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Salão de Baile do Solar dos Camões em Alcobaça

Anjo_negro
Enquanto o povo do Solar arrumava flores, comidas e bebidas, tapeçarias e cortinados, preparando a sala grande do Solar para o baile comemorativo do baptismo de Dinis de Camões, o Anjo Negro também trabalhava. Vinha recolher uma alma cansada, adoentada, fragilizada.

Suas asas negras, muito brilhantes, farfalhavam enquanto ele voejava daqui para acolá. O negro das asas não indicava qualquer maldade: era apenas a cor do luto, que os humanos destas paragens tanto prezavam.

O Anjo Negro fora enviado por Jah ao baile da família Camões. Ele tinha uma missão a cumprir.
Chrisya
A Marquesa Chrisya entra no salão, apoiando-se no braço de Vega. As várias chamas que iluminam o grande cômodo brilham como estrelas. Tudo está brilhando, perfumado, cuidadosamente ajeitado. Chrisya segura mais fortemente o braço do marido. A um canto, alguns músicos começam a tocar uma melodia muito suave, baixa. Os marqueses apenas caminham, observando cada detalhe.

Chrisya sente seu coração se acelerar. Olha em volta mais uma vez, e sorri para Vega.
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Vega_adc
O Marquês de Vila Real entra no salão e não deixa de se sentir mais uma vez surpreso por todo o esforço deixado no embelezamento do Salão, tendo sido tudo combinado tão em cima da hora.

- A Maria, o José e todos os demais criados fizeram um pequeno milagre em pouco tempo.
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Kitscat
Kitscat entra no salão logo atrás dos pais. Vem de braço dado com o seu marido, Capeside. A decoração estava divinal, colorida e as mesas, bem, essas estavam repletas de iguarias. Um criado passou com uma bandeja e Kitscat pegou num acepipe.

- Que delícia, Cape! Prova este! A nossa querida Maria esmerou-se.
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Violante_
A pequena Violante entra atrás dos pais e irmã. Estava tudo maravilhoso, brilhante, de cortar a respiração.

Os olhos fugiam para a mesa dos doces sem querer..

A pequena pensa para si: Hmmmm... Tantos doces!!!! Como vou comer-los todos??
Kitscat
Ktscat vê a irmã caçula muito séria a olhar para a mesa da doçaria. Afasta-se um pouco de Capeside e faz sinal a Violante para que a siga. As duas encaminham-se para a dita mesa:

- Mana, pastel de nata, d. rodrigo, tarte de requeijão, doce de morango, pudim ou um dos outros?

E, enquanto espera a resposta da irmã que mal chega à mesa, tira para si uma fatia de tarte, que a deixou a salivar.
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Violante_
A pequena segue a irmã até a mesa dos doces. Quanto mais perto chega da mesa, mais os seus olhos brilhavam, via tantos doces, que nem sabia por onde começar!

Mana, pastel de nata, d. rodrigo, tarte de requeijão, doce de morango, pudim ou um dos outros?

Violante pensa muito seriamente sobre as suas opções.

Hmm..., até que finalmente se decide: Doce de Morango, se faz favor., diz a pequena, sorrindo alegremente para a irmã.
Dinis_de_camoes


Dinis entra no salão. Tudo estava magnífico... estranhamente perfeito. Era como se aquela festa... Não ele não ia, sequer, pensar nisso, não podia, nem devia. Resolveu egoísticamente, ou não, que era uma festa para ele e para reunir a família toda, algo que há muito já não acontecia.

Viu os seus pais e correu para eles. Abraçou fortemente o seu pai e pegou nas mãos e bejou as faces da sua frágil mãe.

- Obrigado por tudo. Por esta festa, por esta família, pela forma como me educaram e aos meus irmãos. Ninguém no reino... no mundo, tem pais tão maravilhosos como nós. Nunca vos irei desiludir.

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Curandeiro
Kitscat
Kitscat estava enlevada com a alegria da mana.

-Hmm, boa escolha. Daqui a pouco, provo um pouquinho.

Pousou a sua fatia por momentos e serviu a irmã. Quando ia para resgatar a sua tarte de requeijão, tinha desaparecido. Olhou em volta. Capeside sorria atrás dela, com a fatia na mão. Fez-lhe cara de má, mas não resistiu aos seus encantos e beijou-lhe os lábios.

- Isso não se faz, disse-lhe rindo.
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Maxavis
Max aproxima-se lentamente do Solar dos Camões. Com trajes andrajosos o viajante parece um pouco deslocado no meio de tanta pompa e luxo, mas depois de ter recebido o convite não poderia deixar de aparecer para rever velhos amigos.

Ao entrar repara numa pequena correndo em direcção a uma mesa de doces, um pouco de vida num reino por vezes demasiado sério.
Sentindo-se algo receoso de interromper uma festa familiar, pega num copo de vinho e deixa-se ficar um pouco para trás a observar as pessoas que chegam.
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Lorena_davila


A carruagem parou em frente aos portões. Lorena confirma a morada com o cocheiro e dá-lhe algumas moedas. A viagem foi longa e estranhamente calma, mas agora o coração bate-lhe descompassado no peito e confunde-se com a música que vem do salão. Senhoras de vestidos de veludo, acompanhadas pelos maridos, dirigem-se à entrada e ela segue-os.

