que ainda não haviam passado por ali.

Pekente prepara seu arco, tira uma flecha da aljava e fica posicionado pronto a atirar no primeiro inimigo que aparecesse no caminho... Durante a espera ainda diz sorrindo para Antonia enquanto não tira seus olhos do possível local que os incendiários apareceriam...

- Quem diria que seria um casamento tão divertido?
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Renanbachazevedo
me levante soterraremante e imobiliza esse intruso da mata leão para ele sossegar
Lobo82


Lobo nunca tinha assistido a uma cerimonia com tanta acçao!nao sentia tanta adrenalina desde que foi assaltado na estrada por Alminha!
No meio da confusao cumprimenta mais alguns conhecidos que por ali passam,tendo mesmo de se desviar de algumas coisas que sao arremessadas!

- é bom que apressem o fim da cerimonia, ja nao basta ter de aguentar o cheiro esquesito dos morcegos de duas pernas que aqui andam como agora inquisidores? esperos que a cerimonia nao se estenda ate á proxima lua cheia senao ai é que vai ser bonito!

diz lobo para os seus botoes!

- juro que nao tinha ideia que a senhorita beatrix fosse tao agil e tivesse tanta destreza com a espada!será que ela usará o sangue derramado para inspiraçao dos seus artigos. talvez amanha tenhamos uma noticia sobre o casamento escrita em tinta de malfeitores?

lobo ri-se e fica a ver como irá terminar aquele dia no minimo diferente.enquanto isso vai cantando... the roof,the roof is on fire,we dont need no water... lalalala

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Volupia


Há alguns minutos atrás, quando confirmara suas intenções, Lupita era puro brilho, puro sorriso... Desfez-se em susto antes mesmo de saber que havia um fanático disposto a matar entre a assembleia de convidados. Quando Cientista chegara, de olhos esbugalhados, a vontade era de voar no pescoço dele e esganar quando soube que ele desafiava para um duelo para ficar com Pekente, seu moreninho. Mas Lupi nem tem armas nem treinamento, e apenas olha de um lado a outro tudo acontecer, inclusive o desafiador correr quando tudo parece piorar.

Quando Dalur se abaixa para pegar uma adaga que fora atirada por alguém, Lupi aproveita para dar um grande gole do vinho do altar e olha pra cima, com medo de que vigas caiam. Mas mal tem tempo de pensar, Antonia a puxa pela cintura e salta para perto das portas. Observa se os seus estão a salvo e vê lobo bem próximo, a farejar a natureza de sua amada. Teme por Renan que fica para traz e lágrimas começam a brotar do rosto pois seu dia mais sonhado estava arruinado.

As lágrimas que brotam em abundância no seu rosto vermelho e silencioso se misturam às lagrimas do céu que começavam a cair cada vez mais fortes sobre o templo. São bençãos, são sinais de fecundação, são esperanças, são o melhor meio de extinguir o fogo.

Sim, assim que todos chegaram, Dalur já previra chuva, e antes de adentrar no templo, os noivos realmente sentiam um chuvisco suave de carinho dos deuses em seus rostos. A chuva começava a ficar ainda mais generosa; "Os deuses não nos esqueceram", pensava Volúpia.

O fogo do telhado se extinguia em meio aos gritos de que os inquisidores tinham partido para a floresta. Com aquela manta pesada é que Volúpia não iria correr. Encostada a uma pilastra olhava como foi boa a ideia de pedir para que as amigas viessem de roupas claras: molhadinhas de chuva estavam com roupas quase transparentes... Ah vontade de tomar outro gole de vinho enquanto olhava... Mais uma vez olha para trás: Onde estará o mestre? Sentindo-se a salvo, a loira apenas espera que os deuses arranjem um meio de tudo voltar à paz, pois aquele casamento era seu sonho....

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Arte de Antonia_
Brenda
Brenda fica muito nervosa com a bagunça e torce o pé. Cai no chão e chora, pede ajuda a Renan.
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