À porta, um criado recebe os convites. Entregou o seu, com a mão a tremer. Ele sorriu e deixou-a entrar.

Que deslumbramento! Nunca estivera num baile assim. Tudo fora caprichado até ao último pormenor. A decoração, a comida, a música que tornava o ambiente tão acolhedor.

Olhou em volta, não conhecia ninguém. Com passos confiantes, dirigiu-se a um canto do salão. Dali poderia procurar quem alegraria o seu olhar.

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Aka_amber
Os Condes de Arganil e Cantanhede e família haviam chegado mais cedo para adentrar o salão de baile apenas após cumprimentar os Marqueses de Vila Real. Após o encontro familiar, todos seguem a entrada dos patriarcas Camões, adentrando juntos no Salão de Baile.
Goblins conduzia Amber de braços dados e a Condessa segurava suavemente a mãozinha de seu filho caçula, Liberalis. Logo atrás vinha James conduzindo a irmã Rhyannon e Juca conduzindo a irmã Svetlana.
Todos haviam se vestido adequadamente e usavam jóias e detalhes. Goblins trazia as abotoaduras de ouro que Amber lhe comprara há alguns meses. James e Juca trajavam roupas de alfaiate encomendadas exclusivamente para a ocasião e o pequeno Liberalis usava uma réplica em miniatura do fato do pai.
Rhyannon e Svetlana também estavam belíssimas, com vestidos feitos em tecido importado. Nos cabelos de Rhyannon, Amber havia colocado um prendedor de rubis, que ela mesma iria usar, mas achara que realçaria mais a pele alva e os cabelos escuros da filha. Já Laninha fora adornada com um bonito bracelete de safiras.
A Condessa, por sua vez, optara por usar o jogo de brincos e colar que fora responsável por ter encontrado sua família. Usar aquelas peças - embora elas parecessem simplórias diante da magnitude do evento - era importante e
simbólico para Amber.
Quando nascera, gemea de Tfa - seu falecido irmão - uma senhora a tirara dos braços da mãe. Alguns anos depois, com a morte da idosa, a menina havia saído sem rumo até desmaiar às portas do Solar dos Camões. Podia fazer muito tempo, mas as lembranças eram claras em sua memória: José, o fiel criado dos avós, a encontrara e levara para dentro da mansão. Chrisya imediatamente a acolhera e assistida por Maria, a esposa de José, passara a cuidar para que a pequena se recuperasse.
Depois de curada os Marqueses simplesmente não a deixaram ir embora. Haviam se afeiçoado e, como já não tinham mais filhos pequenos, passaram a dar-lhe estudo e um lar. Um tempo se passou até que Kitscat e Capeside foram visitar o Solar. Logo que se viram, mãe e filha sentiram uma conexão. Mas foi ao usar os brincos e colar que a idosa que a sequestrara havia deixado em seus cuidados que Kitscat teve certeza de que aquela pequena era na verdade sua filha.
Por causa de tudo isso, usar aqueles adornos seria representativo tanto para seus pais, Kits e Capes, quanto para seus avós que tão bondosamente acolheram uma menina perdida.
Lembrar dessa história trouxe novamente o nó à garganta de Amber. Ela podia ver nas feições da avó que a Marquesa usava toda a força restante em seu ser para manter-se de pé. Entendia que todo aquele magnifico baile era, na verdade, uma despedida...ao estilo Camões.
Avistando a mesa de doces, que estava rodeada por Violante e Kits, Amber aperta suavemente a mãozinha do filho.


- Olha amorzinho! Doces! E a tia Violante! Vamos lá?

A Condessa piscou o olho ao marido, indicando onde iria e o deixou só por uns instantes para acompanhar o filho à mesa de doces.

- Olá mamãe, olá Vi. Vi, diga-me: que docinho indica para o Liberalis provar?
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Violante_
Violante repara na Condessa e o menino que vem em sua direcção:

Olá mamãe, olá Vi. Vi, diga-me: que docinho indica para o Liberalis provar?

Oiii Amber! Olá Liberalis! Eu aconselho todos! Têm todos uma aparência óptima! Mas o pastel de nata está ainda melhor, a pequena Violante aponta para o prato onde se encontravam os pastéis e sorri.
Marih


Marih chega ao solar, radiante por reencontrar seus avós, após cumprimentar seus tios, Marih corre para abraçar Vega e Chrisya que não via há muito tempo..
Depara-se com a avó de semblante diferente, havia algo naquele olhar e sorriso, que incomodou Marih, mas como era uma festa, ela nada disse..beijou a testa de seus avós e saiu a procura da sua prima Amber...

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Kitscat
Kitscat viu a filha aproximar-se, juntamente com um dos netinhos. Quase instantaneamente, fixou o olhar nas jóias que trazia. Sorriu. Eram importantes para ambas. Kitcat beijou-lhe o rosto e sussurrou-lhe:

- Estás linda, Amber!

Depois afagou o cabelo do pequeno Liberalis. A sua filha era já uma mulher, adulta e com diamantes em bruto nas suas mãos, que agora chegava a altura de lapidar. Procurou Goblins entre os recém-chegados e viu-o com a restante prole. Acenou-lhes:

- Que família maravilhosa, minha querida.

Enquanto Violante aconselhava Liberalis sobre os doces, Kitscat viu Marih entrar na festa. Chamou-a:

- Marih! Aqui!
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